Gosto do que faço, em especial programas, projetos e ações voltadas à cosntrução de um mundo mais digno, mais justo e igual.
Isso significa para mim que a maior violência cometida contra um ser humano é privá-lo de sua liberdade. Privá-lo, significa limitar ou suprimir as condições de escolha e de oportunidades de uma pessoa, retirando-lhe a condição de ser agente de sua vida.
Obviamente, a condição de agente está ligada e é diretamente influenciada pelas condicionates políticas, sociais, econômicas, religiosas… Aí encontra-se a raiz dos maiores males que afligem a todos. Se nem todos temos os mesmos direitos de escolha, teremos condições de alcançar justiça? pensem nisso.
Um livro bacana que fala sobre o assunto é Desenvolvimento como Liberdade de Amartya Sen. (prefácio)
Um conjunto de vídeos que utilizo muito em minhas aulas de Acessibilidade e Desenho Universal estão disponíveis no post que fala sobre Direitos Humanos. Vale assistir e refletir sobre cada um dos artigos apresentados no Post: Afinal, o que são os direitos humanos?
Foi com muito prazer que recebi o onvite da Profª Romi, coordenadora do curso de moda da FMU, para ministrar a disciplçina Programas Sociais ( Moda: programa de curso).
Para elaborar este trabalho, utilizei o livro Kisil, Rosana. Elaboração de Projetos e Propostas para Organizações da Sociedade Civil. 3a edição, São Paulo: Global, 2004. (coleção Gestão e sustentabilidade) além dos materais de aula dos cursos de Princípios e Práticas de Resp. Social nas Empresas e Princípios de Gestão Para Orgs de 3º Setor todos ministrados na Fundação Getulio Vargas – SP, FGV-SP, Brasil.
Prezadíssimos alunos dos primeiros semestres do curso de arquitetura e urbanismo,
Vamos recrutar voluntários para colaborar no levantamento que estamos realizando para a subprefeitura de Vila Mariana.
Trata-se de uma Atividade Complementar que pretende mapear as condições de acessibilidade, manutenção , uso e projeto de TODAS (sim, meus caros, TODAS) as praças do bairro de Vila Mariana. Esse trabalho é importantíssimo pois permitirá a compreensão e diagnóstico do que existe no bairro onde a sua faculdadae se encontra.
Se você é um aluno interessado, destemido ou simplesmente quer “queimar” as horas das Atividades Complementares com um trabalho exaustivo em boa companhia, aliste-se!
(sim, nossos veteranos são super receptivos e simpáticos…rs)
Deixe seu nome e email para contato no ítem Comentários. Saibam: os meninos do escritório estão ansiosamente aguardando por vocês, calouros…
As a Landscape Architect, Rene Bihan is very passionate about public space. He advocates for quality design through his professional project work and feels that there is also a need to educate the public on the both the meaning and importance of public space in our built environment. This is the first of a five part series called “What is a Park? ” where Bihan will use photography, video, interviews and drawings from the stakeholders of parks as a means of advocating for quality public space. For information visit: http://www.swagroup.com/advocacytopic/landscape-is-the-answer.html
Estudo das formas de organizar e produzir o espaço urbano; estudo das formas de organizar e produzir os espaços livres de edificação; projeto integrado de desenho urbano, arquitetura e paisagismo em escala local; fundamentos conceituais e metodológicos.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto de paisagismo; Aprender métodos de análise, diagnóstico e proposição de espaços livres; Desenvolver técnicas de desenho e representação gráfica do projeto de paisagismo; Introduzir o aluno no universo das práticas paisagísticas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O espaço livre enquanto universo de projeto: tipologias; Elemento vegetal como instrumento de projeto; Programa de atividades; Condicionantes de projeto (orientação solar, vistas e entorno, morfologia do relevo, vegetação existente, ventos e ruídos) ; Zoneamento espacial e funcional, Plano de massas, estudo preliminar e pré-projeto.
Representação gráfica; Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas
METODOLOGIA DE ENSINO
Serão adotados aulas expositivas, seminários, debates e visitas técnicas, dando-se ênfase às práticas monitoradas e constantes de ateliê, caracterizadas por exercícios de investigação gráfica assistida, buscando-se alcançar a aplicabilidade prática dos conteúdos apresentados e discutidos em campo e em classe:
1. Desenvolvimento de projetos assistidos por atendimentos em grupo;
2. Organização de seminários para análise e debate comuns de modo a facilitar e estimular o intercâmbio entre os alunos;
3. Apresentação de projetos para debate de métodos e conteúdos, visando o estabelecimento de critérios de avaliação, análise e trabalho;
4. Aulas expositivas abordando conceitos e temas relacionados ao conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas pela classe;
5. Seminários de apresentação e debate dos trabalhos individuais em desenvolvimento pelos alunos em cada uma das suas etapas;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações serão realizadas a partir da entrega de exercícios, da participação e do material apresentado nos seminários. Essas avaliações levarão em conta tanto a participação ativa e o interesse individual do aluno quanto o resultado de sua aprendizagem, avaliada através dos trabalhos e tarefas apresentados no transcorrer do semestre, na conceituação do tema e projeto, na contextualização da proposta e no nível de desenvolvimento e representação do anteprojeto.
BERTAUSKY, Toni. Plan Graphics For The Landscape Designer. New York: Prentice Hall, 2006
GEHL, L. & GEMZOE, L. Novos espaços urbanos. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
Paisagem e Ambiente: ensaios / USP/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, n. 1– São Paulo: FAUUSP, 1986
MACEDO, S.S. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1999.
MACEDO, S.S. & SAKATA, F. Parques urbanos no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2002.
NIEMEYER, C. A. da Costa. Parques infantis de São Paulo, São Paulo: ANNABLUME, 2002.
MOTLOCH, John L. Introduction to landscape design. New York: John Wiley Professio , 2000 . http://migre.me/fSAH
SIQUEIRA, V. B. Burle Marx. São Paulo, Cosac e Naify, 2001.
Aproveitanbdo a oportunidade, vocês estão asistindo todos os dias inúmeras entrevistas, artigos e reportagens que falam do uso da bicicleta em nossas terras… Fica aí a dica: por aqui pode até ser novidade, mas lá fora, em países civilizados, a bicicleta é meio de trasnporte há tempos!!!
Elaboração de portfólio como resultado de trabalho acadêmico desenvolvido no curso de design de interiores.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Preparar e organizar material de apresentação dos trabalhos desenvolvidos ao longo de todo o curso. Elaboração de portfólio acadêmico desenvolvido por meio de técnicas e teorias específicas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
. Conceitos e definições de portfólio;
. Público alvo
. Seleção dos trabalhos individuais;
. Tipologias e Ferramentas;
. Novas mídias e redes sociais
. Apresentação Final do portfólio
METODOLOGIA DE ENSINO
As aulas consistem em breves exposições teóricas e desenvolvimento continuado de exercícios individuais em sala. Serão solicitados exercícios e/ou pesquisas extraclasse.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua e cumulativa e baseada no acompanhamento dos trabalhos aula a aula. A nota final do semestre será resultante da avaliação geral da produção em sala, dos exercícios sugeridos como pesquisa e de uma prova final.
Critérios de avaliação:
. Interesse, participação em sala de aula, postura adequada e desenvolvimento integral dos exercícios propostos. .Correta aplicação dos conteúdos adquiridos e qualidade gráfica. Pontualidade nas entregas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LINTON, Harold. Diseño de portfólios. Barcelona: GG, 2000.
CARTER, Rob. Diseñando con tipografia – libros, revistas e boletins. Barcelona: Rotovision SA, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHING, Francis. Dicionário Visual de Arquitetura. São Paulo, Martins Fontes, 1999.
HULRBURT, Allen. Layout: o design da página impressa. São Paulo: Nobel, 2002.
Estudo das questões projetuais da acessibilidade às edificações considerando os aspectos relacionados às pessoas portadoras de deficiência.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Aprimorar o entendimento da influência das decisões arquitetônicas na acessibilidade e segurança de uso das edificações. Além disso, são aprofundados os conhecimentos sobre instrumentos que podem ser empregados para proporcionar melhores condições de acessibilidade resultando num projeto arquitetônico de qualidade e que atenda plenamente às necessidades do usuário final.
Melhorar a formação dos profissionais no conhecimento sobre acessibilidade, da situação do espaço construído em relação a sua adaptação às exigências da sociedade, das possibilidades de se obter maior desfrute dos espaços.
Planejamento e a adequação do ambiente urbano e dos sistemas de deslocamento sobre a cidade.
Estudar a Legislação relacionada ao tema.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Conceito de desenho universal.
Sociedade inclusiva
Cidade Acessível
Espaços acessíveis que atendam aos princípios do desenho universal.
Variedade de necessidades dos usuários, autonomia e independência.
Ambiente construído: a adequação e adaptabilidade da estrutura, das instalações.
Mobiliário e equipamentos adaptados
Garantias Legais de Acessibilidade
METODOLOGIA DE ENSINO
Palestras, aulas teóricas e exercícios práticos.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os alunos serão avaliados pela participação em aula, no desenvolvimento dos exercícios e seminários propostos, e realização da prova. A freqüência será aferida pela lista de presença.
O trabalho foi desenvolvido para atender à demanda de uma comunidade que pretende criar cursos de formação profissional de curta duração para adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O local escolhido pela comunidade situa-se sobre o leito carroçável de uma via não implantada e que pertence ao conjutno habitacional.
Conjunto Habitacional Garagem: projeto para unidade de formação profissional
Alunos: Renê de Castro (renedcastro@gmail.com), Charbel Choumar (charbel.choumar@gmail.com), Davi Orosco Franschiose (davi.orosco@hotmail.com)
Local: Rua Sapupira s/n Quadra C – São Miguel Paulista, São Paulo, SP.
Orientador: Drª Helena Degreas
Cliente: Prefeitura Municipal de Diadema, Secretaria de Serviços e Obras, Secretário Luiz Carlos Teófilo
Projeto: Revitalização da Praça Camões em Diadema-SP
Alunos: Douglas Penteado (douglaspenteado@yahoo.com.br), Eddie Humberto Giovane Consorte (eddieconsorte@ig.com.br), Elias Martins Junior (arquitetura@elias.arq.br )
Tutor: Drª Helena Degreas
Cliente: Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos (Largo Paissandu), Sr. Jean Nascimento.
Projeto: Reformulação dos espaços de cozinha, sanitários e áreas de reunião/ atendimento do subsolo da Igreja.
Entorno:
Projeto de acessibilidade para a entrada da Igreja, reorganização do local de queimada de velas (inadequado ao uso), estudo de viabilidade para cercamento do local com o objetivo de organizar as atividades sociais e eventos comunitários nas áreas externas, separando o espaço público do privado (devido à grande quantidade de moradores de rua e dependentes químicos que se encontram no entorno).
Cozinha/ Lavanderia:
Iluminação, troca da pia, balcão e utensílios como fogão, coifa e geladeira.
Remover o tanque que fica na lavanderia.
Sala de despensa:
Organização do espaço com armários, pintura, manutenção das janelas e projeto de iluminação. (Um ponto negativo é o forte odor que fica na despensa, como também na cozinha, devido à falta de grades no entorno da igreja.
Sanitários:
Realocar chuveiro, vaso e pia ampliando condições de uso.
Salão principal:
Galeria de artes com fotos históricas (parede dos fundos), armários com doações de roupas (projetar gavetas para organização), iluminação foco no monumento que fica no centro do salão. Além de ser usado para as refeições dos funcionários, o espaço é utilizado para o ensaio do coral com aproximadamente 20 pessoas (realocar o órgão para um local apropriado). Encontrar um local de destaque para a primeira “pá” utilizada na construção da igreja e organizar a sala onde a mesma se encontra. (entregue)
Salão/Quarto do padre:
Organizar o sótão e melhorar seu acesso (acesso por uma escada de madeira de 1914), restauração da pintura das paredes, corpo de Cristo (iluminação no corpo, pintura nas paredes e fechamento em vidro), restaurar pia de porcelana, consertar a fiação aparente na entrada desse salão. (em estudo)
Restauração:
Restaurar e encontrar local apropriado para as imagens (há muitas imagens, fotos e monumentos não visíveis). (em estudo)
Galeria:
É utilizada pelo coral e possui um órgão. Quem toca o instrumento não consegue ter visão do padre que está dirigindo a missa, por isso a colocação de espelhos nas paredes laterais foi sugerida. As caixas de som não funcionam. (em estudo)
Administração:
A igreja não possui uma área administrativa, criar um escritório administrativo com uma mesa de trabalho para o padre. (em estudo)
Igreja:
Restaurar alguns bancos e projetar iluminação de LED nas imagens que mostram o trajeto do calvário nos pilares da igreja. As mesas de procissão localizam-se nos fundos da igreja, pois não há espaço suficiente (encontrar local adequado para as mesmas). (em estudo)
E não é que chegamos ao final do semestre? Parabéns a todos os alunos e espero que os conteúdos aprendidos sejam utilizados na elaboração de projetos que deixem nossas cidades mais acessíveis (foi “duro” calcular as inclinações das rampas e passeios… inesquecível… rs) a todos os cidadãos, mais adequadas ao flanar urbano (sem aquele amontoado de equipamentos como quadras para isso, mesinhas para aquilo…rsrsrsr) sem atividades dirigidas para a recreação ativa e, em especial, com a utilização de elemtnos como água, pisos com diversas paginações, iluminação noturna e sombreamentos bem legais.
Tema: Projeto de praça: qualificação paisagística (morfológica e funcional) de uma área pública destinada a praça. O trabalho deverá contemplar um diagnóstico da área a ser trabalhada (estudo de inserção urbana, transporte, população, atividades do entorno, visuais a manter e a barrar, sons, morfologia do terreno, vegetação existente, etc) um programa de atividades compatível com as necessidades do lugar, zoneamento funcional e plano de massas, pré-projeto contendo: locação da vegetação, mobiliários e equipamentos urbanos, paginação de pisos).
Objetivo: compreensão do conceito, do programa de atividades, de sua inserção no contexto urbano e do modo de projetar uma praça.
Método:
Aula: expositiva do professor
Elaboração de modelo para compreensão do projeto
Elaboração de desenho técnico do estudo preliminar da praça identificando a
volumetria dos elementos vegetais, paginação de pisos, locação de mobiliários
urbanos (bancos, postes de iluminação, etc.) e dos equipamentos (pontos de
ônibus, bancas, repuxos de água, etc.)
Equipes: 4 a 5 alunos
Tempo de duração: 7 semanas (4horas aula por semana)
Escala: 1:200
Avaliação:
Cada equipe tem 15 minutos para expor o seu trabalho. O trabalho depois de
avaliado deverá ser publicado no site da turma: http:/helenadegreas.wordpress.com
Além da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da
apresentação em PowerPoint. Além
da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da
apresentação em PowerPoint.