I Love TATE Modern: some glimpses (2010, july)

some details

 

Tate Modern 2010, july
Tate Modern july, 2010
Tate Modern july, 2010
Tate Modern july, 2010

Parques: solicitação de pesquisas

Parques: visitas técnicas

Introdução  

Objetivos
O presente trabalho tem por objetivo levar o aluno a compreender os papéis desempenhados pelos parques na cidade de São Paulo, reconhecendo sua diversidade de formas, contextos, usos e funções. O trabalho terá papel colaborativo, ou seja, a partir da postagem das diversas pesquisas, os alunos poderão ampliar seus conhecimentos sobre esse tipo de espaço livre urbano.  

Relação dos Parques
Os alunos deverão selecionar um dos parques citados na lista abaixo, informando ao professor a sua escolha.  

Alfredo Volpi
Rua Engenheiro Oscar Americano, 480 – Cidade Jardim/ Morumbi 11 3031-7052  

Parque Alfredo Volpi (acervo QUAPA)

 mais informações 

 

Buenos Aires
Av Angélica s/n, altura 1500 – Higienópolis 11 3666-8032  

parque Buenos Aires (acervo QUAPA)

mais informações 

 

Burle Marx
Av Dona Helena Pereira de Moraes, 200 – Campo Limpo 11 3746-7631  

parque Burle Marx (acervo QUAPA)

 mais informações

Cidade do Toronto
Av Cardeal Mota, 84 – City América/ Pirituba 11 3834-2176  

Parque Cidade de Toronto (acervo QUAPA)

mais informações


Ibirapuera

Av Pedro Álvares Cabral s/n –  Portão 10 – Vila Mariana 11 5574-5045/ 5505
  

Parque Ibirapuera (acervo QUAPA)

 mais informações

Independência
Av Nazareth s/n – Ipiranga 11 2273-7250  

parque Independência (acervo QUAPA)

 mais informações

Parque Villa lobos
Av. das Nações Unidas 

Parque Villa Lobos (acervo QUAPA)

Piqueri
Rua Tuiuti, 515 – Tatuapé 11 2097-2213 

Parque Piqueri (acervo QUAPA)

Povo
Rua Henrique Chamma, 590 –  Pinheiros 11 3078-6869  

Parque do Povo (acervo QUAPA)

Tenente Siqueira Campos – Trianon
Rua Peixoto Gomide, 949 – alt do nº1700 da Avenida Paulista – Cerqueira Cesar 11 3289-2160
  

Parque Trianon (acervo QUAPA)

Trote
Av Nadir Dias de Figueiredo, s/n – Vila Guilherme 11 2965-0165  

Parque do Trote (autor: PMSP)

Victor Civita
Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros 11 3037-8696/ 3031-3689  

Zilda Natel
R. Cardoso de Almeida com a Av. Dr. Arnaldo  

Linear Sapé
Localização: Rod Raposo Tavares até Av Eng Politécnico – Butantã  

Tarefa  

A tarefa consiste na realização de um levantamento técnico com as seguintes informações:
-planta
-foto aérea
-descrição do programa de atividades e usos;
                -circulações de pedestre (calçada, trilhas, rampas, escadas, passarelas)
                -circulações de veículos (ciclovia, via local, via de serviço, estacionamento, emergência)
                -pontos de ônibus, van, taxis.
-atividades de recreação e permanência ativa
                –futebol society, campo, poliesportiva, tênis, pipa e aeromodelismo, skate, patins, esportes aquáticos, artes marciais, pedalinho, área infantil, pingpong, xadrez, bocha.
-atividades de recreação passiva e seus usos:
                -deck, canteiro, anfiteatro,concha acústica, teatro de arena, estar/gramado, tomar sol, praia, meditação, religioso, contemplação, educação, jogos de mesa, alimentação, eventos, mirante, administração, manutenção.
-descrição dos usos da vegetação na composição de espaços.  

Recursos para elaboração das tarefas
Os trabalhos poderão utilizar ilustrações, vlogs, podcasts, fotologs e links.  

Registro do Trabalho
A apresentação será realizada por meio da postagem do material em http://helenadegreas.com.br 

Endereços eletrônicos
Acervo QUAPA
Disponível em: http://winweb.redealuno.usp.br/quapa/busca.asp

Parques: construindo o conceito por meio de uma pesquisa wiki

Prezados alunos da Disciplina: Introdução ao Projeto de Paisagismo,

bem-vindos ao nosso novo trabalho de pesquisa!

Parques urbanos: acervo QUAPASEL

Esta etapa de trabalho será dividida em três partes e terá a duração de duas semanas, servirndo de suporte para uma elaboração consciente do nosso conceito, programa, partido e projeto de parque.

O primeiro trabalho deverá ser realizado individualmente. Trata-se de uma pesquisa sobre o conceito de parque no Brasil e no mundo. O trabalho é colaborativo ou seja, a pesquisa de um dos membros da classe necessariamente deverá trazer novas abordagens, esclarecendo dúvidas ou reavaliando o material postado pelos demais alunos. Funcionará como um termo wiki.

Os demais trabalhos serão postados após a finalização deste.

Todas as citações, referências, ilustrações, vídeos, endereços eletrônicos obedecerão a NBR6023.

INICIANDO NOSSA PESQUISA

Tema

Os parques são equipamentos urbanos e fazem parte do sistema de espaços livres das cidades brasileiras. Na história do urbanismo, sua implantação no mundo generalizou-se a partir do século XIX abrigando vários usos e funções que as sociedades foram lhe atribuindo ao longo do tempo assumindo uma espécie de plurifuncionalidade. Pode-se afirmar que esta “acumulação” de usos e funções também seja responsável pelos diversos sentidos que estes espaços têm e também pelas diversas formas que assumem contemporaneamente.

Assim, solicita-se dos alunos que pesquisem e reflitam sobre o que é ou o que pode vir a ser um parque urbano hoje na cidade de São Paulo.

Vocês deverão postar suas pesquisas utilizando o campo comentários e aguardar a mediação do professor.

Objetivo do trabalho:
Compreender o significado do conceito Parque hoje.

Questões que deverão ser abordadas em seu trabalho:
_ o que é parque?
_ a que época pertence o conceito por você citado?
_ a que país, cidade ou região se refere esse conceito?
_ quem o criou? (citar fonte como por exemplo, Prefeitura do município de XXX, ou ainda, Dicionário, etc.)
_ que usos e funções o texto cita para ilustrar o conceito?
_as imagens por você inseridas ilustram o conceito por você descrito?

Para fins de avaliação os professores levarão em conta:
_qualidade das fontes de consulta
_respeito à NBR6023
_respeito às regras gramaticais
_questões respondidas
_ilustrações

Algumas fontes de consulta:

Endereços eletrônicos
Parque de São Paulo:
Disponível em:
http://www9.prefeitura.sp.gov.br/sitesvma/100_parques/parques_sp/index.php?p=173
Acesso: 22.08.2010 às 18:13:25

Bibliografia:
MACEDO, Silvio Soares in “Quadro do Paisagismo no Brasil”, São Paulo, 1999
MACEDO, Sílvio Soares “Espaços Livres”, in Paisagem e Ambiente n°7, São Paulo, 1995
MACEDO, Silvio Macedo & SAKATA, Francine Gramacho. Parques Urbanos no Brasil. São Paulo:Edusp

Teste para Audiodescrição: Capa da Revista XXX – edição de aniversário

Pensei muito antes de postar este material. Talvez retire daqui à pouco. Não sei.

Curso uma disciplina em Ead sobre webcolaborativa e seus recursos instrucionais e me deparei com a tarefa de aprender o que é um podcast e como utilizá-lo.

Pois bem. Enquanto estava de péssimo humor na frente de uma banca de jornal em plena tarde de sol na Rua Oscar Freire, vi a capa lindíssima de uma revista. Dava para comer com os olhos! tudo bem: sou chocólatra assumida e “addicted” por açúcar. Luto contra a balança uma vida inteira.

O bolo de festa da capa me encantou. Comprei a revista. Nem pensei duas vezes. No caminho, distraída que sou – dizem que ando sempre no “mundo da lua”, esbarrei num cão-guia que acompanhava uma moça que fazia compras na região. Pedi desculpas.

No caminho de volta surgiu a questão: a moça cega não conseguiria sentir o mesmo prazer que eu senti ao literalmente “comer a revista com olhos”. Não sei se a revista apresenta a versão em audiodescrição.

Chegando em casa a tal tarefa ainda por realizar; gravo ou não? Mas sobre o quê, afinal?

Lembrei-me enquanto folheava a receita da capa , da Dona Dorina Nowill, mulher que é quase mito. Lembrei-me das alegres crianças do Instituo de Cegos Padre Chico que correm pelos corredores e jardins do local. Detalhe: sem bengala. Conhecem cada centímetro de lá. E olhe que o lugar é grande…

Pensei na possibilidade de descrever a capa para quem não vê.

Tenho plena consciência de que não sou profissional em audiodescrição. Exatamente por isso peço desculpas a todos, inclusive aos deficientes visuais que por ventura venham a ouvir o material postado.

O que aprendi:
– a prestar mais atenção nas mídias focadas em educação. Em sua maioria são construídas em papel e atendem aquele que enxerga. Vamos mudar esta realidade.
– a prestar mais atenção aos detalhes. Enxergar a vida, não signica vê-la e compreendê-la em sua totalidade. Ficarei atenta.
– a capa que descrevi apresentava muito mais detalhes e qualidade que eu não havia percebido ainda na banca. Nã me arrependi. Ela é boa mesmo.
– descrevê-la foi dificílimo pois me faltavam as palavras adequadas para expressar um universo imenso de sensações. Não sei se obtive êxito.

Agradeço à minha superfilha (Stepnahie) que “limpou” parcialmente o material postado em arquivo de voz (foram retiradas as malditas vuvuzelas, sons de latidos, telefones., tosse, gagueira… rsrsrs). Infelizmente “a voz” não nasceu para locução e a entonação e dicção… são problemas à parte.

Desafio parcialmente cumprido pois tenho muito ainda para aprender.

Ops!  não citei o nome da revista e nem deixo a imagem exposta. Quem quiser participar da minha tarefa teste, ouça o podcast e só depois veja a capa.

Podcast: audiodescrição

Capa da Revista

🙂

Pelos Passeios de São Paulo: turismo sem barreiras (teste webquest)

Olá, turm@!

Sejam bem-vindos ao Fórum

Pelos Passeios de São Paulo: turismo sem barreiras

Introdução

Região da Luz (Roseli Castro e Jackeline Silva)

Todo cidadão brasileiro tem o direito de usufruir em igualdade de condições o que a cidade lhe oferece em termos de recreação, cultura e lazer. Os resultados do censo IBGE 2000 mostram que 14,5% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência física. Após estudos e pesquisas desenvolvidos neste semestre, nossas discussões apontaram para um conceito mais amplo adotado pela CIF – Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, cujo foco encontra-se não mais na incapcidade e doença, e sim, na compreensão dos domínios da saúde a ela relacionados (perspectiva do corpo, do indivíduo e da sociedade). Com isso, informações sobre a funcionalidade do corpo permitem uma visão mais ampla e generosa da população e podem ser utilizadas na tomada de decisões projetuais facilitando a interação social e o desenvolvimento das atividades comuns aos cotidiano das pessoas.

Vocês viram que muitos consideravam que a CIF (erroneamente) se referia apenas a pessoas com necessidades especiais, deficientes, entre outros. Na verdade, ela aplica-se a TODAS as pessoas, inclusive nós. Em suma: tem aplicação universal e viabiliza o projeto e o desenho de uma boa arquitetura e urbanismo para todos. 

Os dados do IBGE 2000 apontam para cerca de 24,5 milhões de pessoas que tem limitações relacionadas à estrutura do ambiente em que vivem e à comunidade, que dificultam ou inviabilizam sua inclusão social e o exercício de sua liberdade. Acrescente-se a essa situação o fato da população brasileira estar envelhecendo. Com a idade, o ser humano vai perdendo “aquisições” conquistadas. A acuidade visual diminui, a mobilidade torna-se reduzida entre outros sinais. Faz-se com isso necessária uma reflexão profunda sobre a contribuição dos profissionais vinculados á construção civil e ao planejamento urbano na construção de uma cidade mais acessível e socialmente inclusiva. Este trabalho avalia as condições de mobilidade e acesso de um dos principais pólos culturais de São Paulo: a região da Luz, localizada em área central que vem passando por processo de revitalização com o intuito de acolher uma população interessada em contemplar pontos de interesse arquitetônico, histórico e cultural da cidade. (texto livre elaborado a partir de relatório de avaliação do trabalho intitulado Pelos Passeios de São Paulo de Jakeline Silva e Roseli Castro)
Secretário explica como será o projeto “Nova Luz”

Fórum

Neste tópico, pretendo orientá-los sobre a discussão e a leitura de textos para o desenvolvimento da tarefa individual – desenvolvimento de projetos, que será cobrada ao final de nossos trabalhos neste fórum.

Neste fórum discutiremos sobre os instrumentos legais, normativos e administrativos disponíveis para a formulação e implantação de projetos urbanísticos e arquitetônicos acessíveis à população com enfoque especial ao atendimento dos princípios do Desenho Universal.

Em síntese, este fórum deverá reunir todas as informações apresentadas ao longo do semestre visando, à partir da aplicação dos conhecimentos por você adquiridos sobre o tema, ao desenvolvimento de um diagnóstico e pré-proposta de acessibilidade na região da Luz, São Paulo, capital.

Com isso, teremos as seguintes atividades:

Tarefa Individual (1): visita técnica à área de estudos e elaboração de breve relato sobre a história do local e seu patrimônio arquitetônico, urbanístico e paisagístico.
Tarefa coletiva (2): relatório de visita técnica e diagnóstico das condições de acessibilidade física da região estudada (entrega prevista para 21.07.2010) elaborado a partir das informações contidas neste fórum, leituras orientadas e visitas a sites indicados.
Tarefa Individual (3): proposta de intervenção urbanística e arquitetônica da região da Luz (início previsto para 22.07.2010 e entrega em 10.07.2010)

A tarefa de vocês será:

Tarefa Individual (1): participar da visita técnica que ocorrerá no dia 07.07.2010 às 8h00. Nosso encontro ocorrerá na estação Luz do metrô em frente às catracas. Você deverá levar material para registro da visita (anotação de apontamentos, imagens – áudio, vídeo).

Tarefa coletiva (2): elaborar pequenos textos ilustrados por imagens, áudios e desenhos sobre as conclusões referentes à visita técnica realizada no dia 07.07.2010. Lembrem-se que as condições de acessibilidade do ambiente físico urbano e arquitetônico deverão atender aos princípios do Desenho Universal. Por conseqüência atenderão também pessoas com deficiências funcionais. este material deverá ser disponibilizado no espaço “Comentários” deste post acrescido de seu nome e assunto relatado. Lembrem-se que o material postado deverá conter as fontes consultadas e não poderão ser simples “cópias” de textos, imagens ou áudios retirados de outras mídias digitais.

Tarefa Individual (3): a partir das informações disponibilizadas pelos membros no fórum, cada aluno deverá criar uma proposta de intervenção urbanística e arquitetônica da região da Luz com ênfase no percurso que inclui o Parque da Luz, Pinacoteca do Estado, Estação da Luz e Museu da Língua Portuguesa.

Os textos para acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos podem ser acessados:

Acessibilidade em trechos da Av. Paulista – Desenho das calçadas
Estação da Luz: acessibilidade das calçadas
NBR9050
sembarreiras
manual de insruções técnicas de acessibilidade para apoio ao projeto arquitetônico

Sites interssantes para pesquisa:
http://desenhouniversal.com
http://helenadegreas.com.br
http://turismoadaptado.wordpress.com/
http://www.vidamaislivre.com.br/

Introdução ao Projeto de Urbanismo: trabalhos finais (2010 – 1º semestre manhã)

OBJETIVOS DA DISCIPLINA

  • Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto urbano.
  • Desenvolver técnicas de observação, desenho e representação gráfica do espaço físico urbano.
  • Iniciar práticas de percepção mais atenta às configurações da cidade por meio das diversas formas de representação: do desenho ao modelo tridimensional, da observação direta à da cartografia e do uso de todos estes elementos para o processo projetual.
  • Estudar as relações visuais entre elementos que compõem o espaço urbano por meio de expressões gráficas e plásticas.
    Desenvolver as primeiras propostas projetuais, com ênfase na percepção e compreensão geral do espaço.

Professoras Responsáveis: Ana Cecília de Arruda Campos, Helena Napoleon Degreas

Relação dos trabalhos apresentados (primeiro semestre de 2010)

Equipe 1
equipe 1 (arquivo em PDF)
Thiago Bagarollo, Talita Guerra, Ieda Maria, Wilson Trega


Equipe 2
Danile Tavares, Renata Pereira, Vania Vendrúsculo, Vivian São Pedro 

projeto completo (PDF)

Equipe 3

Trabalho completo PDF

Equipe 4
Eric Rocha, Danilo Akiyama, Rafael Nogueira, Cristiano Souza
trabalho completo (PDF)

Desenho Universal: trabalhos acadêmicos do curso de Design de Interiores FIAM-FAAM

EMENTA

Estudo das questões projetuais da acessibilidade às edificações considerando os aspectos relacionados às pessoas portadoras de deficiência.

OBJETIVOS

  • Aprimorar o entendimento da influência das decisões arquitetônicas na acessibilidade e segurança de uso das edificações. Além disso, são aprofundados os conhecimentos sobre instrumentos que podem ser empregados para proporcionar melhores condições de acessibilidade resultando num projeto arquitetônico de qualidade e que atenda plenamente às necessidades do usuário final.
  • Melhorar a formação dos profissionais no conhecimento sobre acessibilidade, da situação do espaço construído em relação a sua adaptação às exigências da sociedade, das possibilidades de se obter maior desfrute dos espaços.
  • Planejamento e a adequação do ambiente urbano e dos sistemas de deslocamento sobre a cidade.
  • Estudar a Legislação relacionada ao tema.

CONTEÚDOS

Conceito de desenho universal.
Sociedade inclusiva
Cidade Acessível
Espaços acessíveis que atendam aos princípios do desenho universal.
Variedade de necessidades dos usuários, autonomia e independência.
Ambiente construído: a adequação e adaptabilidade da estrutura, das instalações.
Mobiliário e equipamentos adaptados
Garantias Legais de Acessibilidade

BIBLIOGRAFIA

CAMBIAGHI, Silvia. Desenho Universal: métodos e técnicas para arquitetos e urbanistas. São Paulo: SENAC, 2008.
MATARAZZO, Claudia. Vai encarar? : a nação quase invisível de pessoas com deficiência. São Paulo: Melhoramentos, 2009.
NBR 9050. Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificação, espaço, mobiliário e equipamento urbanos.
SÃO PAULO (Cidade) Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano. Comissão Permanente de Acessibilidade. Guia de acessibilidade em edificações. São Paulo: CPA, 2002.
Normas Técnicas

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

Biblioteca com diversos arquivos em PDF: Disponível em: http://www.desenhouniversal.com
acesso em 04.05.09 as 21:30:20

Guia de acessibilidade nas edificações. Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_edificacoes.pdf
acesso em 04.05.09 as 22:20:30

Guia de acessibilidade urbana: Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_urbana.pdf
acesso em 04.05.09 as 20:25:20

http://www.usp.br/fau/cursos/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aut0217/Mobiliario_Urbano_Antropometria.pdf
acesso em 04.05.09 as 24:32:25

http://helenadegreas.com.br Acesso em 07.01. 2010 as 11:11:28

http://derrubandobarreirasacessoparatodos.blogspot.com/ Acesso em 04.01.2010 as 11:12:35

O EXERCÍCIO:

Criar projeto de interiores para família composta por pai em cadeira de rodas (empresário bem sucedido que sofreu acidente recente e que trabalha como diretor jurídico em empresa de grande porte), mãe que trabalha fora (profissional liberal), dois filhos adolescentes. Todos eles gostam de receber amigos e viajar. Portanto, o pai que utiliza cadeira de rodas para locomoção, em algumas ocasiões e extamente como os demais membros da família, deverá cuidar dos afazeres domésticos sozinho ou ainda, em condições idênticas aos demais. Os ambientes devem assegurar não apenas segurança como também liberdade para executar tarefas diárias como cozinhar, cuidar das roupas, entre outros.
O projeto foi desafiador pois os ambientes criados deveriam ser compostos por mobiliários alegres, descolados (linguagens contemporâneas) e adequados para o uso e fruição de todos os membros da família.

RELAÇÃO DOS TRABALHOS

Alessandra Gallo –alessandra.gallo@eliane.com
Andrezza Gallo

Acessibilidade

Bianca Capasciuti – biponto@gmail.com;
Daiane Romar – daiane_romar@hotmail.com
Fernanda Ligia – fer.nanda.ligia@hotmail.com
Karina Gomes – kk_and@hotmail.com

projeto completo

Rafaela Ferraz (rafaela.f.campos@hotmail.com), Andreza, Cleber, Tatiana

banheiro de suíte acessível

projeto completo

Amanda Gomes; Carolina Lira; Luciana Perônico; Marina Castiglione

projeto completo

Bruna de Andrade – brunandrade@ig.com.br: Daniel de Matos – d.m7@hotmail.com
Fabiana Righi – fabiana.righi@hotmail.com: Lorany Serpa – lo_serpa@hotmail.com
Mariana Fedozzi – marianafedozzi@hotmail.com

projeto completo

Bruna Aguiar- Brunaaguiar.design@gmail.com

projeto completo

Flávio Monteiro – dflavio77@gmail.com

Nasceram os novos Blogfólios da turma de Design de Interiores!!!!


Projeto de paisagismo: Marcelo Schettini (1º 2009 marceloschetini@hotmail.com)

Depois de um semestre inteiro selecionando trabalhos, preparando as imagens e discutindo perfis e clientes, nasceram os blogfólios: portfólios digitais dos alunos da disciplina Portfólio do Centro Universitário FIAM-FAAM.

EMENTA
Elaboração de portfólio como resultado de trabalho acadêmico desenvolvido no curso de design de interiores.

OBJETIVOS
Preparar e organizar material de apresentação dos trabalhos desenvolvidos ao longo de todo o curso. Elaboração de portfólio acadêmico desenvolvido por meio de técnicas e teorias específicas. para esse semestre os trabalhos serão apresentados em mídia digital.

NOSSOS FUTUROS DESIGNERS DE INTERIORES!
ordem por envio de link

Anna Amélia Ribeiro

Amanda Harzheim

 

Camila Gomes

 

Bruna de Oliveira

Kamila Medeiros

Karina Isikawa

Marcela Stripeikis

 

Marina Corain

Mirian Moura

Zilda Santana

Blogs da Turma do 2º semestre de 2009

Design de Interiores: projetos de paisagismo para uma cobertura em área nobre de São Paulo

Projeto de Paisagismo: Designde Interiores

EMENTA
Desenvolvimento de projeto de paisagismo no âmbito do projeto de interiores. Representação e apresentação gráfica dos projetos de paisagismo: materiais de pisos, paredes e espécies vegetais. Introdução ao estudo da vegetação utilizada em ambientes internos e pequenas áreas externas.

OBJETIVOS

  • Introduzir fundamentos de utilização da vegetação no projeto de interiores e sua representação;
  • Apresentar os diferentes materiais empregados em pisos, paredes nos projetos de interiores, sua paginação, representação e quantificação;
  • Compreender as propriedades e características de cada tipo de piso e revestimento. Verificar os efeitos plásticos dos diferentes materiais.
  • Aplicara e representar vegetação em projeto de interiores;
  • Utilizar recursos gráficos na representação de pisos e vegetação.

EXERCÍCIO
Desenvolvimento de projeto de paisagismo em cobertura residencial. Família de alto poder aquisitivo composta por pai (profissional liberal da área de comunicações), mãe (artista plástica) e dois filhos (adultos). Gostam de receber amigos.
Marina Corain & Marcelo Góes (ver)

perspectiva da cobertura

 

Danielle Almeida e Kamila Medeiros (ver)

Projeto de paisagismo: cobertura

 

Mirian Moura (ver)

projeto de paisagismo: cobertura

marcela stripeikis (ver)

projeto de paisagismo: cobertura

Bruna de Oliveira e Camila Gomes (ver)

projeto de paisagismo: cobertura

 

 

 

Projeto de Paisagismo: cobertura

 
Daniele_Moreira_Souza (ver)

Projeto de Paisagismo: cobertura

Karina_Emily_Zilda (ver)

Projeto de Paisagismo: cobertura

Pedestrian Cities / Quality of Life

Prezados alunos da disciplina de urbanismo (manhã),Decidi deixar postado o artigo que li hoje à tarde pois imagino que seu conteúdos possam ser úteis ao projeto de setor urbano que estamos realizando nessas últimas semanas.Lembrem-se sempre: cidades são construídas pelos e para os seus cidadãos. passeios públicos adequadamente dimensionados, materiais e acabamentos bem utilizados, rampas acessíveis, espaços públicos generosos para com a população fgeram cidades mais gentis, acolhedoras, agradáveis e dignas.No texto, vocês poderão encontrar algumas das soluções adotadas pela cidade de Copenhagen. Próxima aula, conversaremos sobre o assunto e também sobre Jane Jacobs.

 Disponível em: http://newurbanism.org/pedestrian.html
Acesso: 04.05.2010 às 21:22:24

 
Sign up for our free newsletter: NewUrbanism.org   

 

 
 

pedestrian cities

Designing great places for the comfort and enjoyment of the pedestrian is one of the most important aspects of New Urbanism. Taken to the highest level of urbanism, the finest places in the world are cities with entire networks of car-free streets, known as pedestrian cities.   

 

Pedestrian cities are growing in popularity in many top regions around the world. The incredible beauty, enjoyment, and convenience a network of connected pedestrian streets and squares provides to the residents on a daily basis is unsurpassed. Being able to walk to a mix of shops, restaurants, newsstands, coffeehouses and open-air markets within car-free neighborhoods and work centers delivers the highest quality of life, and adds great variety and vitality to an area. Jane Jacobs calls this “an intricate and close-grained diversity of uses that give each other constant mutual support, both economically and socially.” There is a growing demand for entire city districts to be made pedestrian, and directly connected to a train line.

Venice

Venice, Italy is considered the greatest pedestrian city in the world because it contains the largest pedestrian street network completely free of cars. The entire city has no cars operating on its streets. The city is quite dense, yet the most relaxing and pleasant city in the world.

Copenhagen is another of the world’s great pedestrian cities. A recent issue of ‘Metropolis’ magazine talks about Copenhagen and its growing pedestrian street network. Although it’s blessed with certain inherited characteristics – such as a narrow medieval street grid – the city has worked steadily to improve the quality of its street life. In the 40 years since Copenhagen’s main street was turned into a pedestrian thoroughfare, city planners have taken numerous small steps to transform the city from a car-oriented place to a people-friendly one. “In Copenhagen, we have pioneered a method of systematically studying and recording people in the city,” says Jan Gehl, a Danish architect and co-author of ‘Public Spaces-Public Life’, a study on what makes the city’s urban spaces work. “After twenty years of research, we’ve been able to prove that these steps have created four times more public life.” Here is Copenhagen’s program for a more pedestrian-friendly city:

 
COPENHAGEN’S 10-STEP PROGRAM
1. CONVERT STREETS INTO PEDESTRIAN THOROUGHFARESThe city turned its traditional main street, Stroget, into a pedestrian thoroughfare in 1962. In succeeding decades they gradually added more pedestrian-only streets, linking them to pedestrian-priority streets, where walkers and cyclists have right-of-way but cars are allowed at low speeds.2. REDUCE TRAFFIC AND PARKING GRADUALLYTo keep traffic volume stable, the city reduced the number of cars in the city center by eliminating parking spaces at a rate of 2-3 percent per year. Between 1986 and 1996 the city eliminated about 600 spaces.

3. TURN PARKING LOTS INTO PUBLIC SQUARES

The act of creating pedestrian streets freed up parking lots, enabling the city to transform them into public squares.

4. KEEP SCALE DENSE AND LOW

Low-rise, densely spaced buildings allow breezes to pass over them, making the city center milder and less windy than the rest of Copenhagen.

5. HONOR THE HUMAN SCALE

The city’s modest scale and street grid make walking a pleasant experience; its historic buildings, with their stoops, awnings, and doorways, provide people with impromptu places to stand and sit.

6. POPULATE THE CORE

More than 6,800 residents now live in the city center. They’ve eliminated their dependence on cars, and at night their lighted windows give visiting pedestrians a feeling of safety.

7. ENCOURAGE STUDENT LIVING

Students who commute to school on bicycles don’t add to traffic congestion; on the contrary, their active presence, day and night, animates the city.

8. ADAPT THE CITYSCAPE TO CHANGING SEASONS

Outdoor cafes, public squares, and street performers attract thousands in the summer; skating rinks, heated benches, and gaslit heaters on street corners make winters in the city center enjoyable.

9. PROMOTE CYCLING AS A MAJOR MODE OF TRANSPORTATION

The city established new bike lanes and extended existing ones. They placed bike crossings – using space freed up by the elimination of parking – near intersections. Currently 34 percent of Copenhageners who work in the city bicycle to their jobs.

10. MAKE BICYCLES AVAILABLE

The city introduced the City Bike system in 1995, which allows anyone to borrow a bike from stands around the city for a small coin deposit. When finished, they simply leave them at any one of the 110 bike stands located around the city center and their money is refunded.

For more information, check out  New City Spaces  by Jan Gehl