Prezadíssimos alunos dos primeiros semestres do curso de arquitetura e urbanismo,
Vamos recrutar voluntários para colaborar no levantamento que estamos realizando para a subprefeitura de Vila Mariana.
Trata-se de uma Atividade Complementar que pretende mapear as condições de acessibilidade, manutenção , uso e projeto de TODAS (sim, meus caros, TODAS) as praças do bairro de Vila Mariana. Esse trabalho é importantíssimo pois permitirá a compreensão e diagnóstico do que existe no bairro onde a sua faculdadae se encontra.
Se você é um aluno interessado, destemido ou simplesmente quer “queimar” as horas das Atividades Complementares com um trabalho exaustivo em boa companhia, aliste-se!
(sim, nossos veteranos são super receptivos e simpáticos…rs)
Deixe seu nome e email para contato no ítem Comentários. Saibam: os meninos do escritório estão ansiosamente aguardando por vocês, calouros…
As a Landscape Architect, Rene Bihan is very passionate about public space. He advocates for quality design through his professional project work and feels that there is also a need to educate the public on the both the meaning and importance of public space in our built environment. This is the first of a five part series called “What is a Park? ” where Bihan will use photography, video, interviews and drawings from the stakeholders of parks as a means of advocating for quality public space. For information visit: http://www.swagroup.com/advocacytopic/landscape-is-the-answer.html
Estudo das formas de organizar e produzir o espaço urbano; estudo das formas de organizar e produzir os espaços livres de edificação; projeto integrado de desenho urbano, arquitetura e paisagismo em escala local; fundamentos conceituais e metodológicos.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto de paisagismo; Aprender métodos de análise, diagnóstico e proposição de espaços livres; Desenvolver técnicas de desenho e representação gráfica do projeto de paisagismo; Introduzir o aluno no universo das práticas paisagísticas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O espaço livre enquanto universo de projeto: tipologias; Elemento vegetal como instrumento de projeto; Programa de atividades; Condicionantes de projeto (orientação solar, vistas e entorno, morfologia do relevo, vegetação existente, ventos e ruídos) ; Zoneamento espacial e funcional, Plano de massas, estudo preliminar e pré-projeto.
Representação gráfica; Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas
METODOLOGIA DE ENSINO
Serão adotados aulas expositivas, seminários, debates e visitas técnicas, dando-se ênfase às práticas monitoradas e constantes de ateliê, caracterizadas por exercícios de investigação gráfica assistida, buscando-se alcançar a aplicabilidade prática dos conteúdos apresentados e discutidos em campo e em classe:
1. Desenvolvimento de projetos assistidos por atendimentos em grupo;
2. Organização de seminários para análise e debate comuns de modo a facilitar e estimular o intercâmbio entre os alunos;
3. Apresentação de projetos para debate de métodos e conteúdos, visando o estabelecimento de critérios de avaliação, análise e trabalho;
4. Aulas expositivas abordando conceitos e temas relacionados ao conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas pela classe;
5. Seminários de apresentação e debate dos trabalhos individuais em desenvolvimento pelos alunos em cada uma das suas etapas;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações serão realizadas a partir da entrega de exercícios, da participação e do material apresentado nos seminários. Essas avaliações levarão em conta tanto a participação ativa e o interesse individual do aluno quanto o resultado de sua aprendizagem, avaliada através dos trabalhos e tarefas apresentados no transcorrer do semestre, na conceituação do tema e projeto, na contextualização da proposta e no nível de desenvolvimento e representação do anteprojeto.
BERTAUSKY, Toni. Plan Graphics For The Landscape Designer. New York: Prentice Hall, 2006
GEHL, L. & GEMZOE, L. Novos espaços urbanos. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
Paisagem e Ambiente: ensaios / USP/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, n. 1– São Paulo: FAUUSP, 1986
MACEDO, S.S. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1999.
MACEDO, S.S. & SAKATA, F. Parques urbanos no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2002.
NIEMEYER, C. A. da Costa. Parques infantis de São Paulo, São Paulo: ANNABLUME, 2002.
MOTLOCH, John L. Introduction to landscape design. New York: John Wiley Professio , 2000 . http://migre.me/fSAH
SIQUEIRA, V. B. Burle Marx. São Paulo, Cosac e Naify, 2001.
Aproveitanbdo a oportunidade, vocês estão asistindo todos os dias inúmeras entrevistas, artigos e reportagens que falam do uso da bicicleta em nossas terras… Fica aí a dica: por aqui pode até ser novidade, mas lá fora, em países civilizados, a bicicleta é meio de trasnporte há tempos!!!
Cliente: Prefeitura Municipal de Diadema, Secretaria de Serviços e Obras, Secretário Luiz Carlos Teófilo
Projeto: Revitalização da Praça Camões em Diadema-SP
Alunos: Douglas Penteado (douglaspenteado@yahoo.com.br), Eddie Humberto Giovane Consorte (eddieconsorte@ig.com.br), Elias Martins Junior (arquitetura@elias.arq.br )
Tutor: Drª Helena Degreas
E não é que chegamos ao final do semestre? Parabéns a todos os alunos e espero que os conteúdos aprendidos sejam utilizados na elaboração de projetos que deixem nossas cidades mais acessíveis (foi “duro” calcular as inclinações das rampas e passeios… inesquecível… rs) a todos os cidadãos, mais adequadas ao flanar urbano (sem aquele amontoado de equipamentos como quadras para isso, mesinhas para aquilo…rsrsrsr) sem atividades dirigidas para a recreação ativa e, em especial, com a utilização de elemtnos como água, pisos com diversas paginações, iluminação noturna e sombreamentos bem legais.
Tema: Projeto de praça: qualificação paisagística (morfológica e funcional) de uma área pública destinada a praça. O trabalho deverá contemplar um diagnóstico da área a ser trabalhada (estudo de inserção urbana, transporte, população, atividades do entorno, visuais a manter e a barrar, sons, morfologia do terreno, vegetação existente, etc) um programa de atividades compatível com as necessidades do lugar, zoneamento funcional e plano de massas, pré-projeto contendo: locação da vegetação, mobiliários e equipamentos urbanos, paginação de pisos).
Objetivo: compreensão do conceito, do programa de atividades, de sua inserção no contexto urbano e do modo de projetar uma praça.
Método:
Aula: expositiva do professor
Elaboração de modelo para compreensão do projeto
Elaboração de desenho técnico do estudo preliminar da praça identificando a
volumetria dos elementos vegetais, paginação de pisos, locação de mobiliários
urbanos (bancos, postes de iluminação, etc.) e dos equipamentos (pontos de
ônibus, bancas, repuxos de água, etc.)
Equipes: 4 a 5 alunos
Tempo de duração: 7 semanas (4horas aula por semana)
Escala: 1:200
Avaliação:
Cada equipe tem 15 minutos para expor o seu trabalho. O trabalho depois de
avaliado deverá ser publicado no site da turma: http:/helenadegreas.wordpress.com
Além da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da
apresentação em PowerPoint. Além
da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da
apresentação em PowerPoint.
Este post refere-se ao conjunto de aulas expositivas que vou ministrar para a disciplina de Introdução ao Projeto de Paisagismo. Se eu conseguir, pretendo reunir materal de arquitetos paisagistas e construir os posts com hiperlinks para sites oficiais ou ainda para locais cujas informações sejam adequadas ao processo de aprendizado de vocês.
Cansei de tanto ler bobagem… Não é porque está na internet, meu povo, que a informação é correta ou adequada a futuros profissionais. Então vamos ver se consigo colaborar com vocês…
Para aprender mais sobre Paul Friedberg, sugiro aos alunos que leiam a revista de onde saíram estas informações: PROCESS: archiecture , Tokyo: PAPublish Company, Ltd., 1982.(nº 82)
Infelizmente, as revistas pararam de ser publicadas há anos. Acho que foi em 1998, não tenho muita certeza. Sei que tem lá na biblioteca da FAUUSP e na Belas Artes também pois dei aula por lá e à época pedi para que fossem adquiridas.
Um pouco sobre o processo de desenho do arquiteto:
. Dilema existencial: a realidade sempre tem dois lados – o certo e o errado
. Como na religião, criada e aceita a premissa inicial, todo o resto vem como conseqüência lógica.
.Como o ato de projeto é subjetivo e também uma questão individual, eu sabia que era assustador não ter princípios e objetivos claros
. Então o primeiro passo é criar a própria bíblia, seus critérios, valores e morais.
. Depois organizar uma coletânea de conteúdos e antecedentes históricos sobre a a problemática. Depois filtrar tudo isso a partir dos valores, conteúdos contextualizados no local de intervenção.
. Nós somos vítimas do nosso trabalho: temos o poder de intervir com nosso “ato criativo”
. A insegurança dos nossos clientes nos fazem responsáveis pelos critérios de qualidade do projeto. Ambos criamos os critérios e os julgamos.
Visão:
Nossos trabalhos refletem nossos valores Forma é nosso objetivo Materiais são nossos instrumentos Aceitação é nossa recompensa
Como vê seu trabalho:
. Meu processo de projeto é pessoal e único.
-A intuição é o meu guia (Intuição é: conhecimento imediato e claro sem recorrer ao raciocínio)
Desenho é:
– minha ferramenta. Com ela eu moldo o que é disforme, organizo aquilo que ainda não tem propósito e dou significado à forma.
– o projeto é o mediado entre o desejo e a necessidade, entre a subsistência e a existência.
– o facilitador entre as oportunidades e experiências que incorporam e refletem as preferências e valores desse mundo diverso e plural.
– a linguagem que eu uso quando converso sobre o que nós somos e o que poderíamos ser.
Por meio desse processo eu me esforço para fazer o “lugar comum” transformar-se em algo excepcional, com o objetivo de fortalecer o sentido do lugar com o do desejo pessoal; prover o entendimento e um conhecimento sobre a arte do lugar,viabilizar e permitir a legibilidade nosso relacionamento com a natureza, fazendo-nos parte dela; unindo o desconhecido e a aventura sem amedrontar.
Projeto 1
Projeto: A.C.Nielsen Company
Ficha Técnica:
Área: 8.2 acres (210.000m² )
Localização: subúrbio de Chicago
Fatores negativos:
Terreno plano
Terreno argiloso resistente à percolação da água (90% escorre e 10% absorvido);
Resultado: destrói o sistema de abastecimento de água da cidade
prefeitura: obriga todos os estabelecimentos a criar formas de retenção das águas de chuva em sua propriedade diminuindo o ritmo de inserção da água no sistema hídrico.
Solução:
Água tem potencial atrativo visual
a escavação para a criação das “piscinas” (contenções) pode dar movimentação ao terreno criando topografia única.
Criar com as piscinas e a nova modelagem do terreno estares para pessoas e organização dos estacionamentos em forma linear ao longo do terreno.
Fatores negativos:
Cidade sem áreas livres públicas e coletivas;
A população não tem a cultura de praças como grandes áreas impermeabilizadas de solo como na Europa;
Prefeitura: Solicitaram solução alternativa à “dureza” dos espaços pavimentados de grandes proporções para espaços livres públicos;
O local é muito seco.
Situação problema: como juntar muita gente e ter água em abundância para amenizar o ar seco?
Solução:
Água tem potencial atrativo visual
Espaço flexível: quando há necessidade de aglomeração pública o espaço é seco: quando não gente, as piscinas enchem-se de água.
A piscina é alimentada por uma cascata de água interligada a um Mal e a um parque;
Um pequeno espaço para anfiteatro e praça é criado com espaço para praça.
Os terraços são plantados com gramados, variedade e floríferas baixas e árvores fazendo com que o plantio agradasse mais ao gosto dos americanos.
Resultados:
Transformou-se em ponto de encontro de jovens artistas de rua, teatro e eventos diversos.
Lauring Park Development District
City of Mineapolis, Minesota
Proposta:
Unir dois distritos: Nicollet mail com Loring Park
Adensar a área
O conceito original de desenho urbano sugeria um conjunto de espaços livres públicos abertos destinados ao passeio dos cidadãos (feito á pé) por entre as quadras.
A prefeitura estimulou por meio de incentivos, a construção das edificações com as entradas principais voltadas para o cento da área.
Área: 20 acres
Massachusstes, 1977
área: 5 acres
Quadra de 200×200
O cliente, a contragosto, acolheu a sugestão de criação do projeto de jardim em seu interior.
Posteriormente, solicitou que o jardim fosse público e permitisse a socialização das pessoas por meio de eventos ao ar público e lanches ao longo do dia.
O projeto previu 3 níveis de terraços conectados por fontes com formato piramidal além de um anfiteatro
O espaço é utilizado hoje para casamentos, festas, eventos diversos.
DISCIPLINA: Introdução ao projeto de paisagismo
Exercício 1
Tema: Os alunos deverão elaborar, por meio do uso da vegetação e da construção de planos de teto, parede e piso, um conjunto de espaços estáticos e dinâmicos. A maquete deverá conter: um espaço grande, um médio, um pequeno, um referencial visual local, um caminho principal, um secundário e vários de caráter local.
Objetivo: estruturação de um espaço livre por meio da utilização do elemento vegetal.
Método:
Aula expositiva do professor Elaboração de maquete Elaboração de desenho representando o exercício tridimensional elaborado na maquete.
Materiais:
– uma prancha de isopor 0.50 x 1.00 – algodão (um pacote na cor branca) – palitos de madeira (churrasco, dentes, etc.) – estilete Equipes: 4 alunos
Tempo de duração: 3 aulas
Etapas de entrega:
Escala: 1:200
Avaliação: Cada equipe tem 15 minutos para expor o seu trabalho na forma de seminário e apresentação contendo material audiovisual e maquete. Cada equipe terá o prazo de 03 horas para elaborar por meio de maquete e de um modo gráfico suas idéias, sendo que ao final do tempo, os trabalhos serão expostos e interpretados pelo coletivo da classe.Além da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da apresentação em PowerPoint e pranchas com os respectivos desenhos em planta, com elevações e croquis.
Turma (2ª / matutino):
Ingrid R. Strapasson (5578361) e Cecília B. de Lima (4310609)\ Trabalho completo
Bem vindos a disciplina de introdução ao paisagismo do curso de arquitetura e urbanismo! Meu nome é Helena Degreas e sou a professora responsável pela turma da manhã. Ao longo deste semestre, trataremos dos espaços livres de edificação com enfoque em um tipo de espaço público bastante conhecido de vocês: a praça e seu entorno.
Lembrem-se que TODO arquiteto é um paisagista por natureza e que a atribuição profissional está vinculada ao nosso registro profissional – CREA. Isto quer dizer que apenas arquitetos e urbanistas podem desenvolver projetos de paisagismo. Os demais, não podem.
Retomaremos o assunto inúmeras vezes ao longo do semestre. por enquanto, deixo no post o programa da disciplina e o exercícios que vocês deverão realizar ao longo das próximas 20 aulas.
Praça Afonso Botelho em Curitiba
EMENTA
Estudo das formas de organizar e produzir o espaço urbano; estudo das formas de organizar e produzir os espaços livres de edificação; projeto integrado de desenho urbano, arquitetura e paisagismo em escala local; fundamentos conceituais e metodológicos.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto de paisagismo; Aprender métodos de análise, diagnóstico e proposição de espaços livres; Desenvolver técnicas de desenho e representação gráfica do projeto de paisagismo; Introduzir o aluno no universo das práticas paisagísticas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O espaço livre enquanto universo de projeto: tipologias; Elemento vegetal como instrumento de projeto; Programa de atividades; Condicionantes de projeto (orientação solar, vistas e entorno, morfologia do relevo, vegetação existente, ventos e ruídos) ; Zoneamento espacial e funcional, Plano de massas, estudo preliminar e pré-projeto.
Representação gráfica; Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas
METODOLOGIA DE ENSINO
Serão adotados aulas expositivas, seminários, debates e visitas técnicas, dando-se ênfase às práticas monitoradas e constantes de ateliê, caracterizadas por exercícios de investigação gráfica assistida, buscando-se alcançar a aplicabilidade prática dos conteúdos apresentados e discutidos em campo e em classe:
1. Desenvolvimento de projetos assistidos por atendimentos em grupo;
2. Organização de seminários para análise e debate comuns de modo a facilitar e estimular o intercâmbio entre os alunos;
3. Apresentação de projetos para debate de métodos e conteúdos, visando o estabelecimento de critérios de avaliação, análise e trabalho;
4. Aulas expositivas abordando conceitos e temas relacionados ao conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas pela classe;
5. Seminários de apresentação e debate dos trabalhos individuais em desenvolvimento pelos alunos em cada uma das suas etapas;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações serão realizadas a partir da entrega de exercícios, da participação e do material apresentado nos seminários. Essas avaliações levarão em conta tanto a participação ativa e o interesse individual do aluno quanto o resultado de sua aprendizagem, avaliada através dos trabalhos e tarefas apresentados no transcorrer do semestre, na conceituação do tema e projeto, na contextualização da proposta e no nível de desenvolvimento e representação do anteprojeto.
BERTAUSKY, Toni. Plan Graphics For The Landscape Designer. New York: Prentice Hall, 2006
GEHL, L. & GEMZOE, L. Novos espaços urbanos. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
Paisagem e Ambiente: ensaios / USP/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, n. 1– São Paulo: FAUUSP, 1986
MACEDO, S.S. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1999.
MACEDO, S.S. & ROBBA, F. Praças brasileiras. São Paulo, EDUSP, 2002.
MACEDO, S.S. & SAKATA, F. Parques urbanos no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2002.
MOTLOCH, John L. Introduction to landscape design. New York: John Wiley Professio , 2000 . http://migre.me/fSAH
SIQUEIRA, V. B. Burle Marx. São Paulo, Cosac e Naify, 2001.