Centro Cultural Recoleta e Design Center

O atual Centro Cultural Recoleta abrigava em seus primórdios o convento dos monges recoletos. Construído em 1732 pelo arquiteto Andrea Bianchi o edifício passou por usos diversos (abrigo de mendigos, quartel, hospital, casa de repouso e outros) até que o arquiteto Juan Antonio Buschiazzo agregou ao projeto original novos pavilhões mantendo os claustros praticamente intactos. No final da década de 70, foi projetado o Centro Cultural pelos arquitetos Jacques Bedel, Luis Benedit e Clorindo Testa que mantiveram a estrutura original incluindo elementos ecléticos que misturam o estilo colonial com traços italianos e modernos. Atualmente, o centro dispõe de 27 salas de exposição, um espaço para cinema, auditório e anfiteatro onde exposições, recitais, concertos e eventos em geral acontecem juntamente com cursos, oficinas e pesquisas. A visita à loja de souvenirs vale à pena, pois muito da literatura produzida pelas universidades sobre arte contemporânea argentina pode ser encontrado por lá.

Ver também:

Arquitetura portenha: relação de edifícios “emblemáticos” e sua localização na cidade de BA

Texto muito bacana da Revista AU em que todo o processo de concepção e linguagens de projeto dos arquitetos acima citados é detalhadamente descrito. É uma tremenda AULA sobre arquitetura. Vale a leitura!

M. Paul Friedberg: 1965 – 1988

Este post refere-se ao conjunto de aulas expositivas que vou ministrar para a disciplina de Introdução ao Projeto de Paisagismo. Se eu conseguir, pretendo reunir materal de arquitetos paisagistas e construir os posts com hiperlinks para sites oficiais ou ainda para locais cujas informações sejam adequadas ao processo de aprendizado de vocês.

Cansei de tanto ler bobagem… Não é porque está na internet, meu povo, que a informação é correta ou adequada a futuros profissionais. Então vamos ver se consigo colaborar com vocês…

Para aprender mais sobre Paul Friedberg, sugiro aos alunos que leiam a revista de onde saíram estas informações: PROCESS: archiecture , Tokyo: PAPublish Company, Ltd., 1982.(nº 82)
Infelizmente, as revistas pararam de ser publicadas há anos. Acho que foi em 1998, não tenho muita certeza. Sei que tem lá na biblioteca da FAUUSP e na Belas Artes também pois dei aula por lá e à época pedi para que fossem adquiridas.

Um pouco sobre o processo de desenho do arquiteto:

. Dilema existencial: a realidade sempre tem dois lados – o certo e o errado
. Como na religião, criada e aceita a premissa inicial, todo o resto vem como conseqüência lógica.
.Como o ato de projeto é subjetivo e também uma questão individual, eu sabia que era assustador não ter princípios e objetivos claros
. Então o primeiro passo é criar a própria bíblia, seus critérios, valores e morais.
. Depois organizar uma coletânea de conteúdos e antecedentes históricos sobre a a problemática. Depois filtrar tudo isso a partir dos valores, conteúdos contextualizados no local de intervenção.
. Nós somos vítimas do nosso trabalho: temos o poder de intervir com nosso “ato criativo”
. A insegurança dos nossos clientes nos fazem responsáveis pelos critérios de qualidade do projeto.  Ambos criamos os critérios e os julgamos.

Visão:
Nossos trabalhos refletem nossos valores

Forma é nosso objetivo
Materiais são nossos instrumentos
Aceitação é nossa recompensa

Como vê seu trabalho:

. Meu processo de projeto é pessoal e único.
-A intuição é o meu guia (Intuição é: conhecimento imediato e claro sem recorrer ao raciocínio)
Desenho é:
– minha ferramenta. Com ela eu  moldo o que é disforme, organizo aquilo que ainda não tem propósito e dou significado à forma.
– o projeto é o mediado entre o desejo e a necessidade, entre a subsistência e a existência.
– o facilitador entre as oportunidades e experiências que incorporam e refletem as preferências e valores  desse mundo diverso e plural.
– a linguagem que eu uso quando converso sobre o que nós somos e o que poderíamos ser.

Por meio desse processo eu me esforço para fazer o “lugar comum” transformar-se em algo excepcional, com o objetivo de fortalecer o sentido do lugar com o do desejo pessoal; prover o entendimento e um conhecimento sobre a arte do lugar,viabilizar e permitir a legibilidade nosso relacionamento com a natureza, fazendo-nos parte dela;  unindo o desconhecido e a aventura sem amedrontar.

Projeto 1

Projeto: A.C.Nielsen Company
Ficha Técnica:
Área: 8.2 acres (210.000m² )
Localização: subúrbio de Chicago

Fatores negativos:
Terreno plano
Terreno argiloso resistente à percolação da água (90% escorre e 10% absorvido);
Resultado: destrói o sistema de abastecimento de água da cidade
prefeitura: obriga todos os estabelecimentos a criar formas de retenção das águas de chuva em sua propriedade diminuindo o ritmo de inserção da água no sistema hídrico.

Solução:
Água tem potencial atrativo visual
a escavação para a criação das “piscinas”  (contenções) pode dar movimentação ao terreno criando topografia única.
Criar com as piscinas e a nova modelagem do terreno estares para pessoas e organização dos estacionamentos em forma linear ao longo do terreno.

Projeto: Peavy Plaza
Ficha Técnica:
Área: 2 acres (50.000m² )
Localização: Minesota. Mineapolis (1973)

Fatores negativos:
Cidade sem áreas livres públicas e coletivas;
A população não tem a cultura de praças como grandes áreas impermeabilizadas de solo como na Europa;
Prefeitura: Solicitaram solução alternativa à “dureza” dos espaços pavimentados de grandes proporções para espaços livres públicos;
O local é muito seco.
Situação problema: como juntar muita gente e ter água em abundância para amenizar o ar seco?

Solução:
Água tem potencial atrativo visual
Espaço flexível: quando há necessidade de aglomeração pública o espaço é seco: quando não gente, as piscinas enchem-se de água.
A piscina é alimentada por uma cascata de água interligada a um Mal e a um parque;
Um pequeno espaço para anfiteatro e praça é criado com espaço para praça.
Os terraços são plantados com gramados, variedade e floríferas baixas e árvores fazendo com que o plantio agradasse mais ao gosto dos americanos.
Resultados:
Transformou-se em ponto de encontro de jovens artistas de rua, teatro e eventos diversos.

Lauring Park Development District
City of Mineapolis, Minesota

Proposta:

Unir dois distritos: Nicollet mail com Loring Park
Adensar a área
O conceito original de desenho urbano sugeria um conjunto de espaços livres públicos abertos destinados ao passeio dos cidadãos (feito á pé) por entre as quadras.
A prefeitura estimulou por meio de incentivos, a construção das edificações com as entradas principais voltadas para o cento da área.
Área: 20 acres

State Street Bank Quincy Courtyard

Massachusstes, 1977
área: 5 acres
Quadra de 200×200
O cliente, a contragosto, acolheu a sugestão de criação do projeto de jardim em seu interior.
Posteriormente, solicitou que o jardim fosse público e permitisse a socialização das pessoas por meio de eventos ao ar público e lanches ao longo do dia.
O projeto previu 3 níveis de terraços conectados por fontes com formato piramidal além de um anfiteatro
O espaço é utilizado hoje para casamentos,  festas, eventos diversos.


Paseo Recoleta

A Recoleta é um conjunto de praças, passeio e jardins que se espraia até Palermo. Suas figueiras imensas e frondosas associadas aos roseirais e gramados bem cuidados são um espetáculo à parte.

foto: Steph Degreas

O nome do bairro vem dos Padres Recoletos (ordem franciscana) que fundaram no século XVIII um convento, uma igreja dedicada a Nossa Senhora do Pilar e o cemitério em anexo. No final do século XIX, o bairro atraiu famílias abastadas que fugiam de epidemias como cólera e febre amarela. A partir daí, o local recebeu inúmeros palacetes e mansões rodeados de jardins que reproduziam as arquiteturas européias, em especial, a francesa, dando-lhe ares nobres e aristocráticos.

A partir de um belo passeio ladeado por roseirais de um lado e figueiras do outro, o visitante vislumbra a Basílica Nossa Senhora Del Pilar. Inaugurada em 1732 graças a Fernando Valdez e Inclán que cedeu as terras e Don Juan de Narbona que custeou a construção, sua fachada foi construída em moldes clássicos e em seu interior ainda mantém os retábulos e grande parte das imagens originais de sua construção. O interior da Igreja é branco e contém apenas uma nave com altares menores em nichos laterais. Sua torre maior e o campanário são os únicos da cidade. Do lado esquerdo, a capela abriga a imagem de São Pedro de Alcântara, fundador da ordem dos recoletos. Ao lado, você encontra um pequeno museu que expõe elementos de culto dos primeiros monges. Entre os séculos XIX e XX, várias modificações foram realizadas, mas por volta da década de 30 o arquiteto Andrés Millé reconstituiu sua arquitetura. Em 1942, foi declarada Monumento Histórico Nacional.

Children see… children learn… children do…

Aprendendo com os adultos como ser humano…

#reflexão

Por uma boa causa…

Para aqueles que quiserem colaborar com as minhas creches, lá vai uma dica!

São mais de duzentas boquinhas lá nas Ruas Araquã 54 e Avanhandava 814 para alimentar… fora as fraldinhas… umas 3 mil por mês… hahahaha

Mais um pouquinho, os vizinhos irão pedir um relatório de impacto ambiental… hahahahahahah (brincadeirinha, as creches são modelo e o projeto pedagógico é da STANCE DUAL SCHOOL ) 😀

Acabo de voltar do almoço. Foi muito bom encontrar pessoas que se reunem por uma boa causa. matei saudades de gente que não via há tempos! Deixo aqui algumas imagens do dia de hoje. Obrigada a todos!

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Plano de massas: a vegetação construindo espaços

DISCIPLINA: Introdução ao projeto de paisagismo
Exercício 1
Tema: Os alunos deverão elaborar, por meio do uso da vegetação e da construção de planos de teto, parede e piso, um conjunto de espaços estáticos e dinâmicos. A maquete deverá conter: um espaço grande, um médio, um pequeno, um referencial visual local, um caminho principal, um secundário e vários de caráter local.
Objetivo: estruturação de um espaço livre por meio da utilização do elemento vegetal.
Método:
Aula expositiva do professor Elaboração de maquete Elaboração de desenho representando o exercício tridimensional elaborado na maquete.
Materiais:
– uma prancha de isopor 0.50 x 1.00 – algodão (um pacote na cor branca) – palitos de madeira (churrasco, dentes, etc.) – estilete Equipes: 4 alunos
Tempo de duração: 3 aulas
Etapas de entrega:
Escala: 1:200
Avaliação: Cada equipe tem 15 minutos para expor o seu trabalho na forma de seminário e apresentação contendo material audiovisual e maquete. Cada equipe terá o prazo de 03 horas para elaborar por meio de maquete e de um modo gráfico suas idéias, sendo que ao final do tempo, os trabalhos serão expostos e interpretados pelo coletivo da classe.Além da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da apresentação em PowerPoint e pranchas com os respectivos desenhos em planta, com elevações e croquis.

Turma (2ª / matutino):

Ingrid R. Strapasson (5578361) e Cecília B. de Lima (4310609)\
Trabalho completo

Débora Cristina Rodrigues (5537343) e José Eduardo Taveira (5604803)
Trabalho completo

Beatriz Shinohara (5506946) e Sarah Paulert (5222700)
Trabalho completo

Daniel Prudente (5466734) e Gisele Doreto Silva (5565921)
Trabalho completo

Elivânia Viana e Jamily Alves
Trabalho completo

Alyne Viso e Jéssica Mayana
Trabalho completo

Eldiene ALves (5330860), Veronice Ferreira (5247152) e Mércia Cavalo
Trabalho completo

(faltam plantas)

Ana Paula Devide (5473458) e Bruna Mota (5460030)

Trabalho completo


Giovana Galvão
e Simone Dias
Trabalho completo

Elizete e Carolina
(falta ppp)

Cassia C. S. C. e Aline Steivano
(não entregou)

Bruna Biano e Florenece Arruda
(não entregou)

Guilherme Melo e Johnny Man
(não entregou)

Beatriz e Denis
(não entregou)


Turma: noturno

Danielle Novaes, Rayja Parrila, Thiago Marques

Trabalho completo

Marcos Cardoso, Natasha Leonello e Rafael Capitanio

Trabalho completo

Cynthia Froes, Ingrid Carlini, Priscilla Proetti e Thaís Lovato
Trabalho completo

Pollyanna Inocêncio, Natália Carvalho e Mauricio

Trabalho completo

Lorran FernandesMônica Mello Takase, Rodrigo Carneiro, Thiago Henrique

Trabalho completo

Sharly Ribeiro, Talita S. A.

Trabalho completo

Eliana Morais e Simone

Trabalho completo

Ricardo Bueno Arnoldi e Alessandro Fonseca, Ana Lima
Trabalho completo

Thalita Mencarelli, Tatiana de Jesus, Tercília Cruz

Trabalho completo

Publicado em 07/03/2011 por auladepaisagismo

Planta e maquete tátil do sambódromo de São Paulo

Audiodescrição do sambódromo:
Cleidnalva Ferreira de Araujo

Declaração de amor da minha filha Steph (videomaker):
http://depoisbigbang.wordpress.com/2011/03/04/quem-nao-sabe-o-que-e-carnaval/

Um pouco mais sobre o assunto em:
Diário de classe bem humorado sobre o processo de realização das maquetes

Querdissimos,

Obrigada a todos. Foi muito bom tê-los conhecido e trabalhado com vocês ao longo das últimas semanas. Começamos nossas reuniões numa noite de janeiro lá no escritório-modelo da arquitetura e terminamos fechando a maquetaria com chave de ouro.

Sabe do que mais gostei?

Antes de colocar a “mão na massa”, pesquisamos, estudamos, conversamos muito sobre o conceito do projeto, o seu porquê e, em especial, para quem estávamos trabalhando, lembram-se? nossos clientes especiais: os deficientes visuais, razão de ser de nosso projeto.

Horas de conversa muito bem investida pois fundamentou cada atitude tomada por vocês em todas as etapas: do desenho à seleção de materiais, utilização de cores e texturas além dos acabamentos. Posso afirmar que vocês cresceram profissionalmente. Não são os mesmos alunos que encontrei em janeiro. Durante as entrevistas que vocês concederam, ouvi detalhes sobre execução e sobre os motivos que os levaram a escolher cores, esse ou aquele material, sobre compreensão e leitura de formas, texturas, volumes e dimensões que, de repente, me dei conta que vocês estavam dominando o assunto muitíssimo bem. Parabéns! Sei que se projetos futuros semelhantes aparecerem, vocês “darão conta” do recado!

Quanto ao Ângelo, não tenho como lhe agradecer. Muitíssimo obrigada pelo excelente trabalho de orientação quanto à execução das maquetes. Estamos juntos desde o Guia Tátil de Ruas do Ipiranga feito lá para o Instituto de  Padre Chico. Lembra? Os meninos usam até hoje.

Filha, obrigada pela força. Seu trabalho de “videomaker” foi lindo… Usou uma linguagem jovem, sem aquela aparência de vídeo institucional, você conseguiu “capturar” pelos olhos de sua máquina, o clima de amizade, coleguismo, comprometimento, profissionalismo, alegria e empenho dos meus alunos. Só você e meus alunos para me fazerem sambar… ai, meu Deus… rsrsrs

Mais uma vez, obrigada.

Ficha Técnica do Sambódromo:

Nome real do local:
Pólo Cultural e Esportivo Grande Otelo

Assessoria e consultoria técnica voluntária em maquetes
Prof. Ângelo Pinheiro

Alunos (comprometidíssimos) voluntários
Andréia da Rocha, Christofer Carvalho, Alexandre Vinícius Appel, Aline Oliveira Janas, Henrique Matuchita Viana, Fabiana da Silva Queiroz, Aline Pinho Linguanoto, Talitha Chiovetto, Gabriel Presto, Cleber Hanashiro, Juliana Escribano, Cleidnalva Ferreira de Araújo, Michele Medeiros

Fechando a maquetaria com CHAVE DE OURO!!!!!

Vida Acadêmica: uma versão bem humorada

Não tenho por hábito publicar na íntegra material que leio mas … este aqui… não resisti… tks ao povo da biblioteca FAUUSP!

Para quem não sabe ou não segue ainda, o novo endereço da biblioteca é http://bibfauusp.wordpress.com

Vida Acadêmica

Publicado em 02/15/2011 por bibfauusp em  http://bibfauusp.wordpress.com/2011/02/15/vida-academica/

Uma visão bem humorada da vida acadêmica:

Bolsista de Iniciação

Escuta MPB. São os primeiros passos na vida científica. A vida é maravilhosa.

Bolsista de Mestrado

Escuta musica POP. Está completamente empolgado com o que faz e quer ser o melhor na sua área.

Bolsista de Doutorado

Escuta Heavy Metal. O dia começa às 8 da manhã e só acaba às 10 da noite. Nada dá certo e ainda tem que lidar com resumos para congressos, relatórios, disciplinas, paper para escrever, orientar os ICs, etc, etc…

Bolsista de Pós-Doutorado

Escuta HIP HOP. Aumento de peso por causa do estresse. Percebeu que não pode salvar o mundo, mas isso não lhe importa, porque ainda assim continuam pagando um salário a ele. E os papers? Se sair algum, beleza, se não, tudo bem. Sempre existe a oportunidade para encaixar alguma revisão de literatura.

Professor Doutor

Escuta Gansta Rap. O senso de humor mudou totalmente daqueles dias de iniciação. As dores de cabeça são mais frequentes e começa a esquecer as coisas que foram faladas. Vive a base da cafeína. O melhor (?!) é que ninguém pode te criticar.

Professor Titular

Escuta vozes em sua cabeça. Esquece dos horários das reuniões, dos dias da semana, do trabalho de seus alunos…

Trotes universitários: exemplos de cidadania

Esse post foi criado com o objetivo de mostrar alguns bons exemplos de cidadania promovidos por acadêmicos de cursos superiores quando do ingresso de alunos (futuros profissionais) em ambientes universitários.

Assim que eu tiver um tempo, vou organizar o material de forma mais adequada. Por enquanto, ficam os arquivos em PDF de alguns trotes que ajudei, juntamente com alunos diretórios Acadêmicos, Escritórios-Modelo e Empresa Júnios, todos em arquitetura e urbanismo, a organizar.

Parece tudo diversão (e eu considero que é mesmo), mas o trabalho é sério. Planejar, organizar, coordenar, ter objetivos claros, metas a alcançar, prazos a cumprir, escrever o projeto para envio a possíveis patrocinadores, obetr recursos, converncer a institutição de ensino superior de que o projeto é sério, definitivamente, não é tarefa fácil. Dá MUITO TRABALHO.

Premiação 1
Trote da Cidadania 2003
(ver página 21)
Projeto completo em PDF

Premiação 2
Trote da Cidadania 2004 (ver página 24)

Premiação 3
Trote da Cidadania 2002

Links interessantes para aqueles que desejam organizar um trote cidadão

http://www.educardpaschoal.org.br/
http://www.trotedacidadania.org.br/

Acessibilidade Universal: programa do curso 2011 1º

EMENTA

Estudo das questões projetuais da acessibilidade às edificações considerando os aspectos relacionados às pessoas portadoras de deficiência.

OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Aprimorar o entendimento da influência das decisões arquitetônicas na acessibilidade e segurança de uso das edificações. Além disso, são aprofundados os conhecimentos sobre instrumentos que podem ser empregados para proporcionar melhores condições de acessibilidade resultando num projeto arquitetônico de qualidade e que atenda plenamente às necessidades do usuário final.

Melhorar a formação dos profissionais no conhecimento sobre acessibilidade, da situação do espaço construído em relação a sua adaptação às exigências da sociedade, das possibilidades de se obter maior desfrute dos espaços.

Planejamento e a adequação do ambiente urbano e dos sistemas de deslocamento sobre a cidade.

Estudar a Legislação relacionada ao tema.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Conceito de desenho universal.
Sociedade inclusiva
Cidade Acessível
Espaços acessíveis que atendam aos princípios do desenho universal.
Variedade de necessidades dos usuários, autonomia e independência.
Ambiente construído: a adequação e adaptabilidade da estrutura, das instalações.
Mobiliário e equipamentos adaptados
Garantias Legais de Acessibilidade

 

METODOLOGIA DE ENSINO

Palestras, aulas teóricas e exercícios práticos.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Os alunos serão avaliados pela participação em aula, no desenvolvimento dos exercícios e seminários propostos, e realização da prova. A freqüência será aferida pela lista de presença.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAMBIAGHI, Silvia. Desenho Universal: métodos e técnicas para arquitetos e urbanistas. São Paulo: SENAC, 2008.

MATARAZZO, Claudia. Vai encarar? : a nação quase invisível de pessoas com deficiência. São Paulo: Melhoramentos, 2009.

NBR 9050. Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificação, espaço, mobiliário e equipamento urbanos.

SÃO PAULO (Cidade) Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano. Comissão Permanente de Acessibilidade. Guia de acessibilidade em edificações. São Paulo: CPA, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GOLDSMITH, Selwyn. Design for the disabled. New York: McGraww-Hill Book, 1990.

PREISER, Wolfgang F.E.; OSTROFF, Eliane (editors). Universal Design Handbook. New

York: Mc. Graw Hill, 2001.

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS

Biblioteca com diversos arquivos em PDF: Disponível em: http://www.desenhouniversal.com
acesso em 04.05.09 as 21:30:20

Guia de acessibilidade nas edificações. Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_edificacoes.pdf
acesso em 04.05.09 as 22:20:30

Guia de acessibilidade urbana: Disponível em: http://www.crea-mg.org.br/imgs/cart_aces_urbana.pdf
acesso em 04.05.09 as 20:25:20

http://www.usp.br/fau/cursos/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aut0217/Mobiliario_Urbano_Antropometria.pdf
acesso em 04.05.09 as 24:32:25

http://helenadegreas.com.br Acesso em 07.01. 2010 as 11:11:28 e http://helenadegreas.wodpress.com

http://derrubandobarreirasacessoparatodos.blogspot.com/ Acesso em 04.01.2010 as 11:12:35

Projetos de ex-alunos