Bem vindos a disciplina de introdução ao paisagismo do curso de arquitetura e urbanismo! Meu nome é Helena Degreas e sou a professora responsável pela turma da manhã. Ao longo deste semestre, trataremos dos espaços livres de edificação com enfoque em um tipo de espaço público bastante conhecido de vocês: a praça e seu entorno.
Lembrem-se que TODO arquiteto é um paisagista por natureza e que a atribuição profissional está vinculada ao nosso registro profissional – CREA. Isto quer dizer que apenas arquitetos e urbanistas podem desenvolver projetos de paisagismo. Os demais, não podem.
Retomaremos o assunto inúmeras vezes ao longo do semestre. por enquanto, deixo no post o programa da disciplina e o exercícios que vocês deverão realizar ao longo das próximas 20 aulas.
Praça Afonso Botelho em Curitiba
EMENTA
Estudo das formas de organizar e produzir o espaço urbano; estudo das formas de organizar e produzir os espaços livres de edificação; projeto integrado de desenho urbano, arquitetura e paisagismo em escala local; fundamentos conceituais e metodológicos.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto de paisagismo; Aprender métodos de análise, diagnóstico e proposição de espaços livres; Desenvolver técnicas de desenho e representação gráfica do projeto de paisagismo; Introduzir o aluno no universo das práticas paisagísticas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O espaço livre enquanto universo de projeto: tipologias; Elemento vegetal como instrumento de projeto; Programa de atividades; Condicionantes de projeto (orientação solar, vistas e entorno, morfologia do relevo, vegetação existente, ventos e ruídos) ; Zoneamento espacial e funcional, Plano de massas, estudo preliminar e pré-projeto.
Representação gráfica; Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas
METODOLOGIA DE ENSINO
Serão adotados aulas expositivas, seminários, debates e visitas técnicas, dando-se ênfase às práticas monitoradas e constantes de ateliê, caracterizadas por exercícios de investigação gráfica assistida, buscando-se alcançar a aplicabilidade prática dos conteúdos apresentados e discutidos em campo e em classe:
1. Desenvolvimento de projetos assistidos por atendimentos em grupo;
2. Organização de seminários para análise e debate comuns de modo a facilitar e estimular o intercâmbio entre os alunos;
3. Apresentação de projetos para debate de métodos e conteúdos, visando o estabelecimento de critérios de avaliação, análise e trabalho;
4. Aulas expositivas abordando conceitos e temas relacionados ao conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas pela classe;
5. Seminários de apresentação e debate dos trabalhos individuais em desenvolvimento pelos alunos em cada uma das suas etapas;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações serão realizadas a partir da entrega de exercícios, da participação e do material apresentado nos seminários. Essas avaliações levarão em conta tanto a participação ativa e o interesse individual do aluno quanto o resultado de sua aprendizagem, avaliada através dos trabalhos e tarefas apresentados no transcorrer do semestre, na conceituação do tema e projeto, na contextualização da proposta e no nível de desenvolvimento e representação do anteprojeto.
BERTAUSKY, Toni. Plan Graphics For The Landscape Designer. New York: Prentice Hall, 2006
GEHL, L. & GEMZOE, L. Novos espaços urbanos. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
Paisagem e Ambiente: ensaios / USP/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, n. 1– São Paulo: FAUUSP, 1986
MACEDO, S.S. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1999.
MACEDO, S.S. & ROBBA, F. Praças brasileiras. São Paulo, EDUSP, 2002.
MACEDO, S.S. & SAKATA, F. Parques urbanos no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2002.
MOTLOCH, John L. Introduction to landscape design. New York: John Wiley Professio , 2000 . http://migre.me/fSAH
SIQUEIRA, V. B. Burle Marx. São Paulo, Cosac e Naify, 2001.
Estava com muita vontade de comer um bolo não muito doce para com geléia no café da manhã ou sorvete no lanche da tarde.
Meus filhos gostam bastante e seus amigos também.
Diz a lenda, lá na Grécia…
No ano novo, tenho por hábito há anos fazer este bolo (que não cresce muito) e colocar uma moeda (devidamente higienizada e embalada em várias!!! camadas de papel alumínio) para cortá-lo à meia-noite com toda a família. Desde que me conheço por gente, a divisão é feita da seguinte forma: Normalmente o mais velho da família presente no dia, inicia o corte.
Primeiro você faz um sinal da cruz (quem não quiser, no problem at all pois isso é coisa dos gregos que são muiiiito ortodoxos…) sobre o bolo. Depois, essa mesma pessoa deve dividir o bolo em pedaços iguais para todos os presentes em ordem decrescente de idade.
Ah! Já ia me esquecendo: a primeira fatia é para Deus (quem não quiser não dê bolo para Ele); a segunda fatia é para a família toda (essa é legal, vale cortar sim!) e daí em diante, uma fatia para cada membro presente.
É bacana porque vira uma brincadeira onde todos acham esperam tirar a sorte com a moedinha! E aí, todo mundo acha que quem cortou o bolo favoreceu seu queridinho e por aí vai… Eu também acho a mesma coisa, sabiam?…
Se a moedinha cair na fatia de Deus, reza a lenda que ele cuidará de todos. Se cair na fatia da família, TODOS saem lucrando! se cair na fatia de alguém, a prosperidade é dele. Na virada do ano, quem ganhou a moedinha fui EU! yessss!!!! raspando na minha filhinha. Divido com ela, com o maior prazer!
Vamos à receita.
Ingredientes
um tablete de manteiga sem sal
1 xícara e 1/2 de açúcar (eu prefiro menos, meus filhos mais)
1 pote (de iogurte grego – pode ser do Acrópole mesmo, isso se o velho Trassívoulos quiser vender para você ou da Dona Vitória que é muiiiito bom e parecido com o grego). Pode ser qualquer marca de supermercado mas, além de potes pequenos, o gosto e a textura não ficam iguais…
5 ovos
Raspas de um limão
Mais ou menos umas 3 xícaras de farinha de trigo.
1 colher de sopa de fermento
O problema:
como faço minhas receitas desde pequenininha, nunca medi nada. Ainda ssim, fiz um esforço hoje para entender o que coloco e em que porções…
Como fazer:
Aqueça o forno (uns 220ºc)
Bata a manteiga com o açúcar até ficar um creme bem branquinho. Eu faço com a mão mesmo, não uso batedeira, garfos, etc). Costumava levar broncas imensas das minhas avós toda vez que eu vinha com essas modernidades do tipo batedeiras, garfos, etc. De acordo com elas, donas de casa tem obrigação de sentir e conhecer o “ponto” das massas na mão mesmo… Sigo à regra. Morro de medo delas, de lá do lugar bacana de onde estão, mandarem um msn, torpedo ou twitter dando bronca… rsrsrsrs
Voltando…
Acrescente o iogurte e continue batendo. Depois acrescente os ovos um a um até a massa ficar homogênea. Lisinha…
Vá polvilhando a farinha (com o fermento já misturado e as raspas de limão) aos poucos e batendo sempre.
A massa fica mais “firme”, portanto, não estranhe.
Unte uma forma com manteiga e farinha. Coloque para assar por uns 35 minutos ou até o o bolo começar a ficar amarelinho em cima e soltar das laterais da forma.
Gosto de enfeitar com açúcar de confeiteiro. Costumo usar da marca União porque realmente fica melhor. Não é propaganda não, tá?
Desenforme depois de frio (porque senão quebra ou esfarela inteiro) e bom lanche! No meu caso, após o lanche, precisarei pelos valores nutricionais de 2 horas de esteira… Quero voltar a ter a idade dos meus aluninhos… rs
Ah! para meus amigos que A-DO-RAM ler em grego moderno, lá vai a receita do livro que ganhei da minha vó Eleni (as duas chamavam-se Helena… hahahah) de receitas gregas. Ela deu um igual para minha mãe quando se casou. E ela tinha um igual de quando ela era casada… para meu espanto é o mesmo sem nenhum adendo ou alteração. Dizia ela (conselho para as moçoilas casadoiras) que marido se prende pelo estômago… Aliás, ouvi o mesmo de várias senhoras…
O Desafio:
1. Como podemos colcaborar com um Deficiente Visual ajudando-o a compreender as características arquitetônicas e espaciais de um complexo de edificações que constituem o sambódromo de São Paulo?
2. Será que por meio de nosso trabalho conseguiremos colaborar na compreensão de como se dá o desenvolvimento da apresentação de uma escola de samba.
1.Vamos representar como uma planta de implantação das edificações do sambódromo? e para que serve a planta tátil? como é usada?
Planta tátil: seu uso é destinado para a orientação espacial
A orientação espacial dentro dos edifícios ou em áreas urbanas ocorre a partir da percepção do posicionamento que os objetos tem uns em relação aos outros. Como os deficientes visuais (para o caso dos cegos) não são capazes de apreender toda a situação a partir do olhar ou de uma imagem geral, é importante que a compreensão da organização, relacionamento, distância e organização entre objetos, edificações e arquiteturas possam ocorrer por meio de outros mecanismos.
A percepção do conjunto de edificações, localização e distribuição do complexo de edificações que compõem o sambódromo será viabilizada por meio de uma planta tátil de localização ou de implantação. Isso dará a oportunidade do Deficiente Visual compreender as relações espaciais entre os edifícios. A manipulação da planta tátil por diversos ângulos (a planta será colocada sobre uma mesa) associada à memorização (repetição da leitura organizando uma sequência de situações) colaborará na formação dos conteúdos necessários para a orientação do deficiente visual.
Em seguida, inseri uma série de imagens do Guia Tátil (planta táil): complexo Padre Chico executado em 2005.
Objetivos:
Planta tátil do Pólo Cultural e Esportivo Grande Otelo
– A planta será realizada na escala 1:750 (0.50m x 1.50m x 0.04m) e poderá ser colocada tanto sobre mesa quanto fixada na parede.
– Identificação dos edifícios que serão representados; identificação das áreas permeáveis que serão representadas; identificação das circulações e pisos que serão representados; identificação dos cercamentos que serão representados; identificações dos viários de entorno que será representados.
– Definição do uso de fonte Verdana 24, ou maior para escrita dos textos;
– Planta tátil será construída com poliestireno em três cores, a saber: branco, preto e vermelho (edifícios), piso do sambódromo em branco e viário do entorno em preto.
– Os textos serão confeccionados em vinil adesivado branco com texto impresso em preto e vinil adesivado preto com texto impresso em branco. Não haverá texto impresso sobre as edificações que estão em vermelho.
– Tanto textos impressos quanto textos em Braille obedecerão a NBR9050.
Maquete Tátil: Arquibancadas e Camarotes (setor B)
– A maquete tátil será realizada na escala 1:100 (0.24m x 1,28m x 0.50m) e poderá ser colocada sobre mesa; Sua base tem medidas de 0,06m x 0,80m x 1,40m.
– Deverá representar a forma (volume – cheios e vazios), proporções, escalas, estrutura da edificação, afim de dar noções de espacialidade ao deficiente visual.
– Definição do uso de fonte Verdana 24, ou maior para escrita dos textos.
– Os textos serão confeccionados em vinil adesivado
– Ainda será decidido se haverá ou não a diferenciação de cores na maquete, ou se será mantida a uniformidade da cor do MDF envernizado.
Alunos (comprometidíssimos) voluntários
Andréia da Rocha, Christofer Carvalho, Alexandre Vinícius Appel, Aline Oliveira Janas, Henrique Matuchita Viana, Fabiana da Silva Queiroz, Aline Pinho Linguanoto, Talitha Chiovetto, Gabriel Presto, Cleber Sakin Hanashiro, Juliana Escribano, Cleidnalva Ferreira de Araújo, Michele Medeiros
Planta tátil do Sabódromo
Materiais:
Chapas (2,00m x 1,00m) de poliestireno (ps)
1 chapa de 1mm preta
1 chapa de 1mm branca
1 chapa de 2mm vermelha
Cola Spray 3m “77” – 3 latas
Cola Branca – 1kg
Cola adesivo instantâneo CA 40 – 2 tubos grandes
Verniz em spray ColorGin Decor spray multiuso
Loja: Vick
MDF
mdf 3mm – 1 chapa de 1,00m x 0,50m
mdf 9mm – 1 chapa de 1,40m x 0,50m
mdf 12mm – 2 chapas de 0,80m x 0,30m
Sarrafos (cedrinho aparelhado) de +/- 2,5cm x 5,0cm
2 barras de 1,40m
4 barras de 0,50m
2 barras de 1,00m
delicadeza….. preparando a massa que servirá para idenificação das áreas permeáveis – jardins
Planta Tátil
Embora parcialmente pronta, ainda falta adesivar o texto em tinta e o texto em Braille.
ai, meu Deus… não sabemos ler o alfabeto Braille… ainda bem que conseguimos o material da FDNC… a identificação e leitura será visual mesmo… para quem tem presbiopia como eu, não vai dar… mas os meninos que são jovens, conseguem… rsrsrs
envenvernizando a planta tátil sob um sol de 35oC - só os fortes sobrevivem...
Hora do rango, bóia… porque ninguém é de ferro… como estão todos sem tempo, esfihas do Habib’s… umas cem aproximadamente…
Desculpem a foto, está com a cara de fim de feira, mas como estavam todos com fome, só lembramos de fotografar os restos… na maquetaria mesmo… rs
Maquete Tátil: Arquibancadas e Camarotes (setor B)
Materiais
MDF
mdf 3mm – 1 chapa de 1,40m x 0,80m
mdf 6mm – 1 chapa de 1,40m x 0,80m
mdf 12mm – 1 chapa de 1,40m x 0,80m
Sarrafos (cedrinho aparelhado) de +/- 2,5cm x 5,0cm – 2 barras de 1,40m
1.Vamos representar a arquibancada principal do sambódromo? e para que serve uma maquete tátil? como é usada? ela é diferente de uma maquete feita para videntes?
Maquete Tátil: seu uso é destinado para a percepção da forma, do volume, das estruturas, das proporções, dimensões e dependendo da escala, dos detalhes construtivos de uma edificação explorando os demais sentidos. Portanto, é possível incluir contraste de cores para atender aos usuários com baixa visão, ou ainda som com o objetivo de complementar informações não atendidas pela maquete e também odores. O tato é por assim dizer, mais uma das possibilidades de compreensão das arquiteturas.
Construção da Maquete tátil: algumas imagens
preparando o tabuleiro: a maquete é feita de MDF e será manipulada pelos DVs para compreensão. precisa ser firma, rígida, sólida enfim… por isso a base reforçada.
Pensando e discutindo com o Prof. Ângelo os objetivos da maquete tátil. Resumindo, o que deve ser mostrado e como fazer com que os conteúdos sejam inteligíveis para os DVs. Foi decidio então que a maquete deverá ressaltar dimensões (a partir da escala humana), proporções e as principais características arquitetônicas (forma das arquibancadas, das estruturas de concreto, a localização das principais funções tais como sanitários, camarotes, acessos entre outros). A partir daí, o grupo optou por construir a maquete tátil na escala 1:100, mais adequada para apresentar os objetivos definidos.
Depois de imprimir o material em papel e estudar a melhor forma para construí-la, os alunos dividiram-se me grupo e iniciaram o desenho e o corte das peças. Nessa foto, os launos estão lixando a estrutura de concreto que sustenta a arquibancada.
Todas as 19 peças são revistas para que tenham o mesmo tamanho. por que 19?!?
É que a professora acabou quebrando uma delas… delicadeza zero…
Como o trabalho todo é manual, artesanal, algumas revisões são necessárias: de volta à serra de fita pois…
agressivos? não… #diversão pura num sábado calorento…
E não é que está ficando bem legal? foto do esqueleto da arquibacanda principal.
Acima, grupo feliz com o trabalho do dia.
Abaixo, também
hoje, 19.02.2011
Já são 16h. Ainda estão animados. Tentamos ouvir todos os sambas das escolas estudadas mas o modem 3G da #CLARO não serve para nada…
Retomando os trabalhos: alguns começaram a ficar estranhos… sei não…
será o calor? a fome? a sede? abstinência de sono?
ou será a pressão do prazo?????
acho que foi o excesso de açúcar... deixou todo mundo elétrico... criança é assim mesmo...
Vamos todos agradecer à Profª Alessandra, grande fornecedora de biscoitos, bolos… ai, meu Deus, como é bom… rsrsrs
Alguns excessos vêm acontecendo entre eles… é a idade…
falta espaço... sobra vontade... 😀
Dia 22.02.2011, 20h.
Todo o grupo reunido para terminar a maquete tátil da arquibancada monumental. Vocês estão vendo?!?
acabou a energia elétrica... as serras não funcionam...
Fechando a maquetaria com CHAVE DE OURO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A-CA-BA-MOS antes do prazo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:
O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.
Números apetitosos
Um navio de carga médio pode transportar cerca de 4.500 contentores. Este blog foi visitado 17,000 vezes em 2010. Se cada visita fosse um contentor, o seu blog enchia cerca de 4 navios.
In 2010, there were 48 new posts, growing the total archive of this blog to 69 posts. Fez upload de 519 imagens, ocupando um total de 417mb. Isso equivale a cerca de uma imagem por dia.
Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram twitter.com, gostei.abril.com.br, google.com.br, facebook.com e mail.live.com
Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por helena degreas, design universal, desenho universal, praças brasileiras e praça victor civita
Atracções em 2010
Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.
Desenvolvido pelos alunos do Escritório Modelo Digital do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário FIAM-FAAM, o trabalho avaliou as condições de acessibilidade de alguns locais de uso público e coletivo em São Paulo.
Local:
Museu da Energia (casarão Santos Dumont – SP)
Aluna:
Neide Quitéria da Costa ( nqcosta@uol.com.br)
Tutor:
Drª Helena Degreas
Desenvolvido pelos alunos do Escritório Modelo Digital do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário FIAM-FAAM, o trabalho avaliou as condições de acessibilidade de alguns locais de uso público e coletivo em São Paulo.
Local:
Freguesia do Ó (Largo Novo e Velho da Matriz)- Zona Norte- São Paulo/SP
Aluna:
Bruna Costa Borges (RA4136061)
Tutor:
Drª Helena Degreas