Deficiência Visual: um pouco sobre o assunto

Alunos do escritório-modelo e do curso de moda, bom dia!

Hoje vamos falar um pouco sobre a deficiência visual.

Para que possamos desenvolver nossas atvidades, precisaremos conhecer as características de nossos clientes e, em especial, suas necessidades.

E a deficiência, como pode ser entendida?

O termo deficiência pode ser entendido como todo e qualquer comprometimento que afeta a integridade da pessoa e traz prejuízos na sua locomoção, na coordenação de movimentos, na fala, na compreensão de informações, na orientação espacial ou na percepção e contato com as outras pessoas (Artigo 3o do Decreto federal nº 3.298/1999). Doravante, utilizaremos o termo pessoa com deficiência utilizado no texto da Convenção Internacional sobre os Direitos das pessoas com Deficiência para fins de discussão e apresentação de projetos em sala de aula.

A CIF é uma classificação de saúde e dos estados relacionados à saúde.

RESUMINDO: DEFICIENTE NÃO É DOENTE

Muito além da definição do conceito “deficiente” como algo falho, imperfeito e incompleto, a CIF define componentes de saúde e de bem-estar à ela relacionados (tais como educação e trabalho). Seus domínios são da saúde e relacionados à saúde. Ao agrupar sistematicamente diferentes domínios de uma pessoa em determinada condição de saúde, ela identifica o que uma pessoa pode ou não pode fazer.

A funcionalidade dessa forma, engloba todas as funções do corpo, atividades e participação.

A incapacidade é um termo que incluiu deficiências, limiação da atividade ou restrição na participação.

O que considerar no ato de projeto:

Funções e estruturas do corpo e deficiências
Definições:
As funções do corpo são as funções fisiológicas dos sistemas orgânicos (incluindo as funções psicológicas)
As estruturas do corpo são as partes anatômicas do corpo, tais como, órgãos, membros e seus componentes.
Deficiências são problemas nas funções ou na estrutura do corpo, tais como, um desvio importante ou uma perda.

Atividades e Participação/limitações da atividade e restrições na participação
Definições:
Atividade é a execução de uma tarefa ou ação por um indivíduo.
Participação é o envolvimento numa situação da vida.
Limitações da atividade são dificuldades que um indivíduo pode encontrar na execução de atividades.
Restrições na participação são problemas que um indivíduo pode experimentar no envolvimento em situações reais da vida.

O que é tecnologia assistiva? e para que serve ?

Tecnologia assistiva é o nome utilizado para identificar todo o conjunto de recursos e de serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover sua independência e inclusão colaborando na na viabilização de demandas comumente solicitads em ambientes domésticos e sociais.

O maior ou o menor grau de independência e autonomia dos indivíduos com deficiência em suas atividades, são determinados pelo contexto ambiental onde vivem.

Não se avaliam mais apenas as condições de saúde/doença do indivíduo; são também consideradas também o contexto do ambiente físico e social pelas diferentes percepções culturais e atitudes em relação à deficiência e pela disponibilidade de serviços e de legislação.
(Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde)

Como o texto anterior se materializa em nossos projetos? Por onde começar? Como fazer em nosso trabalho?

Relações comunitárias:
.               utilização de serviços, tecnologias, equipamentos públicos e privados da/na comunidade;
.               participação em atividades e/ou ambientes coletivos;
.               participação em eventos e/ou na comunidade;
.               locomoção na comunidade;
.               relacionamento social com vizinhos, conhecidos e pessoas desconhecidas da comunidade.

Vida diária em seu lar e Atividades Ocupacionais

O que vê quem não vê?

Deficiência Visual
É  a perda ou redução da capacidade visual em ambos olhos em caráter definitivo e que não possa ser melhorada ou corrigida com uso de tratamento cirúrgico, clínico e/ou lentes.
O Decreto 3298 considera deficiente visual a pessoa que tem dificuldade  ou impossibilidade de enxergar a uma distância de 6 metros o que uma pessoa sem deficiência enxergaria a 60 metros, após a melhor correção, ou que tenha o campo visual (área de percepção visual) limitada a 20%, ou com ambas as situações;

CEGOS: têm somente a percepção da luz ou que não têm nenhuma visão e precisam aprender através do método Braille e de meios de comunicação que não estejam relacionados com o uso da visão.

VISÃO PARCIAL: têm limitações da visão à distância, mas são capazes de ver objetos e materiais quando estão a poucos centímetros ou no máximo a meio metro de distância.

VISÃO REDUZIDA: são considerados com visão indivíduos que podem ter seu problema corrigido por cirurgias ou pela utilização de lentes.

Como não sou uma profissional vinculada à área da medicina ocular e afins, deixo aqui algumas imagens (e também hiperlinks para a wikipédia) e descrições (contraídas – não visíveis) das principais deficiências visuais para que vocês possam compreender um pouco melhor o nosso universo de trabalho.

Glaucoma




Catarata




Degenaração Macular



Retinite Diabética


Daltonismo


Resumindo:

– Nosso cliente é saudável (deficiência não é doença)
– Nosso cliente tem um comprometimento em uma das estruturas do seu corpo. Esta estrutura deveria estar adaptada ao exercício de uma determinada função. A função desta estrutura é sensorial e deveria propiciar juntamente com os outros sentidos (olfato, tato e paladar) nosso relacionamento com o ambiente externo ou o mundo que nos rodeia. Esta função consiste na habilidade de detectar a luz e de interpretá-la .
– nosso cliente quer participar do evento como você e eu;
– nosso cliente quer saber o que está acontecendo no evento;
– nosso cliente precisa de tecnologias assistivas. É para isso que fomos chamados. Temos que criar objetos que possam colaborar na compreensão do que está acontecendo e para os deficientes visuais possam interagir com as demais pessoas. Em suma: ele também quer participar, comentar e se divertir.

Links para consulta

https://helenadegreas.wordpress.com/2010/02/05/deficiencia-definicao-e-classificacao/

https://helenadegreas.wordpress.com/2010/02/01/ser-diferente-e-normal/

https://helenadegreas.wordpress.com/2010/03/04/desenho-universal-tecnologias-assistivas/

http://www.once.es/otros/trato/trato.htm

http://www.brasilmedia.com/Baixa-visao.html

http://deficienciavisual.com.sapo.pt/index.htm

E, para quem quer ouvir uma audiodescrição…

https://helenadegreas.wordpress.com/2010/11/16/de-olhos-bem-fechados-urban-gallery-e-tofer-chin-para-quem-nao-ve/

https://helenadegreas.wordpress.com/2010/07/09/teste-para-audiodescricao-capa-da-revista-xxx-edicao-de-aniversario/

Desenho Universal: projeto para um apartamento acessível (turma 2º/2010)

Estudo das questões projetuais da acessibilidade às edificações considerando os aspectos relacionados às pessoas portadoras de deficiência.

OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Aprimorar o entendimento da influência das decisões arquitetônicas na acessibilidade e segurança de uso das edificações. Além disso, são aprofundados os conhecimentos sobre instrumentos que podem ser empregados para proporcionar melhores condições de acessibilidade resultando num projeto arquitetônico de qualidade e que atenda plenamente às necessidades do usuário final.
Melhorar a formação dos profissionais no conhecimento sobre acessibilidade, da situação do espaço construído em relação a sua adaptação às exigências da sociedade, das possibilidades de se obter maior desfrute dos espaços.
Planejamento e a adequação do ambiente urbano e dos sistemas de deslocamento sobre a cidade.
Estudar a Legislação relacionada ao tema.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de desenho universal; Sociedade inclusiva; Cidade Acessível; Espaços acessíveis que atendam aos princípios do desenho universal; Variedade de necessidades dos usuários, autonomia e independência; Ambiente construído: a adequação e adaptabilidade da estrutura, das instalações; Mobiliário e equipamentos adaptados; Garantias Legais de Acessibilidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAMBIAGHI, Silvia. Desenho Universal: métodos e técnicas para arquitetos e urbanistas. São Paulo: SENAC, 2008.
MATARAZZO, Claudia. Vai encarar? : a nação quase invisível de pessoas com deficiência. São Paulo: Melhoramentos, 2009.
NBR 9050. Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificação, espaço, mobiliário e equipamento urbanos.
SÃO PAULO (Cidade) Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano. Comissão Permanente de Acessibilidade. Guia de acessibilidade em edificações. São Paulo: CPA, 2002.
Normas Técnicas.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GOLDSMITH, Selwyn. Design for the disabled. New York: McGraww-Hill Book, 1990.
PREISER, Wolfgang F.E.; OSTROFF, Eliane (editors). Universal Design Handbook. New York: Mc. Graw Hill, 2001.

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS

Biblioteca com diversos arquivos em PDF: Disponível em: http://www.desenhouniversal.com
acesso em 04.05.09 as 21:30:20
Guia de acessibilidade nas edificações. Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_edificacoes.pdf
acesso em 04.05.09 as 22:20:30
Guia de acessibilidade urbana: Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_urbana.pdf
acesso em 04.05.09 as 20:25:20
http://www.usp.br/fau/cursos/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aut0217/Mobiliario_Urbano_Antropometria.pdf
acesso em 04.05.09 as 24:32:25
http://helenadegreas.com.br
Acesso em 07.01. 2010 as 11:11:28
http://derrubandobarreirasacessoparatodos.blogspot.com/
Acesso em 04.01.2010 as 11:12:35

O Exercício
Desenvolver o layout de um apartamento para um casal com dois filhos pequenos gêmeos. A mãe é jornalista e o pai advogado paraplégico. O casal gosta de receber amigos e familiares com bastante frequência. A cozinha deve ser acessível para o advogado que gosta de elaborar pratos e lanches para sua mulher e filhos.

Os Trabalhos

Danielle Almeida e Marina Corain

Projeto Completo


Leandro Oliveira
Projeto Completo
Camila Gomes e Bruna de Oliveira

planta: layout
planta baixa do closet (senhor)
planta baixa do BANHEIRO (senhor)
PERSPECTIVAS dos ambientes projetados

 

Amanda Harzheim e Anna Amélia Ribeiro

pesquisa e perspectivas
planta baixa layout

 

Marcelo Góes e Marcela Stripelkis

 

 

planta baixa
pesquisa e perspectivas

 

Danielle Souza e Karina Isikawa

Banheiro do Casal (com deficiência) – Mostra D&D

Este post tem por objetivo colaborar no trabalho de pesquisa dos alunos da disciplina  de Acessibilidade que hoje ministro no curso de Design de Interiores do Centro Universitário FIAM-FAAM.

Reiterando, o conceito não deve ser associado a pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou ainda com alguma necessidade especial temporária apenas.  Todos os nossos clientes tem direito de usufruir de ambientes acessíveis e principalmente usáveis.

Por isso decidi falar sobre a Mostra D&D Casa e Corporativo que aconteceu em junho e julho de 2010. Alguns dos ambientes criados foram projetados por designers, decoradores e arquitetos para pessoas com deficiência mas posso afirmar que grande parte dos espaços resultantes atendem aos princípios do Desenho Universal.

Este é o segundo post da mostra. Para acessar o primeiro – Dormitório para um casal de idosos, clique aqui.

Banheiro do Casal

Banheiro Casa Acessível D&D

No banheiro do casal, o arquiteto  Robson Gonzales utilizou um lavatório suspenso com ajuste elétrico de altura o que permite que pessoas de qualquer estatura, idade, deficiência ou necessidade especial possam utilizar o equipamento com conforto e segurança. O comando em forma de alavanca está localizado na parede. Peças deste tipo facilitam o manuseio de pessoas que apresentam algum tipo de deficiência funcional nos membros superiores.
Nas fotos vocês verão que os misturadores da torneira foram colocados na bancada, para facilitar o alcance e o manuseio.
Alunos, prestem atenção no Sifão! as pessoas em cadeira de rodas tem a sensibilidade das pernas prejudicada isso significa que podem machucar-se com a colocação tradicional do sifão fixo logo abaixo da pia. Na foto, você perceberá que o sifão é flexível para evitar batidas.
Verifiquem o espelho. Ele está inclinado e atende tanto uma pessoa com uma estatura menor quanto alguém que encontra-se sentado. A visão da pessoa em pé não é prejudicada. Testei e aprovei.
Cantos de todas as peças são arrendodados. Situação que considero ótima para todos pois evita hematomas…

Ficha Técnica

Aquário
Cadeira de Rodas

Cortina para box e gaveteiro
Espelho
Equipamentos (vaso, pia, banco)
Iluminação
Louça, materiais sanitários
Marcenaria: Amóbio Dutra (11 96792992)
Mármores e Granitos
Mármores e Granitos: 11 36263571
Papel de Parede
Pintura: Osmar Araújo: 11-83305257
Quadros
Rodatelo: Voni (11 98184705)
Tintas
Válvula de descarga:

Algumas dicas

 

Dimensões e alturas (armários, vaso, etc.)

Casa e Imóvel

Dormitório para um casal de idosos – Mostra D&D

Este post tem por objetivo colaborar no trabalho de pesquisa dos alunos da disciplina  de Acessibilidade que hoje ministro no curso de Design de Interiores do Centro Universitário FIAM-FAAM.

Desde já peço desculpas pela qualidade (ou falta de…) de algumas fotos que estão literalmente “fora de foco”. A essas “alturas do campeonato” não me bastasse a miopia, o alto astigmatismo e leve estrabismo (imperceptível) que tenho desde quando nasci, ganhei com o passar dos anos além de muita experiência, maturidade e alguns quilos, também uma certa presbiopia que chamo de esquizofrênica graças a sua “instabilidade” ao longo do dia. (rsrsrs). Tenham paciência com a teacher pois decidi não utilizar fontes de terceiros… Portanto as fotos vão desfocadas mesmo… rsrsrs

Hoje vamos falar sobre o Projeto de Design de Interiores e suas qualidades. Além das soluções criativas, técnicas e esteticamente adequadas à cultura contemporânea, nossos projetos devem trazer qualidade ao cotidiano de vida dos nossos clientes.

Isso significa ressaltar  aspectos vinculados não só à funcionalidade como também à usabilidade dos ambientes e objetos que compõem os espaços criados com conforto e segurança.

Tenho certeza que vocês estarão pensando:
Eu já aprendi isso … ou ainda … eu já faço isso… grande novidade… meu projetos levam em conta o bem estar dos meus clientes… e por aí vai…

Pois eu posso afirmar: Não pensam não e não fazem ainda.

Exemplos:
_ você consegue guardar objetos nos armários de um modo geral? inclusive nos pontos mais altos?
_ você tem alguém mais velho ou com dor nas costas em sua casa ou ambiente de trabalho que vive reclamando das tomadas baixas nos ambientes?
_ a pia de sua cozinha ou do seu banhiero está na alura adequada para seu uso?
_ você cabe ou consegue trocar de roupa nos provadores de lojas?
_ abrir embalagens (pacotes de leite, latas de achocolatados, vidros de conservas, etc) com facilidade e sem fazer sujeira?
_ já ganhou hematomas batendo na quina de algum móvel, tropeçando em tapete/carpete, etc?

Se você respondeu não para alguma das questões anteriores, saiba que está na hora de falarmos sobre o Desenho Universal e seus 7 princípios de projeto. As discussões hoje sobre o tema concentram-se na concepção de produtos, meios de comunicação e ambientes que possam ser utilizados por todas as pessoas, qualquer que seja a idade, estatura ou capacidade, o maior tempo possível e sem a necessidade de adaptação ou auxílio.
Em suma: o conceito não deve ser associado a pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou ainda com alguma necessidade especial temporária apenas.  Todos os nossos clientes tem direito de usufruir de ambientes acessíveis.

Por isso decidi falar sobre a Mostra D&D Casa e Corporativo que aconteceu em junho e julho de 2010. Alguns dos ambientes criados foram projetados por designers, decoradores e arquitetos para pessoas com deficiência mas posso afirmar que grande parte dos espaços resultantes atendem aos princípios do Desenho Universal.

Dormitório do Casal

Projetado por Glen Finch , o dormitório foi concebido para atender as necessidade de um casal de idosos. Mas afinal, quais são as necessidades de um idoso? Com o tempo, vamos perdendo algumas das nossas “aquisições”. Andar não é mais tão fácil, o fôlego fica mais curto, algumas doenças podem afetar nossa capacidade cognitiva, nossa visão, nossa audição, nossa mobilidade… Alguém ja ouviu pai, mãe, tios ou pessoas mais velhas do que vocês reclamando da idade ou lembrando como era mais fácil subir numa escada sem ficar com tontura ou medo de cair por exemplo?

 No ambiente fotografado, você poderá observar alguns situações criadas pelo arquiteto. São elas:
_ Os caminhos estão livres e são amplos permitindo uma passagem segura entre um ambiente e outro. Pode passar portanto um idoso andando ou em cadeira de rodas tranquilamente pois não há fios, objetos, tapetes, cantos de móveis.
_ Os tapetes estão fixos no chão e, principalmente, no mesmo nível evitando aquele “degrau” que apesar de pequeno inviabiliza a subida de uma cadeira de rodas. Isso significa que você deverá “embutir” os carpetes, capachos, etc evitando com essa atitude possíveis tropeços e quedas. O mesmo ocorre com o piso selecionado. E por falar em pisos, evite aqueles que são “lisos” e escorregadios para sapatos que não são emborrachados na sola. Tentem encontrar materiais e fabricantes que produzam pisos antiderrapantes… Em idade mais avançada, uma queda pode ser “fatal”.
_ A iluminação é muito importante. no caso, o projetista optou correta e elegantemente por uma iluminação de piso com o objetivo de orientar os usuários.
_ Camas e cadeiras devem atender a um idoso sentado confortavelmente estando na altura dos joelhos . Com a idade, levantar é um problem(de 45 a 50cm do chão) a principalmente em poltronas e sofás baixos e macios. Alguém já viu na própria família um avô por exemplo pedir auxílio para “sair do sofá”? Liberdade, qualidade de vida e dignidade andam sempre todas juntas… lembram da aula sobre direios humanos?
_ Tomadas baixas devem ser colocadas numa altura em que o idoso não precise abaixar-se para ligar qualquer tipo de aparelho .
_  Móveis, utilize apenas aqueles “sólidos” como diria a minha avó… rs e essenciais. São eles: poltronas ou cadeiras para que possam calçar os sapatos com facilidade por exemplo. Aquela utilizada pelo designer é muito boa.
_ sobre a mesa de cabeceira (que deve estar uns 10cm mais alta da cama e ter bordas arredondadas), ao lado da cama, sempre coloque um telefone para o caso de algum problema surgir.
_ Mostra Acessível
_ Mais dicas num blog bacana. Vale conhecer!
_ Desenho Universal

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Ficha Técnica

Carpete by Beaulieu
Móveis by TrendCasualHome
Dominici Iluminação e projetos
Objetos diversos by Tok Stock
Papel de Parede: Bucalo

Cama e cadeira de massagem Sleep Beds
Vidros e Espelhos by Saccaro
Cortinas ou Persianas by Luri decorações

Tintas by Sherwin Willians

Diagnóstico e proposta de acessibilidade: Região da Luz

Desenvolvido pelos alunos do Escritório Modelo Digital do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário FIAM-FAAM, o trabalho avaliou as condições de acessibilidade sob uma ótica singular de alguns dos pontos turísticos mais antigos da cidade de São Paulo: Parque da Luz, Estação da Luz, Museu da Lingua Portuguesa e Pinacoteca do Estado.

Situações-Problema proposta ao grupo:
– É possível a um turista com mobilidade reduzida fazer o mesmo roteiro cultural  (com um dia de duração) que um turista sem problemas de mobilidade?

A partir deste ponto, os alunos avaliaram as possíveis formas de acesso de um turista (metrô, automóvel particular, trem, taxi, ônibus, estacionamentos, etc), e as características de ingresso aos edifícios avaliados a partir de sua chegada (acesso frontal, lateral, barreiras, etc.).

A partir daí, definiram o seguinte roteiro cultural:
– Estação da Luz, Museu da Lingua Portuguesa, Pinacoteca do Estado e Parque da Luz.
Formas de Acesso:
– Metrô Luz, CPTM, Auto particular, táxi, transporte coletivo, estacionamentos.

Região Luz: roteiro para diagnóstico 

O trabalho completo em PDF encontra-se aqui
EMD I – DIAGNOSTICO[1]

O trabalho final com apresentação de diretrizes para solução dos problemas:
EMD I – SOLUCOES[1]

Alunos:
Cecília Castello Serra
Débora Caroline Silva
Paloma Mesquita Queiroz (paloma_mesquita@hotmail.com)
Ricardo Del Pozzo (ricodp@uol.com.br)
setembro/2010

Teste para Audiodescrição: Capa da Revista XXX – edição de aniversário

Pensei muito antes de postar este material. Talvez retire daqui à pouco. Não sei.

Curso uma disciplina em Ead sobre webcolaborativa e seus recursos instrucionais e me deparei com a tarefa de aprender o que é um podcast e como utilizá-lo.

Pois bem. Enquanto estava de péssimo humor na frente de uma banca de jornal em plena tarde de sol na Rua Oscar Freire, vi a capa lindíssima de uma revista. Dava para comer com os olhos! tudo bem: sou chocólatra assumida e “addicted” por açúcar. Luto contra a balança uma vida inteira.

O bolo de festa da capa me encantou. Comprei a revista. Nem pensei duas vezes. No caminho, distraída que sou – dizem que ando sempre no “mundo da lua”, esbarrei num cão-guia que acompanhava uma moça que fazia compras na região. Pedi desculpas.

No caminho de volta surgiu a questão: a moça cega não conseguiria sentir o mesmo prazer que eu senti ao literalmente “comer a revista com olhos”. Não sei se a revista apresenta a versão em audiodescrição.

Chegando em casa a tal tarefa ainda por realizar; gravo ou não? Mas sobre o quê, afinal?

Lembrei-me enquanto folheava a receita da capa , da Dona Dorina Nowill, mulher que é quase mito. Lembrei-me das alegres crianças do Instituo de Cegos Padre Chico que correm pelos corredores e jardins do local. Detalhe: sem bengala. Conhecem cada centímetro de lá. E olhe que o lugar é grande…

Pensei na possibilidade de descrever a capa para quem não vê.

Tenho plena consciência de que não sou profissional em audiodescrição. Exatamente por isso peço desculpas a todos, inclusive aos deficientes visuais que por ventura venham a ouvir o material postado.

O que aprendi:
– a prestar mais atenção nas mídias focadas em educação. Em sua maioria são construídas em papel e atendem aquele que enxerga. Vamos mudar esta realidade.
– a prestar mais atenção aos detalhes. Enxergar a vida, não signica vê-la e compreendê-la em sua totalidade. Ficarei atenta.
– a capa que descrevi apresentava muito mais detalhes e qualidade que eu não havia percebido ainda na banca. Nã me arrependi. Ela é boa mesmo.
– descrevê-la foi dificílimo pois me faltavam as palavras adequadas para expressar um universo imenso de sensações. Não sei se obtive êxito.

Agradeço à minha superfilha (Stepnahie) que “limpou” parcialmente o material postado em arquivo de voz (foram retiradas as malditas vuvuzelas, sons de latidos, telefones., tosse, gagueira… rsrsrs). Infelizmente “a voz” não nasceu para locução e a entonação e dicção… são problemas à parte.

Desafio parcialmente cumprido pois tenho muito ainda para aprender.

Ops!  não citei o nome da revista e nem deixo a imagem exposta. Quem quiser participar da minha tarefa teste, ouça o podcast e só depois veja a capa.

Podcast: audiodescrição

Capa da Revista

🙂

Pelos Passeios de São Paulo: turismo sem barreiras (teste webquest)

Olá, turm@!

Sejam bem-vindos ao Fórum

Pelos Passeios de São Paulo: turismo sem barreiras

Introdução

Região da Luz (Roseli Castro e Jackeline Silva)

Todo cidadão brasileiro tem o direito de usufruir em igualdade de condições o que a cidade lhe oferece em termos de recreação, cultura e lazer. Os resultados do censo IBGE 2000 mostram que 14,5% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência física. Após estudos e pesquisas desenvolvidos neste semestre, nossas discussões apontaram para um conceito mais amplo adotado pela CIF – Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, cujo foco encontra-se não mais na incapcidade e doença, e sim, na compreensão dos domínios da saúde a ela relacionados (perspectiva do corpo, do indivíduo e da sociedade). Com isso, informações sobre a funcionalidade do corpo permitem uma visão mais ampla e generosa da população e podem ser utilizadas na tomada de decisões projetuais facilitando a interação social e o desenvolvimento das atividades comuns aos cotidiano das pessoas.

Vocês viram que muitos consideravam que a CIF (erroneamente) se referia apenas a pessoas com necessidades especiais, deficientes, entre outros. Na verdade, ela aplica-se a TODAS as pessoas, inclusive nós. Em suma: tem aplicação universal e viabiliza o projeto e o desenho de uma boa arquitetura e urbanismo para todos. 

Os dados do IBGE 2000 apontam para cerca de 24,5 milhões de pessoas que tem limitações relacionadas à estrutura do ambiente em que vivem e à comunidade, que dificultam ou inviabilizam sua inclusão social e o exercício de sua liberdade. Acrescente-se a essa situação o fato da população brasileira estar envelhecendo. Com a idade, o ser humano vai perdendo “aquisições” conquistadas. A acuidade visual diminui, a mobilidade torna-se reduzida entre outros sinais. Faz-se com isso necessária uma reflexão profunda sobre a contribuição dos profissionais vinculados á construção civil e ao planejamento urbano na construção de uma cidade mais acessível e socialmente inclusiva. Este trabalho avalia as condições de mobilidade e acesso de um dos principais pólos culturais de São Paulo: a região da Luz, localizada em área central que vem passando por processo de revitalização com o intuito de acolher uma população interessada em contemplar pontos de interesse arquitetônico, histórico e cultural da cidade. (texto livre elaborado a partir de relatório de avaliação do trabalho intitulado Pelos Passeios de São Paulo de Jakeline Silva e Roseli Castro)
Secretário explica como será o projeto “Nova Luz”

Fórum

Neste tópico, pretendo orientá-los sobre a discussão e a leitura de textos para o desenvolvimento da tarefa individual – desenvolvimento de projetos, que será cobrada ao final de nossos trabalhos neste fórum.

Neste fórum discutiremos sobre os instrumentos legais, normativos e administrativos disponíveis para a formulação e implantação de projetos urbanísticos e arquitetônicos acessíveis à população com enfoque especial ao atendimento dos princípios do Desenho Universal.

Em síntese, este fórum deverá reunir todas as informações apresentadas ao longo do semestre visando, à partir da aplicação dos conhecimentos por você adquiridos sobre o tema, ao desenvolvimento de um diagnóstico e pré-proposta de acessibilidade na região da Luz, São Paulo, capital.

Com isso, teremos as seguintes atividades:

Tarefa Individual (1): visita técnica à área de estudos e elaboração de breve relato sobre a história do local e seu patrimônio arquitetônico, urbanístico e paisagístico.
Tarefa coletiva (2): relatório de visita técnica e diagnóstico das condições de acessibilidade física da região estudada (entrega prevista para 21.07.2010) elaborado a partir das informações contidas neste fórum, leituras orientadas e visitas a sites indicados.
Tarefa Individual (3): proposta de intervenção urbanística e arquitetônica da região da Luz (início previsto para 22.07.2010 e entrega em 10.07.2010)

A tarefa de vocês será:

Tarefa Individual (1): participar da visita técnica que ocorrerá no dia 07.07.2010 às 8h00. Nosso encontro ocorrerá na estação Luz do metrô em frente às catracas. Você deverá levar material para registro da visita (anotação de apontamentos, imagens – áudio, vídeo).

Tarefa coletiva (2): elaborar pequenos textos ilustrados por imagens, áudios e desenhos sobre as conclusões referentes à visita técnica realizada no dia 07.07.2010. Lembrem-se que as condições de acessibilidade do ambiente físico urbano e arquitetônico deverão atender aos princípios do Desenho Universal. Por conseqüência atenderão também pessoas com deficiências funcionais. este material deverá ser disponibilizado no espaço “Comentários” deste post acrescido de seu nome e assunto relatado. Lembrem-se que o material postado deverá conter as fontes consultadas e não poderão ser simples “cópias” de textos, imagens ou áudios retirados de outras mídias digitais.

Tarefa Individual (3): a partir das informações disponibilizadas pelos membros no fórum, cada aluno deverá criar uma proposta de intervenção urbanística e arquitetônica da região da Luz com ênfase no percurso que inclui o Parque da Luz, Pinacoteca do Estado, Estação da Luz e Museu da Língua Portuguesa.

Os textos para acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos podem ser acessados:

Acessibilidade em trechos da Av. Paulista – Desenho das calçadas
Estação da Luz: acessibilidade das calçadas
NBR9050
sembarreiras
manual de insruções técnicas de acessibilidade para apoio ao projeto arquitetônico

Sites interssantes para pesquisa:
http://desenhouniversal.com
http://helenadegreas.com.br
http://turismoadaptado.wordpress.com/
http://www.vidamaislivre.com.br/

Desenho Universal: trabalhos acadêmicos do curso de Design de Interiores FIAM-FAAM

EMENTA

Estudo das questões projetuais da acessibilidade às edificações considerando os aspectos relacionados às pessoas portadoras de deficiência.

OBJETIVOS

  • Aprimorar o entendimento da influência das decisões arquitetônicas na acessibilidade e segurança de uso das edificações. Além disso, são aprofundados os conhecimentos sobre instrumentos que podem ser empregados para proporcionar melhores condições de acessibilidade resultando num projeto arquitetônico de qualidade e que atenda plenamente às necessidades do usuário final.
  • Melhorar a formação dos profissionais no conhecimento sobre acessibilidade, da situação do espaço construído em relação a sua adaptação às exigências da sociedade, das possibilidades de se obter maior desfrute dos espaços.
  • Planejamento e a adequação do ambiente urbano e dos sistemas de deslocamento sobre a cidade.
  • Estudar a Legislação relacionada ao tema.

CONTEÚDOS

Conceito de desenho universal.
Sociedade inclusiva
Cidade Acessível
Espaços acessíveis que atendam aos princípios do desenho universal.
Variedade de necessidades dos usuários, autonomia e independência.
Ambiente construído: a adequação e adaptabilidade da estrutura, das instalações.
Mobiliário e equipamentos adaptados
Garantias Legais de Acessibilidade

BIBLIOGRAFIA

CAMBIAGHI, Silvia. Desenho Universal: métodos e técnicas para arquitetos e urbanistas. São Paulo: SENAC, 2008.
MATARAZZO, Claudia. Vai encarar? : a nação quase invisível de pessoas com deficiência. São Paulo: Melhoramentos, 2009.
NBR 9050. Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificação, espaço, mobiliário e equipamento urbanos.
SÃO PAULO (Cidade) Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano. Comissão Permanente de Acessibilidade. Guia de acessibilidade em edificações. São Paulo: CPA, 2002.
Normas Técnicas

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

Biblioteca com diversos arquivos em PDF: Disponível em: http://www.desenhouniversal.com
acesso em 04.05.09 as 21:30:20

Guia de acessibilidade nas edificações. Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_edificacoes.pdf
acesso em 04.05.09 as 22:20:30

Guia de acessibilidade urbana: Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_urbana.pdf
acesso em 04.05.09 as 20:25:20

http://www.usp.br/fau/cursos/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aut0217/Mobiliario_Urbano_Antropometria.pdf
acesso em 04.05.09 as 24:32:25

http://helenadegreas.com.br Acesso em 07.01. 2010 as 11:11:28

http://derrubandobarreirasacessoparatodos.blogspot.com/ Acesso em 04.01.2010 as 11:12:35

O EXERCÍCIO:

Criar projeto de interiores para família composta por pai em cadeira de rodas (empresário bem sucedido que sofreu acidente recente e que trabalha como diretor jurídico em empresa de grande porte), mãe que trabalha fora (profissional liberal), dois filhos adolescentes. Todos eles gostam de receber amigos e viajar. Portanto, o pai que utiliza cadeira de rodas para locomoção, em algumas ocasiões e extamente como os demais membros da família, deverá cuidar dos afazeres domésticos sozinho ou ainda, em condições idênticas aos demais. Os ambientes devem assegurar não apenas segurança como também liberdade para executar tarefas diárias como cozinhar, cuidar das roupas, entre outros.
O projeto foi desafiador pois os ambientes criados deveriam ser compostos por mobiliários alegres, descolados (linguagens contemporâneas) e adequados para o uso e fruição de todos os membros da família.

RELAÇÃO DOS TRABALHOS

Alessandra Gallo –alessandra.gallo@eliane.com
Andrezza Gallo

Acessibilidade

Bianca Capasciuti – biponto@gmail.com;
Daiane Romar – daiane_romar@hotmail.com
Fernanda Ligia – fer.nanda.ligia@hotmail.com
Karina Gomes – kk_and@hotmail.com

projeto completo

Rafaela Ferraz (rafaela.f.campos@hotmail.com), Andreza, Cleber, Tatiana

banheiro de suíte acessível

projeto completo

Amanda Gomes; Carolina Lira; Luciana Perônico; Marina Castiglione

projeto completo

Bruna de Andrade – brunandrade@ig.com.br: Daniel de Matos – d.m7@hotmail.com
Fabiana Righi – fabiana.righi@hotmail.com: Lorany Serpa – lo_serpa@hotmail.com
Mariana Fedozzi – marianafedozzi@hotmail.com

projeto completo

Bruna Aguiar- Brunaaguiar.design@gmail.com

projeto completo

Flávio Monteiro – dflavio77@gmail.com

Star Treck

startrek01_MushiComics (http://www.mushi-san.com/archives/014389.php)
startrek02_MushiComics (http://www.mushi-san.com/archives/014389.php)
startrek03_MushiComics (http://www.mushi-san.com/archives/014389.php)

Desenho Universal: tecnologias assistivas

Hoje vamos aprender um pouco mais sobre tecnologia assistiva e sua importância na vida de uma pessoa com deficiência.

Tecnologia assistiva é o nome utilizado para identificar todo o conjunto de recursos e de serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover sua independência e inclusão colaborando na viabilização de demandas comumente solicitadas em ambientes domésticos e sociais.

Fazemos uso constante de ferramentas que foram especialmente desenvolvidas para favorecer e simplificar nossas atividades cotidianas, como os talheres, canetas, computadores, controle remoto, automóveis, telefones celulares, relógio, enfim, uma interminável lista de recursos, que já estão assimilados a nossa rotina…
http://www.assistiva.com.br/

Já vimos anteriormente que o maior ou o menor grau de independência e autonomia dos indivíduos com deficiência em suas atividades, são determinados pelo contexto ambiental onde vivem. Reiterando, está em curso uma mudança de paradigma no pensar e trabalhar as questões da deficiência e incapacidade. Essa nova reflexão constitui-se num instrumento importante para a avaliação das condições de vida e para a promoção das políticas de inclusão. Não se avaliam mais apenas as condições de saúde/doença do indivíduo; são também consideradas também o contexto do ambiente físico e social pelas diferentes percepções culturais e atitudes em relação à deficiência e pela disponibilidade de serviços e de legislação. (Classificação Internacional deFuncionalidade, Incapacidade e Saúde)

Cabe a nós profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo, design e paisagismo, um importante papel na disseminação das boas práticas de projeto (aplicando-se os princípios do desenho universal), atendendo as demandas do maior número de pessoas com necessidades distintas.

Vamos ao trabalho. Como o texto anterior se materializa em nossos projetos? Por onde começar?

Vida diária em seu lar:
.               cuidados pessoais, auto-gerenciamento e segurança;
.               cuidados com objetos, animais, plantas;
.               cuidados com a casa e atividades típicas de manutenção e cuidados do lar;
.               preparo de refeições;
.               lavagem, secagem, guarda de roupa e acessórios.
.               circulação em todos os ambientes
.               interações com pessoas e familiares no ambiente.

DormitórioMenino por Renata Melo (desenhouniversal.com)

Atividades Ocupacionais:
.               arrumação e manutenção do local onde vive e/ou trabalha;
.               atitudes e responsabilidades perante o trabalho;
.               desenvolvimento de tarefas relacionadas ao trabalho
.               serviços e ocupações no ambiente de trabalho

Novela Viver a Vida. Unidade Universal para Informática. No ar dia 23.02.2010

Relações comunitárias:
.               utilização de serviços, tecnologias, equipamentos públicos e privados da/na comunidade;
.               participação em atividades e/ou ambientes coletivos;
.               participação em eventos e/ou na comunidade;
.               locomoção na comunidade;
.               relacionamento social com vizinhos, conhecidos e pessoas desconhecidas da comunidade.

Telefone Público metro SP por Renata Melo
MuseudoFutebol2009 Foto de Sérgio Cavalcanti (desenhouniversal.com)
Borda iluminada (desenhouniversal.com)

Links interessantes
http://desenhouniversal.com