Para aqueles que quiserem colaborar com as minhas creches, lá vai uma dica!
São mais de duzentas boquinhas lá nas Ruas Araquã 54 e Avanhandava 814 para alimentar… fora as fraldinhas… umas 3 mil por mês… hahahaha
Mais um pouquinho, os vizinhos irão pedir um relatório de impacto ambiental… hahahahahahah (brincadeirinha, as creches são modelo e o projeto pedagógico é da STANCE DUAL SCHOOL ) 😀
Acabo de voltar do almoço. Foi muito bom encontrar pessoas que se reunem por uma boa causa. matei saudades de gente que não via há tempos! Deixo aqui algumas imagens do dia de hoje. Obrigada a todos!
DISCIPLINA: Introdução ao projeto de paisagismo
Exercício 1
Tema: Os alunos deverão elaborar, por meio do uso da vegetação e da construção de planos de teto, parede e piso, um conjunto de espaços estáticos e dinâmicos. A maquete deverá conter: um espaço grande, um médio, um pequeno, um referencial visual local, um caminho principal, um secundário e vários de caráter local.
Objetivo: estruturação de um espaço livre por meio da utilização do elemento vegetal.
Método:
Aula expositiva do professor Elaboração de maquete Elaboração de desenho representando o exercício tridimensional elaborado na maquete.
Materiais:
– uma prancha de isopor 0.50 x 1.00 – algodão (um pacote na cor branca) – palitos de madeira (churrasco, dentes, etc.) – estilete Equipes: 4 alunos
Tempo de duração: 3 aulas
Etapas de entrega:
Escala: 1:200
Avaliação: Cada equipe tem 15 minutos para expor o seu trabalho na forma de seminário e apresentação contendo material audiovisual e maquete. Cada equipe terá o prazo de 03 horas para elaborar por meio de maquete e de um modo gráfico suas idéias, sendo que ao final do tempo, os trabalhos serão expostos e interpretados pelo coletivo da classe.Além da apresentação oral, o grupo deverá encaminhar ao professor, um arquivo da apresentação em PowerPoint e pranchas com os respectivos desenhos em planta, com elevações e croquis.
Turma (2ª / matutino):
Ingrid R. Strapasson (5578361) e Cecília B. de Lima (4310609)\ Trabalho completo
Obrigada a todos. Foi muito bom tê-los conhecido e trabalhado com vocês ao longo das últimas semanas. Começamos nossas reuniões numa noite de janeiro lá no escritório-modelo da arquitetura e terminamos fechando a maquetaria com chave de ouro.
Sabe do que mais gostei?
Antes de colocar a “mão na massa”, pesquisamos, estudamos, conversamos muito sobre o conceito do projeto, o seu porquê e, em especial, para quem estávamos trabalhando, lembram-se? nossos clientes especiais: os deficientes visuais, razão de ser de nosso projeto.
Horas de conversa muito bem investida pois fundamentou cada atitude tomada por vocês em todas as etapas: do desenho à seleção de materiais, utilização de cores e texturas além dos acabamentos. Posso afirmar que vocês cresceram profissionalmente. Não são os mesmos alunos que encontrei em janeiro. Durante as entrevistas que vocês concederam, ouvi detalhes sobre execução e sobre os motivos que os levaram a escolher cores, esse ou aquele material, sobre compreensão e leitura de formas, texturas, volumes e dimensões que, de repente, me dei conta que vocês estavam dominando o assunto muitíssimo bem. Parabéns! Sei que se projetos futuros semelhantes aparecerem, vocês “darão conta” do recado!
Quanto ao Ângelo, não tenho como lhe agradecer. Muitíssimo obrigada pelo excelente trabalho de orientação quanto à execução das maquetes. Estamos juntos desde o Guia Tátil de Ruas do Ipiranga feito lá para o Instituto de Padre Chico. Lembra? Os meninos usam até hoje.
Filha, obrigada pela força. Seu trabalho de “videomaker” foi lindo… Usou uma linguagem jovem, sem aquela aparência de vídeo institucional, você conseguiu “capturar” pelos olhos de sua máquina, o clima de amizade, coleguismo, comprometimento, profissionalismo, alegria e empenho dos meus alunos. Só você e meus alunos para me fazerem sambar… ai, meu Deus… rsrsrs
Escuta MPB. São os primeiros passos na vida científica. A vida é maravilhosa.
Bolsista de Mestrado
Escuta musica POP. Está completamente empolgado com o que faz e quer ser o melhor na sua área.
Bolsista de Doutorado
Escuta Heavy Metal. O dia começa às 8 da manhã e só acaba às 10 da noite. Nada dá certo e ainda tem que lidar com resumos para congressos, relatórios, disciplinas, paper para escrever, orientar os ICs, etc, etc…
Bolsista de Pós-Doutorado
Escuta HIP HOP. Aumento de peso por causa do estresse. Percebeu que não pode salvar o mundo, mas isso não lhe importa, porque ainda assim continuam pagando um salário a ele. E os papers? Se sair algum, beleza, se não, tudo bem. Sempre existe a oportunidade para encaixar alguma revisão de literatura.
Professor Doutor
Escuta Gansta Rap. O senso de humor mudou totalmente daqueles dias de iniciação. As dores de cabeça são mais frequentes e começa a esquecer as coisas que foram faladas. Vive a base da cafeína. O melhor (?!) é que ninguém pode te criticar.
Professor Titular
Escuta vozes em sua cabeça. Esquece dos horários das reuniões, dos dias da semana, do trabalho de seus alunos…
Esse post foi criado com o objetivo de mostrar alguns bons exemplos de cidadania promovidos por acadêmicos de cursos superiores quando do ingresso de alunos (futuros profissionais) em ambientes universitários.
Assim que eu tiver um tempo, vou organizar o material de forma mais adequada. Por enquanto, ficam os arquivos em PDF de alguns trotes que ajudei, juntamente com alunos diretórios Acadêmicos, Escritórios-Modelo e Empresa Júnios, todos em arquitetura e urbanismo, a organizar.
Parece tudo diversão (e eu considero que é mesmo), mas o trabalho é sério. Planejar, organizar, coordenar, ter objetivos claros, metas a alcançar, prazos a cumprir, escrever o projeto para envio a possíveis patrocinadores, obetr recursos, converncer a institutição de ensino superior de que o projeto é sério, definitivamente, não é tarefa fácil. Dá MUITO TRABALHO.
Estudo das questões projetuais da acessibilidade às edificações considerando os aspectos relacionados às pessoas portadoras de deficiência.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Aprimorar o entendimento da influência das decisões arquitetônicas na acessibilidade e segurança de uso das edificações. Além disso, são aprofundados os conhecimentos sobre instrumentos que podem ser empregados para proporcionar melhores condições de acessibilidade resultando num projeto arquitetônico de qualidade e que atenda plenamente às necessidades do usuário final.
Melhorar a formação dos profissionais no conhecimento sobre acessibilidade, da situação do espaço construído em relação a sua adaptação às exigências da sociedade, das possibilidades de se obter maior desfrute dos espaços.
Planejamento e a adequação do ambiente urbano e dos sistemas de deslocamento sobre a cidade.
Estudar a Legislação relacionada ao tema.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Conceito de desenho universal.
Sociedade inclusiva
Cidade Acessível
Espaços acessíveis que atendam aos princípios do desenho universal.
Variedade de necessidades dos usuários, autonomia e independência.
Ambiente construído: a adequação e adaptabilidade da estrutura, das instalações.
Mobiliário e equipamentos adaptados
Garantias Legais de Acessibilidade
METODOLOGIA DE ENSINO
Palestras, aulas teóricas e exercícios práticos.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os alunos serão avaliados pela participação em aula, no desenvolvimento dos exercícios e seminários propostos, e realização da prova. A freqüência será aferida pela lista de presença.
Bem vindos a disciplina de introdução ao paisagismo do curso de arquitetura e urbanismo! Meu nome é Helena Degreas e sou a professora responsável pela turma da manhã. Ao longo deste semestre, trataremos dos espaços livres de edificação com enfoque em um tipo de espaço público bastante conhecido de vocês: a praça e seu entorno.
Lembrem-se que TODO arquiteto é um paisagista por natureza e que a atribuição profissional está vinculada ao nosso registro profissional – CREA. Isto quer dizer que apenas arquitetos e urbanistas podem desenvolver projetos de paisagismo. Os demais, não podem.
Retomaremos o assunto inúmeras vezes ao longo do semestre. por enquanto, deixo no post o programa da disciplina e o exercícios que vocês deverão realizar ao longo das próximas 20 aulas.
Praça Afonso Botelho em Curitiba
EMENTA
Estudo das formas de organizar e produzir o espaço urbano; estudo das formas de organizar e produzir os espaços livres de edificação; projeto integrado de desenho urbano, arquitetura e paisagismo em escala local; fundamentos conceituais e metodológicos.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Introduzir elementos teóricos e conceituais do projeto de paisagismo; Aprender métodos de análise, diagnóstico e proposição de espaços livres; Desenvolver técnicas de desenho e representação gráfica do projeto de paisagismo; Introduzir o aluno no universo das práticas paisagísticas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O espaço livre enquanto universo de projeto: tipologias; Elemento vegetal como instrumento de projeto; Programa de atividades; Condicionantes de projeto (orientação solar, vistas e entorno, morfologia do relevo, vegetação existente, ventos e ruídos) ; Zoneamento espacial e funcional, Plano de massas, estudo preliminar e pré-projeto.
Representação gráfica; Linguagens de projeto: estudos de caso com arquitetos paisagistas
METODOLOGIA DE ENSINO
Serão adotados aulas expositivas, seminários, debates e visitas técnicas, dando-se ênfase às práticas monitoradas e constantes de ateliê, caracterizadas por exercícios de investigação gráfica assistida, buscando-se alcançar a aplicabilidade prática dos conteúdos apresentados e discutidos em campo e em classe:
1. Desenvolvimento de projetos assistidos por atendimentos em grupo;
2. Organização de seminários para análise e debate comuns de modo a facilitar e estimular o intercâmbio entre os alunos;
3. Apresentação de projetos para debate de métodos e conteúdos, visando o estabelecimento de critérios de avaliação, análise e trabalho;
4. Aulas expositivas abordando conceitos e temas relacionados ao conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas pela classe;
5. Seminários de apresentação e debate dos trabalhos individuais em desenvolvimento pelos alunos em cada uma das suas etapas;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações serão realizadas a partir da entrega de exercícios, da participação e do material apresentado nos seminários. Essas avaliações levarão em conta tanto a participação ativa e o interesse individual do aluno quanto o resultado de sua aprendizagem, avaliada através dos trabalhos e tarefas apresentados no transcorrer do semestre, na conceituação do tema e projeto, na contextualização da proposta e no nível de desenvolvimento e representação do anteprojeto.
BERTAUSKY, Toni. Plan Graphics For The Landscape Designer. New York: Prentice Hall, 2006
GEHL, L. & GEMZOE, L. Novos espaços urbanos. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
Paisagem e Ambiente: ensaios / USP/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, n. 1– São Paulo: FAUUSP, 1986
MACEDO, S.S. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, EDUSP, 1999.
MACEDO, S.S. & ROBBA, F. Praças brasileiras. São Paulo, EDUSP, 2002.
MACEDO, S.S. & SAKATA, F. Parques urbanos no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2002.
MOTLOCH, John L. Introduction to landscape design. New York: John Wiley Professio , 2000 . http://migre.me/fSAH
SIQUEIRA, V. B. Burle Marx. São Paulo, Cosac e Naify, 2001.
Estava com muita vontade de comer um bolo não muito doce para com geléia no café da manhã ou sorvete no lanche da tarde.
Meus filhos gostam bastante e seus amigos também.
Diz a lenda, lá na Grécia…
No ano novo, tenho por hábito há anos fazer este bolo (que não cresce muito) e colocar uma moeda (devidamente higienizada e embalada em várias!!! camadas de papel alumínio) para cortá-lo à meia-noite com toda a família. Desde que me conheço por gente, a divisão é feita da seguinte forma: Normalmente o mais velho da família presente no dia, inicia o corte.
Primeiro você faz um sinal da cruz (quem não quiser, no problem at all pois isso é coisa dos gregos que são muiiiito ortodoxos…) sobre o bolo. Depois, essa mesma pessoa deve dividir o bolo em pedaços iguais para todos os presentes em ordem decrescente de idade.
Ah! Já ia me esquecendo: a primeira fatia é para Deus (quem não quiser não dê bolo para Ele); a segunda fatia é para a família toda (essa é legal, vale cortar sim!) e daí em diante, uma fatia para cada membro presente.
É bacana porque vira uma brincadeira onde todos acham esperam tirar a sorte com a moedinha! E aí, todo mundo acha que quem cortou o bolo favoreceu seu queridinho e por aí vai… Eu também acho a mesma coisa, sabiam?…
Se a moedinha cair na fatia de Deus, reza a lenda que ele cuidará de todos. Se cair na fatia da família, TODOS saem lucrando! se cair na fatia de alguém, a prosperidade é dele. Na virada do ano, quem ganhou a moedinha fui EU! yessss!!!! raspando na minha filhinha. Divido com ela, com o maior prazer!
Vamos à receita.
Ingredientes
um tablete de manteiga sem sal
1 xícara e 1/2 de açúcar (eu prefiro menos, meus filhos mais)
1 pote (de iogurte grego – pode ser do Acrópole mesmo, isso se o velho Trassívoulos quiser vender para você ou da Dona Vitória que é muiiiito bom e parecido com o grego). Pode ser qualquer marca de supermercado mas, além de potes pequenos, o gosto e a textura não ficam iguais…
5 ovos
Raspas de um limão
Mais ou menos umas 3 xícaras de farinha de trigo.
1 colher de sopa de fermento
O problema:
como faço minhas receitas desde pequenininha, nunca medi nada. Ainda ssim, fiz um esforço hoje para entender o que coloco e em que porções…
Como fazer:
Aqueça o forno (uns 220ºc)
Bata a manteiga com o açúcar até ficar um creme bem branquinho. Eu faço com a mão mesmo, não uso batedeira, garfos, etc). Costumava levar broncas imensas das minhas avós toda vez que eu vinha com essas modernidades do tipo batedeiras, garfos, etc. De acordo com elas, donas de casa tem obrigação de sentir e conhecer o “ponto” das massas na mão mesmo… Sigo à regra. Morro de medo delas, de lá do lugar bacana de onde estão, mandarem um msn, torpedo ou twitter dando bronca… rsrsrsrs
Voltando…
Acrescente o iogurte e continue batendo. Depois acrescente os ovos um a um até a massa ficar homogênea. Lisinha…
Vá polvilhando a farinha (com o fermento já misturado e as raspas de limão) aos poucos e batendo sempre.
A massa fica mais “firme”, portanto, não estranhe.
Unte uma forma com manteiga e farinha. Coloque para assar por uns 35 minutos ou até o o bolo começar a ficar amarelinho em cima e soltar das laterais da forma.
Gosto de enfeitar com açúcar de confeiteiro. Costumo usar da marca União porque realmente fica melhor. Não é propaganda não, tá?
Desenforme depois de frio (porque senão quebra ou esfarela inteiro) e bom lanche! No meu caso, após o lanche, precisarei pelos valores nutricionais de 2 horas de esteira… Quero voltar a ter a idade dos meus aluninhos… rs
Ah! para meus amigos que A-DO-RAM ler em grego moderno, lá vai a receita do livro que ganhei da minha vó Eleni (as duas chamavam-se Helena… hahahah) de receitas gregas. Ela deu um igual para minha mãe quando se casou. E ela tinha um igual de quando ela era casada… para meu espanto é o mesmo sem nenhum adendo ou alteração. Dizia ela (conselho para as moçoilas casadoiras) que marido se prende pelo estômago… Aliás, ouvi o mesmo de várias senhoras…