Aluna: Leila Carolina Arissa Vargas
Orientador: Drª Helena Degreas
Continuando o assunto iniciado no post “O que é terceiro setor?“, daremos início à segunda etapa de nosso curso. Vamos neste momento, falar um pouco mais sobre organização de um projeto social: sua concepção, planejamento e gestão.
Utilizei como referências de leitura vários artigos e cursos que realizei ao longo da minha lém das experiências que tive quando coordenei o curso de arquitetura e urbanismo da Universidade São Marcos na área extensionista. Acrescento também, o trabalho muito legal que desenvolvi por cinco anos juntamente com meus sócio-fundadores na minha super, hiper. mega ONG – APAF -Associação Paulista de Apoio à Família.
Deixarei aqui também um arquivo em ppp onde mostrarei o desenvolvimento do projeto social ” Curso de Hospitalidade” realizado em 2007/2008 para a APAF com alguns resultados dirigido pela Profª Daniela Flores. O projeto objetivava inserir mulheres em situação de vulnebilidade social no mercado de trabalho vinculado à área de hospitalidade na região da subprefeitura Sé. A área de atução foi escolhida a partir de pesquisa junto à secretaria de trabalho e posteriormente secretaria de turismo da prefeitura o município de São Paulo. Entendemos à época por hospitalidade as áreas vinculadas à prestação de serviços em bares, hotéis e restaurantes nos setores de atendimento ao cliente, preparo de alimentos, governança e lavanderia.
O trabalho foi alterado (todos os projetos e ações devem ser continuamente adaptados e modificados para atender as demandas dos novos grupos e realidades sociais) e permanece firme e forte até hoje, atendendo centenas de mães em situação de vulnerabilidade social.
Apresentação: seminário FOHB 2008 – Projeto social – exemplo
(FOHB –Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil e APAF – Associação Paulista de Apoio à Família)
Sugestões para sua formação:
Kisil, Rosana. Elaboração de Projetos e Propostas para Organizações da Sociedade Civil. 3a edição, São Paulo: Global, 2004. (coleção Gestão e sustentabilidade)
Fiz também alguns cursos rápidos. Quem tiver disponibilidade de tempo e recursos, recomendo:
Princípios e Práticas de Resp. Social nas Empresas e Princípios de Gestão Para Orgs de 3º Setor todos ministrados na Fundação Getulio Vargas – SP, FGV-SP, Brasil.

Gosto do que faço, em especial programas, projetos e ações voltadas à cosntrução de um mundo mais digno, mais justo e igual.
Isso significa para mim que a maior violência cometida contra um ser humano é privá-lo de sua liberdade. Privá-lo, significa limitar ou suprimir as condições de escolha e de oportunidades de uma pessoa, retirando-lhe a condição de ser agente de sua vida.
Obviamente, a condição de agente está ligada e é diretamente influenciada pelas condicionates políticas, sociais, econômicas, religiosas… Aí encontra-se a raiz dos maiores males que afligem a todos. Se nem todos temos os mesmos direitos de escolha, teremos condições de alcançar justiça? pensem nisso.
Um livro bacana que fala sobre o assunto é Desenvolvimento como Liberdade de Amartya Sen. (prefácio)
Um conjunto de vídeos que utilizo muito em minhas aulas de Acessibilidade e Desenho Universal estão disponíveis no post que fala sobre Direitos Humanos. Vale assistir e refletir sobre cada um dos artigos apresentados no Post: Afinal, o que são os direitos humanos?
Foi com muito prazer que recebi o onvite da Profª Romi, coordenadora do curso de moda da FMU, para ministrar a disciplçina Programas Sociais ( Moda: programa de curso).
Para elaborar este trabalho, utilizei o livro Kisil, Rosana. Elaboração de Projetos e Propostas para Organizações da Sociedade Civil. 3a edição, São Paulo: Global, 2004. (coleção Gestão e sustentabilidade) além dos materais de aula dos cursos de Princípios e Práticas de Resp. Social nas Empresas e Princípios de Gestão Para Orgs de 3º Setor todos ministrados na Fundação Getulio Vargas – SP, FGV-SP, Brasil.
Prezadíssimos alunos dos primeiros semestres do curso de arquitetura e urbanismo,
Vamos recrutar voluntários para colaborar no levantamento que estamos realizando para a subprefeitura de Vila Mariana.
Trata-se de uma Atividade Complementar que pretende mapear as condições de acessibilidade, manutenção , uso e projeto de TODAS (sim, meus caros, TODAS) as praças do bairro de Vila Mariana. Esse trabalho é importantíssimo pois permitirá a compreensão e diagnóstico do que existe no bairro onde a sua faculdadae se encontra.
Se você é um aluno interessado, destemido ou simplesmente quer “queimar” as horas das Atividades Complementares com um trabalho exaustivo em boa companhia, aliste-se!
Deixe seu nome e email para contato no ítem Comentários. Saibam: os meninos do escritório estão ansiosamente aguardando por vocês, calouros…
sorte a todos,
Helena Degreas
Tutora do Escritório
As a Landscape Architect, Rene Bihan is very passionate about public space. He advocates for quality design through his professional project work and feels that there is also a need to educate the public on the both the meaning and importance of public space in our built environment. This is the first of a five part series called “What is a Park? ” where Bihan will use photography, video, interviews and drawings from the stakeholders of parks as a means of advocating for quality public space. For information visit:
http://www.swagroup.com/advocacytopic/landscape-is-the-answer.html
part one
EMENTA
Estudo das formas de organizar e produzir o espaço urbano; estudo das formas de organizar e produzir os espaços livres de edificação; projeto integrado de desenho urbano, arquitetura e paisagismo em escala local; fundamentos conceituais e metodológicos.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto de paisagismo; Aprender métodos de análise, diagnóstico e proposição de espaços livres; Desenvolver técnicas de desenho e representação gráfica do projeto de paisagismo; Introduzir o aluno no universo das práticas paisagísticas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O espaço livre enquanto universo de projeto: tipologias; Elemento vegetal como instrumento de projeto; Programa de atividades; Condicionantes de projeto (orientação solar, vistas e entorno, morfologia do relevo, vegetação existente, ventos e ruídos) ; Zoneamento espacial e funcional, Plano de massas, estudo preliminar e pré-projeto.
Representação gráfica; Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas
METODOLOGIA DE ENSINO
Serão adotados aulas expositivas, seminários, debates e visitas técnicas, dando-se ênfase às práticas monitoradas e constantes de ateliê, caracterizadas por exercícios de investigação gráfica assistida, buscando-se alcançar a aplicabilidade prática dos conteúdos apresentados e discutidos em campo e em classe:
1. Desenvolvimento de projetos assistidos por atendimentos em grupo;
2. Organização de seminários para análise e debate comuns de modo a facilitar e estimular o intercâmbio entre os alunos;
3. Apresentação de projetos para debate de métodos e conteúdos, visando o estabelecimento de critérios de avaliação, análise e trabalho;
4. Aulas expositivas abordando conceitos e temas relacionados ao conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas pela classe;
5. Seminários de apresentação e debate dos trabalhos individuais em desenvolvimento pelos alunos em cada uma das suas etapas;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações serão realizadas a partir da entrega de exercícios, da participação e do material apresentado nos seminários. Essas avaliações levarão em conta tanto a participação ativa e o interesse individual do aluno quanto o resultado de sua aprendizagem, avaliada através dos trabalhos e tarefas apresentados no transcorrer do semestre, na conceituação do tema e projeto, na contextualização da proposta e no nível de desenvolvimento e representação do anteprojeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBUD, B. Criando paisagens: Guia de Trabalho em Arquitetura Paisagística. São Paulo, SENAC, 2006.
ALEX, Sun. Projeto de Praça. São Paulo: SENAC, 2008.
MACEDO, S.S. & ROBBA, F. Praças brasileiras. São Paulo, EDUSP, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERTAUSKY, Toni. Plan Graphics For The Landscape Designer. New York: Prentice Hall, 2006
GEHL, L. & GEMZOE, L. Novos espaços urbanos. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
Paisagem e Ambiente: ensaios / USP/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, n. 1– São Paulo: FAUUSP, 1986
MACEDO, S.S. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1999.
MACEDO, S.S. & SAKATA, F. Parques urbanos no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2002.
NIEMEYER, C. A. da Costa. Parques infantis de São Paulo, São Paulo: ANNABLUME, 2002.
MOTLOCH, John L. Introduction to landscape design. New York: John Wiley Professio , 2000 . http://migre.me/fSAH
SIQUEIRA, V. B. Burle Marx. São Paulo, Cosac e Naify, 2001.
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS
https://helenadegreas.wordpress.com
http://auladepaisagismo.wordpress.com
http://winweb.redealuno.usp.br/quapa/
Recado:
Se vocês quiserem conhecer os trabalhos (sobre parques) realizados pelos alunos dos semestres anteriores entrem em:
Turma do 2º 2010
exercício 1 : Plano de massas com uso de vegetação (vejam o facebook dos colegas e comentem…)
Aproveitanbdo a oportunidade, vocês estão asistindo todos os dias inúmeras entrevistas, artigos e reportagens que falam do uso da bicicleta em nossas terras… Fica aí a dica: por aqui pode até ser novidade, mas lá fora, em países civilizados, a bicicleta é meio de trasnporte há tempos!!!
Mais um vídeo bacana sobre revitalização de áreas urbanas por meio de praças. Madison Square – NY
http://www.youtube.com/watch?v=JayaLpUV9nY&feature=player_embedded
EMENTA
Elaboração de portfólio como resultado de trabalho acadêmico desenvolvido no curso de design de interiores.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Preparar e organizar material de apresentação dos trabalhos desenvolvidos ao longo de todo o curso. Elaboração de portfólio acadêmico desenvolvido por meio de técnicas e teorias específicas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
. Conceitos e definições de portfólio;
. Público alvo
. Seleção dos trabalhos individuais;
. Tipologias e Ferramentas;
. Novas mídias e redes sociais
. Apresentação Final do portfólio
METODOLOGIA DE ENSINO
As aulas consistem em breves exposições teóricas e desenvolvimento continuado de exercícios individuais em sala. Serão solicitados exercícios e/ou pesquisas extraclasse.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua e cumulativa e baseada no acompanhamento dos trabalhos aula a aula. A nota final do semestre será resultante da avaliação geral da produção em sala, dos exercícios sugeridos como pesquisa e de uma prova final.
Critérios de avaliação:
. Interesse, participação em sala de aula, postura adequada e desenvolvimento integral dos exercícios propostos. .Correta aplicação dos conteúdos adquiridos e qualidade gráfica. Pontualidade nas entregas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LINTON, Harold. Diseño de portfólios. Barcelona: GG, 2000.
CARTER, Rob. Diseñando con tipografia – libros, revistas e boletins. Barcelona: Rotovision SA, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHING, Francis. Dicionário Visual de Arquitetura. São Paulo, Martins Fontes, 1999.
HULRBURT, Allen. Layout: o design da página impressa. São Paulo: Nobel, 2002.
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS
https://helenadegreas.wordpress.com
http://helenadegreas.com.br
http://twitter.com/helenadegreas
http://facebook.com.br/helenadegreas
http://flickr.com/helenadegreas
http://www.youtube.com/profahelenadegreas
http://m.pinterest.com/helenadegreas/
Blogfólios Digitais de alguns dos alunos: vale uma visitinha!
http://valeriastos.wordpress.com/
http://lucasduartedesign.wordpress.com/
http://rosasclaras.wordpress.com/
http://franamaralinteriores.wordpress.com/
http://marciohenriques.wordpress.com/
http://daniellecamargo.wordpress.com/
http://anarusso.wordpress.com/
http://debarry.wordpress.com/
http://pinhomarina.wordpress.com/
http://nanaferreiradesign.wordpress.com/
http://camilajesusmelo.wordpress.com/
EMENTA
Estudo das questões projetuais da acessibilidade às edificações considerando os aspectos relacionados às pessoas portadoras de deficiência.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Aprimorar o entendimento da influência das decisões arquitetônicas na acessibilidade e segurança de uso das edificações. Além disso, são aprofundados os conhecimentos sobre instrumentos que podem ser empregados para proporcionar melhores condições de acessibilidade resultando num projeto arquitetônico de qualidade e que atenda plenamente às necessidades do usuário final.
Melhorar a formação dos profissionais no conhecimento sobre acessibilidade, da situação do espaço construído em relação a sua adaptação às exigências da sociedade, das possibilidades de se obter maior desfrute dos espaços.
Planejamento e a adequação do ambiente urbano e dos sistemas de deslocamento sobre a cidade.
Estudar a Legislação relacionada ao tema.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Conceito de desenho universal.
Sociedade inclusiva
Cidade Acessível
Espaços acessíveis que atendam aos princípios do desenho universal.
Variedade de necessidades dos usuários, autonomia e independência.
Ambiente construído: a adequação e adaptabilidade da estrutura, das instalações.
Mobiliário e equipamentos adaptados
Garantias Legais de Acessibilidade
METODOLOGIA DE ENSINO
Palestras, aulas teóricas e exercícios práticos.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os alunos serão avaliados pela participação em aula, no desenvolvimento dos exercícios e seminários propostos, e realização da prova. A freqüência será aferida pela lista de presença.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PRADO, Adriana R. De Almeida. Desenho Universal – Caminhos da Acessibilidade no Brasil, São Paulo: Annablume, 2010.
Livro Mobilidade Acessível na Cidade de São Paulo PDF.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOLDSMITH, Selwyn. Design for the disabled. New York: McGraww-Hill Book, 1990.
PREISER, Wolfgang F.E.; OSTROFF, Eliane (editors). Universal Design Handbook. New
York: Mc. Graw Hill, 2001.
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS
Biblioteca com diversos arquivos em PDF: Disponível em: http://www.desenhouniversal.com
acesso em 04.05.09 as 21:30:20
Guia de acessibilidade nas edificações. Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_edificacoes.pdf
acesso em 04.05.09 as 22:20:30
Guia de acessibilidade urbana: Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_urbana.pdf
acesso em 04.05.09 as 20:25:20
http://www.usp.br/fau/cursos/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aut0217/Mobiliario_Urbano_Antropometria.pdf
acesso em 04.05.09 as 24:32:25
http://helenadegreas.com.br Acesso em 07.01. 2010 as 11:11:28 e http://helenadegreas.wodpress.com
http://derrubandobarreirasacessoparatodos.blogspot.com/ Acesso em 04.01.2010 as 11:12:35
O trabalho foi desenvolvido para atender à demanda de uma comunidade que pretende criar cursos de formação profissional de curta duração para adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O local escolhido pela comunidade situa-se sobre o leito carroçável de uma via não implantada e que pertence ao conjutno habitacional.
Conjunto Habitacional Garagem: projeto para unidade de formação profissional
Alunos: Renê de Castro (renedcastro@gmail.com), Charbel Choumar (charbel.choumar@gmail.com), Davi Orosco Franschiose (davi.orosco@hotmail.com)
Local: Rua Sapupira s/n Quadra C – São Miguel Paulista, São Paulo, SP.
Orientador: Drª Helena Degreas