Representações gráficas para paisagismo: algumas sugestões

Nesta semana, vocês desenvolveram planos de massa utilizando oelementos vegetais na comosição de espaços livres – ou ainda, como vocês carinhosamente chamas, as maquetes de algodão. O próximo post será dedicado apenas a elas, ok:

Na aula passada, pedimos a vocês que representassem o que estavam vendo nas maquetes na forma de plantas (com legendas), cortes, elevações e croquis. Como sugestão, pedimos que vocês encontrem os trabalhos que fizeram nas disciplinas de Desenho Técnico com a Profª Alessandra, lembram-se dela? Pois é. A hora é agora. Apliquem nos desenhos.

Outras sugestões de desenho encontram-se aqui, no conjunto de slides que as professoras Kátia Lulli e Fabíola Bernardes prepararam para vocês.

Em tempo: as ilustrações foram retiradas destes três livros (que estão na bilbioteca), a saber:

ABBUD, Benedito. Criando Paisagens. São Paulo: Senac, 2006. MASCARÓ, Juan Luis. Loteamentos Urbanos. Porto Alegre: Editora Masquatro, 2005. REID, Grant W. Landscape graphics. New York, Whitney Library of Design, 1987.

Deixo aqui também uma aula em ppp realizada pelo Prof. Dr. Silvio Soares Macedo (FAUUSP – Quadro do Paisagismo no Brasil) que  fala sobre a importância das formas de representação das idéias para as discipçinas de paisagismo.

Quem quer ser arquiteto paisagista?

Vídeo muito bacana que explica nossa profissão… Somos arquitetos, projetamos sonhos…
Divirtam-se!

Helena

 

Desenho Universal: sinônimo de segurança e conforto (Revista Incluir maio/junho 2011)

Prezados alunos,

Deixo disponível o artigo da jornalista Juliana Reis (editora da Revista Incluir) veiculada nos meses de maio/junho de 2011 para estudo complementar dos conteúdos veiculados às disciplinas de Acessibilidade, Introdução ao Paisagismo e também aos alunos do escritório modelo (presencial e digital).

Artigo completo

 

 

Programa da disciplina Introdução ao projeto de paisagismo (2012 – 1)

Neste semestre, o programa da disciplina foi alterado para atender às novas exigências do CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil no que diz respeito aos conteúdos, habilidades e competências profissionais da prática do paisagismo e da arquitetura da paisagem por arquitetos e urbanistas brasileiros.

EMENTA

Estudo das formas de organizar e produzir o espaço urbano; estudo das formas de organizar e produzir os espaços livres de edificação; projeto integrado de desenho urbano, arquitetura e paisagismo em escala local; fundamentos conceituais e metodológicos.

OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Introduzir elementos teóricos e conceituais da Arquitetura Paisagística e do paisagismo; Aprender métodos de análise, diagnóstico e projetos de espaços livres de âmbito público e privado.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Tipos de espaços livres de edificação; Vistorias/Visitas Técnicas, coleta de dados (condicionantes de projeto – orientação solar, vistas e entorno, morfologia do relevo, vegetação existente, ventos e ruídos); definição de conceito e adoção de partido; planejamento do desenvolvimento do projeto e detalhamento. Os projetos serão apresentados por meio de peças gráficas, plantas, cortes, elevações, ilustrações de forma a permitir o entendimento do projeto, apresentando o partido adotado, a distribuição espacial das atividades (zoneamento funcional / plano de massas), a linguagem de desenho de cada espaço, com explicitação do partido adotado, com definição básica dos materiais a serem adotados, modelagem preliminar do terreno, projeto de plantio (Plantas de locação e especificação qualitativa e quantitativa das espécies vegetais), projeto de mobiliário, paginação de piso, arquitetura da luz e da água, obras de arte, entre outros. Memorial Descritivo e Quantitativo Preliminar.

METODOLOGIA DE ENSINO

Desenvolvimento de projetos assistidos por atendimentos em grupo no ateliê; Organização de seminários para análise e debate comuns de modo a facilitar e estimular o intercâmbio entre os alunos; Apresentação de referências de projetos de Arquitetura Paisagística para debate de conteúdos e linguagens; Aulas expositivas abordando conceitos e temas relacionados ao conjunto de propostas desenvolvidas e debatidas pela classe; Seminários de apresentação e debate dos trabalhos em cada uma das suas etapas; Palestras com Arquitetos Paisagistas com foco nas diferentes atribuições e competências da profissão.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

As avaliações serão realizadas a partir da entrega de exercícios, da participação e do material apresentado nos seminários. Essas avaliações levarão em conta tanto a participação ativa e o interesse individual do aluno quanto o resultado de sua aprendizagem, avaliada através dos trabalhos e tarefas apresentados no transcorrer do semestre, na conceituação do tema e projeto, na contextualização da proposta e no nível de desenvolvimento e representação do anteprojeto.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABBUD, B. Criando paisagens: Guia de Trabalho em Arquitetura Paisagística. São Paulo, SENAC, 2006.

ALEX, Sun. Projeto de Praça. São Paulo: SENAC, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Paisagem e Ambiente: ensaios / USP/ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo– São Paulo: FAUUSP, 1986.

MACEDO, S.S. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2011.

MACEDO, S.S. & ROBBA, F. Praças brasileiras. São Paulo, EDUSP, 2011.

MACEDO, S.S. & SAKATA, F. Parques urbanos no Brasil. São Paulo, EDUSP, 2002.

REID, Grant W. Landscape graphics. New York, Whitney Library of Design, 1987.

SAKATA, Francine Gramacho. Paisagismo Urbano: Requalificação e Criação de Imagens. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2011.

KLIASS, Rosa. Desenhando Paisagens, Moldando uma profissão. São Paulo, SENAC, 2006.

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS

http://auladepaisagismo.wordpress.com

Recado: Se vocês quiserem conhecer os trabalhos (sobre parques) realizados pelos alunos dos semestres anteriores entrem em: Turma do 2º 2010

exercício 1 : Plano de massas com uso de vegetação (vejam o facebook dos colegas e comentem…)

exercício 2

exercício 3

exercício 4

Alguns textos para a leitura do semestre:

MAGNOLI, Miranda Martinelli. Espaço livre – objeto de trabalho. Paisagem ambiente, São Paulo, n. 21, 2006 . Disponível em <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-60982006000100015&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. acessos em 06 fev. 2012.
MAGNOLI, Miranda Martinelli. O jardim na cidade é um fragmento de sonho. Paisagem ambiente, São Paulo, n. 21, 2006 . Disponível em <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-60982006000100017&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. acessos em 06 fev. 2012.

Produced by the Active Living Network, a project of The Robert Wood Johnson Foundation.  An interview with legendary author, Jane Jacobs, who wrote “The Death and Life of Great American Cities.”  The film explores the role of the built environment in physical activity and public health.  9:45 Total Length

Design do mobiliário brasileiro: a influência da Bauhaus nas correntes estilísticas e no design do século XX

Iniciação científica: entrega parcial ao Centro Universitário FIAMFAAM

Irmãos Campana para o CCBB

 

Resumo

O desenvolvimento do mobiliário brasileiro no século XX começa com uma ruptura dos nossos padrões coloniais e timidamente inicia-se a produção do mobiliário que busca a criação de uma identidade nacional, mas ao mesmo tempo possui raízes européias, principalmente de Bauhaus, com formas simples e funcionais. Essa produção, inicialmente embrionária, aos poucos ganha corpo para dar uma verdadeira alma nacional, com materiais nativos e formas orgânicas, refletindo a nossa identidade.

Aluna: Danielle Almeida
Orientador: Drª Helena Degreas
Iniciacao Cientifica: doc completo

Projeto: revitalização da Praça Ivan Braga (Embu-Guaçu)

Alunos: Amanda Alves Campelo Pasin , Carolina de Paula Vilela Rangel, Fabrício Fukumori e Thais Reis Custódio Barreto Tutor: Drª Helena Degreas Cliente: Secretaria da Pessoa co Deficiência, município de Embu Guaçu Secretário: Luiz Carlos dos Santos

Relatorio: visita técnica
Projeto completo

Embu-Guaçu: levantamento e diagnóstico das condições de acessibilidade de Ginásio Esportivo

Cliente: Prefeitura do Município de Embu-Guaçu, secretaria da pessoa com deficiência, Sr. Luiz Carlos dos Santos
Projeto: Levantamento das condições de acessibilidade do Ginásio Esportivo
Alunos: Maricy de C. Fernandes, Mariana Olivetti, Mayara Lopes, Ana Paula Lima
Tutor: Drª Helena Degreas

Prancha 1
Prancha 2
Prancha 3
Prancha 4

Igreja Cristã da Família: proposta para acessibilidade

Aluno: Eduardo Castro Silva Gomes
Local: Igreja Cristã da Família
Cliente: Sr. Paulo Oliveira
Tutor: Drª Helena Degreas (escritório modelo digital)
PRANCHA 1- PROPOSTA
PRANCHA 2- PROPOSTA

Praça Washington Gomes Campos

Cliente: subprefeitura Vila Mariana
Alunos: Daniela Ponce Bueno e Andréia Gomes Carmo
Local: praça Washington Gomes Campos
Tutor: Drª Helena Degreas

Diagnóstico: prancha 1
Projeto: prancha 02
Projeto: prancha 3

Solicitação de retirada do PL-2043/2011

CARTA_CBA_DE_REJEICAO_DO_PL2043[2][1]

MANIFESTO 2012 CONTRA O PL-2043

Argumentação pela rejeição do PL-2043/2011

O PL-2043/2011 pretende regulamentar o “exercício da profissão de técnico de nível superior em paisagismo e dá outras providências” desconsiderando a lei No 12.378 de 21 de Dezembro de 2010 que atribui aos arquitetos urbanistas a atribuição da Arquitetura Paisagística, conforme descrito no artigo 2° da lei . 12.378, aprovada e sancionada em 2010.

O  CBA – Colégio Brasileiro de Arquitetos, entidade de representação nacional dos arquitetos urbanistas, constituído pela ABAP, ABEA, AsBEA , FNA e IAB vem por meio desta apresentar os argumentos pela rejeição do  PL-2043/2011 baseando-se na legislação vigente:

1 – O CBA lutou pela aprovação da lei No 12.378 de 21 de Dezembro de 2010, que “Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal – CAUs; e dá outras providências.” No seu Artigo 2o a lei estabelece as atividades e atribuições do Arquiteto Urbanista e no inciso III do Art 2o especifica como uma das atividades e atribuições: “Arquitetura Paisagística, concepção e execução de projetos para espaços externos, livres e abertos, privados ou públicos, como parques e praças, considerados isoladamente ou em sistemas, dentro de várias escalas, inclusive a territorial”. Portanto é juridicamente inapropriado o PL-2043/2011 que trata da questão como se já não houvesse uma profissão de nível superior regulamentada pela legislação federal brasileira para a Arquitetura Paisagística.

2. Cabe ressaltar que esta atribuição está prevista desde 1933, quando foi criado o primeiro conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia no Brasil. pelo Decreto federal n. 23.569 de 11 de dezembro de 1933. Esse decreto, em seu capítulo IV. das especializações profissionais, diz:

“ … art.30 – consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiro-arquiteto :

a. o estudo, projeto,direção,fiscalização e construção de edifícios , com todas as suas obras complementares ;

b. o estudo , projeto, direção, fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental;

c. o projeto, direção e fiscalização dos serviços de urbanismo;

d. o projeto, direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística

e. o projeto, direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica

f. arquitetura legal, nos assuntos mencionados nas alíneas a a c deste artigo.

g. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores”…

3– O encaminhamento do PL 2.043/2011  no presente momento histórico, quando o CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo – inicia a sua formação, com eleições ocorridas em 26 de outubro é, portanto, inoportuno. As representações nacionais dos Arquitetos Urbanistas encontram-se envolvidas na organização de seu novo conselho e atentamos para diversos projetos congêneres ao PL 2.043/2011, que surgem no sentido de retalhar as atribuições profissionais de Arquitetos Urbanistas.

4 – Entendemos que a construção de uma paisagem requer de fato a interdisciplinaridade, entretanto os aspectos de concepção espacial e desenvolvimento de projetos, requerem, por sua vez, uma formação específica já há muito tempo regulamentada pela legislação nacional para os arquitetos urbanistas.

Em nome de toda a construção social desenvolvida em torno do tema, o Colégio Brasileiro de Arquitetos vem por meio desta apresentar os argumentos que rejeitam o PL 2.043/2011 e solicitar o vosso apoio nos tramites necessários.

Atenciosamente,

São Paulo, 11 de novembro de 2011.

                                                                                JONATHAS MAGALHÃES – Presidente da ABAP

 JOSÉ ANTÔNIO LANCHOTI – Presidente da ABEA

               RONALDO REZENDE – Presidente da AsBEA

               JEFERSON SALAZAR – Presidente da FNA

             GILSON PARANHOS – Presidente do IAB