Vídeo muito bacana que explica nossa profissão… Somos arquitetos, projetamos sonhos…
Divirtam-se!
Helena
Vídeo muito bacana que explica nossa profissão… Somos arquitetos, projetamos sonhos…
Divirtam-se!
Helena
Cliente: subprefeitura Vila Mariana
Alunos: Daniela Ponce Bueno e Andréia Gomes Carmo
Local: praça Washington Gomes Campos
Tutor: Drª Helena Degreas
Diagnóstico: prancha 1
Projeto: prancha 02
Projeto: prancha 3
CARTA_CBA_DE_REJEICAO_DO_PL2043[2][1]
MANIFESTO 2012 CONTRA O PL-2043
Argumentação pela rejeição do PL-2043/2011
O PL-2043/2011 pretende regulamentar o “exercício da profissão de técnico de nível superior em paisagismo e dá outras providências” desconsiderando a lei No 12.378 de 21 de Dezembro de 2010 que atribui aos arquitetos urbanistas a atribuição da Arquitetura Paisagística, conforme descrito no artigo 2° da lei . 12.378, aprovada e sancionada em 2010.
O CBA – Colégio Brasileiro de Arquitetos, entidade de representação nacional dos arquitetos urbanistas, constituído pela ABAP, ABEA, AsBEA , FNA e IAB vem por meio desta apresentar os argumentos pela rejeição do PL-2043/2011 baseando-se na legislação vigente:
1 – O CBA lutou pela aprovação da lei No 12.378 de 21 de Dezembro de 2010, que “Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal – CAUs; e dá outras providências.” No seu Artigo 2o a lei estabelece as atividades e atribuições do Arquiteto Urbanista e no inciso III do Art 2o especifica como uma das atividades e atribuições: “Arquitetura Paisagística, concepção e execução de projetos para espaços externos, livres e abertos, privados ou públicos, como parques e praças, considerados isoladamente ou em sistemas, dentro de várias escalas, inclusive a territorial”. Portanto é juridicamente inapropriado o PL-2043/2011 que trata da questão como se já não houvesse uma profissão de nível superior regulamentada pela legislação federal brasileira para a Arquitetura Paisagística.
2. Cabe ressaltar que esta atribuição está prevista desde 1933, quando foi criado o primeiro conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia no Brasil. pelo Decreto federal n. 23.569 de 11 de dezembro de 1933. Esse decreto, em seu capítulo IV. das especializações profissionais, diz:
“ … art.30 – consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiro-arquiteto :
a. o estudo, projeto,direção,fiscalização e construção de edifícios , com todas as suas obras complementares ;
b. o estudo , projeto, direção, fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental;
c. o projeto, direção e fiscalização dos serviços de urbanismo;
d. o projeto, direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística
e. o projeto, direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica
f. arquitetura legal, nos assuntos mencionados nas alíneas a a c deste artigo.
g. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores”…
3– O encaminhamento do PL 2.043/2011 no presente momento histórico, quando o CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo – inicia a sua formação, com eleições ocorridas em 26 de outubro é, portanto, inoportuno. As representações nacionais dos Arquitetos Urbanistas encontram-se envolvidas na organização de seu novo conselho e atentamos para diversos projetos congêneres ao PL 2.043/2011, que surgem no sentido de retalhar as atribuições profissionais de Arquitetos Urbanistas.
4 – Entendemos que a construção de uma paisagem requer de fato a interdisciplinaridade, entretanto os aspectos de concepção espacial e desenvolvimento de projetos, requerem, por sua vez, uma formação específica já há muito tempo regulamentada pela legislação nacional para os arquitetos urbanistas.
Em nome de toda a construção social desenvolvida em torno do tema, o Colégio Brasileiro de Arquitetos vem por meio desta apresentar os argumentos que rejeitam o PL 2.043/2011 e solicitar o vosso apoio nos tramites necessários.
Atenciosamente,
São Paulo, 11 de novembro de 2011.
JONATHAS MAGALHÃES – Presidente da ABAP
JOSÉ ANTÔNIO LANCHOTI – Presidente da ABEA
RONALDO REZENDE – Presidente da AsBEA
JEFERSON SALAZAR – Presidente da FNA
GILSON PARANHOS – Presidente do IAB
As a Landscape Architect, Rene Bihan is very passionate about public space. He advocates for quality design through his professional project work and feels that there is also a need to educate the public on the both the meaning and importance of public space in our built environment. This is the first of a five part series called “What is a Park? ” where Bihan will use photography, video, interviews and drawings from the stakeholders of parks as a means of advocating for quality public space. For information visit:
http://www.swagroup.com/advocacytopic/landscape-is-the-answer.html
part one
EMENTA
Estudo das formas de organizar e produzir o espaço urbano; estudo das formas de organizar e produzir os espaços livres de edificação; projeto integrado de desenho urbano, arquitetura e paisagismo em escala local; fundamentos conceituais e metodológicos.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto de paisagismo; Aprender métodos de análise, diagnóstico e proposição de espaços livres; Desenvolver técnicas de desenho e representação gráfica do projeto de paisagismo; Introduzir o aluno no universo das práticas paisagísticas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O espaço livre enquanto universo de projeto: tipologias; Elemento vegetal como instrumento de projeto; Programa de atividades; Condicionantes de projeto (orientação solar, vistas e entorno, morfologia do relevo, vegetação existente, ventos e ruídos) ; Zoneamento espacial e funcional, Plano de massas, estudo preliminar e pré-projeto.
Representação gráfica; Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas
METODOLOGIA DE ENSINO
Serão adotados aulas expositivas, seminários, debates e visitas técnicas, dando-se ênfase às práticas monitoradas e constantes de ateliê, caracterizadas por exercícios de investigação gráfica assistida, buscando-se alcançar a aplicabilidade prática dos conteúdos apresentados e discutidos em campo e em classe:
1. Desenvolvimento de projetos assistidos por atendimentos em grupo;
2. Organização de seminários para análise e debate comuns de modo a facilitar e estimular o intercâmbio entre os alunos;
3. Apresentação de projetos para debate de métodos e conteúdos, visando o estabelecimento de critérios de avaliação, análise e trabalho;
4. Aulas expositivas abordando conceitos e temas relacionados ao conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas pela classe;
5. Seminários de apresentação e debate dos trabalhos individuais em desenvolvimento pelos alunos em cada uma das suas etapas;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações serão realizadas a partir da entrega de exercícios, da participação e do material apresentado nos seminários. Essas avaliações levarão em conta tanto a participação ativa e o interesse individual do aluno quanto o resultado de sua aprendizagem, avaliada através dos trabalhos e tarefas apresentados no transcorrer do semestre, na conceituação do tema e projeto, na contextualização da proposta e no nível de desenvolvimento e representação do anteprojeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBUD, B. Criando paisagens: Guia de Trabalho em Arquitetura Paisagística. São Paulo, SENAC, 2006.
ALEX, Sun. Projeto de Praça. São Paulo: SENAC, 2008.
MACEDO, S.S. & ROBBA, F. Praças brasileiras. São Paulo, EDUSP, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERTAUSKY, Toni. Plan Graphics For The Landscape Designer. New York: Prentice Hall, 2006
GEHL, L. & GEMZOE, L. Novos espaços urbanos. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
Paisagem e Ambiente: ensaios / USP/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, n. 1– São Paulo: FAUUSP, 1986
MACEDO, S.S. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1999.
MACEDO, S.S. & SAKATA, F. Parques urbanos no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2002.
NIEMEYER, C. A. da Costa. Parques infantis de São Paulo, São Paulo: ANNABLUME, 2002.
MOTLOCH, John L. Introduction to landscape design. New York: John Wiley Professio , 2000 . http://migre.me/fSAH
SIQUEIRA, V. B. Burle Marx. São Paulo, Cosac e Naify, 2001.
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS
https://helenadegreas.wordpress.com
http://auladepaisagismo.wordpress.com
http://winweb.redealuno.usp.br/quapa/
Recado:
Se vocês quiserem conhecer os trabalhos (sobre parques) realizados pelos alunos dos semestres anteriores entrem em:
Turma do 2º 2010
exercício 1 : Plano de massas com uso de vegetação (vejam o facebook dos colegas e comentem…)
Aproveitanbdo a oportunidade, vocês estão asistindo todos os dias inúmeras entrevistas, artigos e reportagens que falam do uso da bicicleta em nossas terras… Fica aí a dica: por aqui pode até ser novidade, mas lá fora, em países civilizados, a bicicleta é meio de trasnporte há tempos!!!
Mais um vídeo bacana sobre revitalização de áreas urbanas por meio de praças. Madison Square – NY
http://www.youtube.com/watch?v=JayaLpUV9nY&feature=player_embedded
Cliente: Prefeitura Municipal de Diadema, Secretaria de Serviços e Obras, Secretário Luiz Carlos Teófilo
Projeto: Revitalização da Praça Camões em Diadema-SP
Alunos: Douglas Penteado (douglaspenteado@yahoo.com.br), Eddie Humberto Giovane Consorte (eddieconsorte@ig.com.br), Elias Martins Junior (arquitetura@elias.arq.br )
Tutor: Drª Helena Degreas
E não é que chegamos ao final do semestre? Parabéns a todos os alunos e espero que os conteúdos aprendidos sejam utilizados na elaboração de projetos que deixem nossas cidades mais acessíveis (foi “duro” calcular as inclinações das rampas e passeios… inesquecível… rs) a todos os cidadãos, mais adequadas ao flanar urbano (sem aquele amontoado de equipamentos como quadras para isso, mesinhas para aquilo…rsrsrsr) sem atividades dirigidas para a recreação ativa e, em especial, com a utilização de elemtnos como água, pisos com diversas paginações, iluminação noturna e sombreamentos bem legais.
Well, vamos ao exercício solicitado:
FIAM-FAAM Centro Universitário
CURSO: Arquitetura e Urbanismo
DISCIPLINA: Introdução ao projeto de paisagismo
Exercício 1 : uso da vegetação em paisagismo
Exercício 2 : Requalificação de praça
Tema: Projeto de praça: qualificação paisagística (morfológica e funcional) de uma área pública destinada a praça. O trabalho deverá contemplar um diagnóstico da área a ser trabalhada (estudo de inserção urbana, transporte, população, atividades do entorno, visuais a manter e a barrar, sons, morfologia do terreno, vegetação existente, etc) um programa de atividades compatível com as necessidades do lugar, zoneamento funcional e plano de massas, pré-projeto contendo: locação da vegetação, mobiliários e equipamentos urbanos, paginação de pisos).
Objetivo: compreensão do conceito, do programa de atividades, de sua inserção no contexto urbano e do modo de projetar uma praça.
Método:
Aula: expositiva do professor
Elaboração de modelo para compreensão do projeto
Elaboração de desenho técnico do estudo preliminar da praça identificando a
volumetria dos elementos vegetais, paginação de pisos, locação de mobiliários
urbanos (bancos, postes de iluminação, etc.) e dos equipamentos (pontos de
ônibus, bancas, repuxos de água, etc.)
Equipes: 4 a 5 alunos
Tempo de duração: 7 semanas (4horas aula por semana)
Escala: 1:200
Avaliação:
Cada equipe tem 15 minutos para expor o seu trabalho. O trabalho depois de
avaliado deverá ser publicado no site da turma: http:/helenadegreas.wordpress.com
Além da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da
apresentação em PowerPoint. Além
da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da
apresentação em PowerPoint.
Ver mais em:
Programa de Paisagismo 2011
Débora Cristina Rodrigues, Ingrid R. Strapasson ( ingridstrapasson@hotmail.com ), José Edurado Taveira (dudutaveira@bol.com.br) e Johnny
Tabalho completo

Bruna Biano (brunabiano@yahoo.com.br), Guilherme Melo ( gui.omelo@bol.com.br ), Florence Arruda (arruda.florence@bol.com.br)
Trabalho completo

Daniel Prudente Nóbrega da Costa (daniel.arq@ig.com.br), Gisele Doreto Silva (gisele.doreto@hotmail.com), Simone Dias (simone.ambrosio@uol.com.br)
Trabalho completo

Beatriz Shinohara (beatriz_shinohara@hotmail.com), Elivânia ( vania_simpleplan@hotmail.com), JamilySouza (jamily_souza91@hotmail.com) Sarah Paulert (sarahpaulert@hotmail.com )
Alyne do Viso Gomes (alyneviso@hotmail.com), Carolina Servilha (carolina.servilha@gmail.com), Elizete do Santos
Castro (elizetestoscastro@hotmail.com), Jessica Mayana P. Silva (jessicamayana@hotmail.com)

Paisagismo: Noturno
Cássia Lima, Ian Brasileiro, Maurício Rossi e Nauan Cabrini
Trabalho completo
os próximos trabalhos serão publicados em breve!!!
Este post refere-se ao conjunto de aulas expositivas que vou ministrar para a disciplina de Introdução ao Projeto de Paisagismo. Se eu conseguir, pretendo reunir materal de arquitetos paisagistas e construir os posts com hiperlinks para sites oficiais ou ainda para locais cujas informações sejam adequadas ao processo de aprendizado de vocês.
Cansei de tanto ler bobagem… Não é porque está na internet, meu povo, que a informação é correta ou adequada a futuros profissionais. Então vamos ver se consigo colaborar com vocês…
Para aprender mais sobre Paul Friedberg, sugiro aos alunos que leiam a revista de onde saíram estas informações: PROCESS: archiecture , Tokyo: PAPublish Company, Ltd., 1982.(nº 82)
Infelizmente, as revistas pararam de ser publicadas há anos. Acho que foi em 1998, não tenho muita certeza. Sei que tem lá na biblioteca da FAUUSP e na Belas Artes também pois dei aula por lá e à época pedi para que fossem adquiridas.
Um pouco sobre o processo de desenho do arquiteto:
. Dilema existencial: a realidade sempre tem dois lados – o certo e o errado
. Como na religião, criada e aceita a premissa inicial, todo o resto vem como conseqüência lógica.
.Como o ato de projeto é subjetivo e também uma questão individual, eu sabia que era assustador não ter princípios e objetivos claros
. Então o primeiro passo é criar a própria bíblia, seus critérios, valores e morais.
. Depois organizar uma coletânea de conteúdos e antecedentes históricos sobre a a problemática. Depois filtrar tudo isso a partir dos valores, conteúdos contextualizados no local de intervenção.
. Nós somos vítimas do nosso trabalho: temos o poder de intervir com nosso “ato criativo”
. A insegurança dos nossos clientes nos fazem responsáveis pelos critérios de qualidade do projeto. Ambos criamos os critérios e os julgamos.
Visão:
Nossos trabalhos refletem nossos valores
Forma é nosso objetivo
Materiais são nossos instrumentos
Aceitação é nossa recompensa
Como vê seu trabalho:
. Meu processo de projeto é pessoal e único.
-A intuição é o meu guia (Intuição é: conhecimento imediato e claro sem recorrer ao raciocínio)
Desenho é:
– minha ferramenta. Com ela eu moldo o que é disforme, organizo aquilo que ainda não tem propósito e dou significado à forma.
– o projeto é o mediado entre o desejo e a necessidade, entre a subsistência e a existência.
– o facilitador entre as oportunidades e experiências que incorporam e refletem as preferências e valores desse mundo diverso e plural.
– a linguagem que eu uso quando converso sobre o que nós somos e o que poderíamos ser.
Por meio desse processo eu me esforço para fazer o “lugar comum” transformar-se em algo excepcional, com o objetivo de fortalecer o sentido do lugar com o do desejo pessoal; prover o entendimento e um conhecimento sobre a arte do lugar,viabilizar e permitir a legibilidade nosso relacionamento com a natureza, fazendo-nos parte dela; unindo o desconhecido e a aventura sem amedrontar.
Projeto 1
Projeto: A.C.Nielsen Company
Ficha Técnica:
Área: 8.2 acres (210.000m² )
Localização: subúrbio de Chicago
Fatores negativos:
Terreno plano
Terreno argiloso resistente à percolação da água (90% escorre e 10% absorvido);
Resultado: destrói o sistema de abastecimento de água da cidade
prefeitura: obriga todos os estabelecimentos a criar formas de retenção das águas de chuva em sua propriedade diminuindo o ritmo de inserção da água no sistema hídrico.
Solução:
Água tem potencial atrativo visual
a escavação para a criação das “piscinas” (contenções) pode dar movimentação ao terreno criando topografia única.
Criar com as piscinas e a nova modelagem do terreno estares para pessoas e organização dos estacionamentos em forma linear ao longo do terreno.
Projeto: Peavy Plaza
Ficha Técnica:
Área: 2 acres (50.000m² )
Localização: Minesota. Mineapolis (1973)
Fatores negativos:
Cidade sem áreas livres públicas e coletivas;
A população não tem a cultura de praças como grandes áreas impermeabilizadas de solo como na Europa;
Prefeitura: Solicitaram solução alternativa à “dureza” dos espaços pavimentados de grandes proporções para espaços livres públicos;
O local é muito seco.
Situação problema: como juntar muita gente e ter água em abundância para amenizar o ar seco?
Solução:
Água tem potencial atrativo visual
Espaço flexível: quando há necessidade de aglomeração pública o espaço é seco: quando não gente, as piscinas enchem-se de água.
A piscina é alimentada por uma cascata de água interligada a um Mal e a um parque;
Um pequeno espaço para anfiteatro e praça é criado com espaço para praça.
Os terraços são plantados com gramados, variedade e floríferas baixas e árvores fazendo com que o plantio agradasse mais ao gosto dos americanos.
Resultados:
Transformou-se em ponto de encontro de jovens artistas de rua, teatro e eventos diversos.
Lauring Park Development District
City of Mineapolis, Minesota
Proposta:
Unir dois distritos: Nicollet mail com Loring Park
Adensar a área
O conceito original de desenho urbano sugeria um conjunto de espaços livres públicos abertos destinados ao passeio dos cidadãos (feito á pé) por entre as quadras.
A prefeitura estimulou por meio de incentivos, a construção das edificações com as entradas principais voltadas para o cento da área.
Área: 20 acres




State Street Bank Quincy Courtyard
Massachusstes, 1977
área: 5 acres
Quadra de 200×200
O cliente, a contragosto, acolheu a sugestão de criação do projeto de jardim em seu interior.
Posteriormente, solicitou que o jardim fosse público e permitisse a socialização das pessoas por meio de eventos ao ar público e lanches ao longo do dia.
O projeto previu 3 níveis de terraços conectados por fontes com formato piramidal além de um anfiteatro
O espaço é utilizado hoje para casamentos, festas, eventos diversos.
DISCIPLINA: Introdução ao projeto de paisagismo
Exercício 1
Tema: Os alunos deverão elaborar, por meio do uso da vegetação e da construção de planos de teto, parede e piso, um conjunto de espaços estáticos e dinâmicos. A maquete deverá conter: um espaço grande, um médio, um pequeno, um referencial visual local, um caminho principal, um secundário e vários de caráter local.
Objetivo: estruturação de um espaço livre por meio da utilização do elemento vegetal.
Método:
Aula expositiva do professor Elaboração de maquete Elaboração de desenho representando o exercício tridimensional elaborado na maquete.
Materiais:
– uma prancha de isopor 0.50 x 1.00 – algodão (um pacote na cor branca) – palitos de madeira (churrasco, dentes, etc.) – estilete Equipes: 4 alunos
Tempo de duração: 3 aulas
Etapas de entrega:
Escala: 1:200
Avaliação: Cada equipe tem 15 minutos para expor o seu trabalho na forma de seminário e apresentação contendo material audiovisual e maquete. Cada equipe terá o prazo de 03 horas para elaborar por meio de maquete e de um modo gráfico suas idéias, sendo que ao final do tempo, os trabalhos serão expostos e interpretados pelo coletivo da classe.Além da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da apresentação em PowerPoint e pranchas com os respectivos desenhos em planta, com elevações e croquis.
Turma (2ª / matutino):
Ingrid R. Strapasson (5578361) e Cecília B. de Lima (4310609)\
Trabalho completo
Débora Cristina Rodrigues (5537343) e José Eduardo Taveira (5604803)
Trabalho completo

Beatriz Shinohara (5506946) e Sarah Paulert (5222700)
Trabalho completo
Daniel Prudente (5466734) e Gisele Doreto Silva (5565921)
Trabalho completo

Elivânia Viana e Jamily Alves
Trabalho completo

Alyne Viso e Jéssica Mayana
Trabalho completo

Eldiene ALves (5330860), Veronice Ferreira (5247152) e Mércia Cavalo
Trabalho completo
Ana Paula Devide (5473458) e Bruna Mota (5460030)

Trabalho completo
Giovana Galvão e Simone Dias
Trabalho completo

Elizete e Carolina
(falta ppp)
Cassia C. S. C. e Aline Steivano
(não entregou)
Bruna Biano e Florenece Arruda
(não entregou)
Guilherme Melo e Johnny Man
(não entregou)
Beatriz e Denis
(não entregou)
Turma: noturno
Danielle Novaes, Rayja Parrila, Thiago Marques

Trabalho completo
Marcos Cardoso, Natasha Leonello e Rafael Capitanio

Cynthia Froes, Ingrid Carlini, Priscilla Proetti e Thaís Lovato
Trabalho completo
Pollyanna Inocêncio, Natália Carvalho e Mauricio
Lorran Fernandes, Mônica Mello Takase, Rodrigo Carneiro, Thiago Henrique
Sharly Ribeiro, Talita S. A.

Ricardo Bueno Arnoldi e Alessandro Fonseca, Ana Lima
Trabalho completo
Thalita Mencarelli, Tatiana de Jesus, Tercília Cruz

Trabalho completo
Publicado em 07/03/2011 por auladepaisagismo
PROJETO TEMÁTICO DE PESQUISA
OS SISTEMAS DE ESPAÇOS LIVRES
E A CONSTITUIÇÃO DA ESFERA PÚBLICA
CONTEMPORÂNEA NO BRASIL
Equipe QUAPÁ-SEL:
Dr. Rogério Akamine (FAUUSP)
Prof. Dr. Fábio Mariz Gonçalves (FAUUSP)
Dra. Ana Cecília de Arruda Campos (FAUUSP)
Pesquisador Alexander A. Villalón (FAUUSP)
Arquiteta Verônica G. Donoso (FAUUSP)
Coordenação Local:
Dra. Regina Maria A. Carneiro – SMMA – PMRP
Dra.Olga Kotchetkoff Henriques – SMMA – PMRP
Ms. Perci Guzzo – SMMA – PMRP
Eng. Agronôma Lícia B. C. Vechi – PMRP