Design de Interiores: projetos de paisagismo para uma cobertura em área nobre de São Paulo

Projeto de Paisagismo: Designde Interiores

EMENTA
Desenvolvimento de projeto de paisagismo no âmbito do projeto de interiores. Representação e apresentação gráfica dos projetos de paisagismo: materiais de pisos, paredes e espécies vegetais. Introdução ao estudo da vegetação utilizada em ambientes internos e pequenas áreas externas.

OBJETIVOS

  • Introduzir fundamentos de utilização da vegetação no projeto de interiores e sua representação;
  • Apresentar os diferentes materiais empregados em pisos, paredes nos projetos de interiores, sua paginação, representação e quantificação;
  • Compreender as propriedades e características de cada tipo de piso e revestimento. Verificar os efeitos plásticos dos diferentes materiais.
  • Aplicara e representar vegetação em projeto de interiores;
  • Utilizar recursos gráficos na representação de pisos e vegetação.

EXERCÍCIO
Desenvolvimento de projeto de paisagismo em cobertura residencial. Família de alto poder aquisitivo composta por pai (profissional liberal da área de comunicações), mãe (artista plástica) e dois filhos (adultos). Gostam de receber amigos.
Marina Corain & Marcelo Góes (ver)

perspectiva da cobertura

 

Danielle Almeida e Kamila Medeiros (ver)

Projeto de paisagismo: cobertura

 

Mirian Moura (ver)

projeto de paisagismo: cobertura

marcela stripeikis (ver)

projeto de paisagismo: cobertura

Bruna de Oliveira e Camila Gomes (ver)

projeto de paisagismo: cobertura

 

 

 

Projeto de Paisagismo: cobertura

 
Daniele_Moreira_Souza (ver)

Projeto de Paisagismo: cobertura

Karina_Emily_Zilda (ver)

Projeto de Paisagismo: cobertura

Deficiência: definição e classificação

Introduzindo o tema…

Quando um indivíduo encontra-se em um meio físico e social estimulante, rico em possibilidades e experiências, ele cresce e se desenvolve a partir de sua interrelação com o meio integrando-se. Suas ações/reações são portanto o resultado de sua herança genética associada a fatores culturais, sociais ou ainda de suas experiências quando de seu relacionamento com o seu entorno.

Cada indivíduo como diz a palavra, é único e distinto dos demais. Tudo o que ele pode nos transmitir também é. Toda essa diversidade de ações, opiniões e possibilidades enriquece nossa existência social.

Inserido num ambiente social, num entorno (tudo aquilo que estão ao nosso redor e que nos permite interagir) o indivíduo apresenta alguns domínios que estão vinculados, de forma muito sintética, ao corpo físico, ao indivíduo e ao ser social.

E o que é um domínio?
Um domínio é um conjunto prático e significativo de funções relacionadas à fisiologia, estruturas anatômicas, ações, tarefas ou áreas da vida.

Só pessoas com deficiências podem apresentar domínios que dificultem a interação física ou social?

Não necessariamente. Lembro-me de uma situação que parecia trágica para as professoras de uma escola pública que conheci. No final, achei muita graça… Os banheiros da tal escola viviam sujos pois as crianças literalmente não “puxavam” a descarga dos vasos sanitários ao usá-los por mais explicações, broncas e castigos que recebessem das professoras. Ao entrar no banheiro, simplesmente observei a estatura das crianças e a altura da tal “cordinha” que eles deveriam “puxar”. Como estavam no ensino infantil e a altura era adequada aos alunos do ensino médio, a tal cordinha era acionada apenas por pessoas com mais de 1.50 m de altura. Resolvido o comprimento da cordinha, as crianças puderam utilizar corretamente os sanitários.

Eu mesma tenho problemas sérios para apanhar objetos em gôndolas de supermercado. Apesar de ter estatura superior à média, os produtos estocados no topo e no fundo são inacessíveis para qualquer pessoa que não leve em sua bolsa, uma escadinha portátil.

Brincadeiras à parte, todos os profissionais vinculados á área de projeto, criação e construção deveriam projetar utilizando os 7 princípios do Desenho universal (já descritos em post anterior).

Mas, e a deficiência, como pode ser entendida?

O termo deficiência pode ser entendido como todo e qualquer comprometimento que afeta a integridade da pessoa e traz prejuízos na sua locomoção, na coordenação de movimentos, na fala, na compreensão de informações, na orientação espacial ou na percepção e contato com as outras pessoas (Artigo 3o do Decreto federal nº 3.298/1999). Doravante, utilizaremos o termo pessoa com deficiência utilizado no texto da Convenção Internacional sobre os Direitos das pessoas com Deficiência. para fins de discussão e apresentação de projetos em sala de aula.

Uma nova abordagem…

Na década de 80, a OMS – Organização Mundial da Saúde desenvolveu a CIF – Classificação Internacional de funcionalidade, incapacidade e saúde que tem por objetivo:

– Proporcionar uma base científica para a compreensão e o estudo dos determinantes da saúde, dos resultados e das condições relacionadas com a saúde;
– Estabelecer uma linguagem comum para a descrição da saúde e dos estados
relacionados com a saúde, para melhorar a comunicação entre diferentes utilizadores, tais como, profissionais de saúde, investigadores, políticos e decisores e o público, incluindo pessoas com incapacidades;
– Permitir a comparação de dados entre países, entre disciplinas relacionadas com os cuidados de saúde, entre serviços, e em diferentes momentos ao longo do tempo;
– Proporcionar um esquema de codificação para sistemas de informação de saúde

A CIF é uma classificação de saúde e dos estados relacionados à saúde. muito além da definição do conceito “deficiente” como algo falho, imperfeito e incompleto, a CIF define componentes de saúde e de bem-estar á ela relacionados (tais como educação e trabalho). Seus domínios são da saúde e relacionados à saúde. Ao agrupar sistematicamente diferentes domínios de uma pessoa em determinada condição de saúde, ela identifica o que uma pessoa pode ou não pode fazer. A funcionalidade dessa forma, engloba todas as funções do corpo, atividades e participação. A incapacidade é um termo que incluiu deficiências, limitação da atividade ou restrição na participação.

O que considerar no ato de projeto:

Funções e estruturas do corpo e deficiências
Definições:
As funções do corpo são as funções fisiológicas dos sistemas orgânicos (incluindo as funções psicológicas)
As estruturas do corpo são as partes anatômicas do corpo, tais como, órgãos, membros e seus componentes.
Deficiências são problemas nas funções ou na estrutura do corpo, tais como, um desvio importante ou uma perda.

Atividades e Participação/limitações da atividade e restrições na participação
Definições:
Atividade é a execução de uma tarefa ou ação por um indivíduo.
Participação é o envolvimento numa situação da vida.
Limitações da atividade são dificuldades que um indivíduo pode encontrar na execução de atividades.
Restrições na participação são problemas que um indivíduo pode experimentar no envolvimento em situações reais da vida.

Leituras recomendadas:

acessibilidade_sp
Convenção dos direitos das pessoas com deficiência
DISENOPARATODOSUnconjuntodeinstrumentos
Links interessantes:
Http://desenhouniversal.com

 

Nasceram os blogfólios da galera de Design de Interiores da FMU!

Projeto de paisagismo: Marcelo Schettini (1º 2009 marceloschetini@hotmail.com)

Depois de um semestre inteiro selecionando trabalhos, preparando as imagens e discutindo perfis e clientes, nasceram os blogfólios: portfólios digitais dos alunos da disciplina Portfólio da FMU.

EMENTA
Elaboração de portfólio como resultado de trabalho acadêmico desenvolvido no curso de design de interiores.

OBJETIVOS
Preparar e organizar material de apresentação dos trabalhos desenvolvidos ao longo de todo o curso. Elaboração de portfólio acadêmico desenvolvido por meio de técnicas e teorias específicas. para esse semestre os trabalhos serão apresentados em mídia digital.

NOSSOS FUTUROS DESIGNERS DE INTERIORES!
ordem por envio de link

Bruna de Andrade Trindade
http://brunandrade.wordpress.com/ ou  http://brunandradedesign.blogspot.com/
Bruna de Souza Aguiar
http://brunaaguiardesign.blogspot.com/ e   www.twitter.com/_brunaaguiar
Daiane Romar de Freitas
www.daianeromar-design.blogspot.com
Lorany Serpa
http://loranyserpa.blogspot.com
Carolina Lira
www.designcarolinalira.blogspot.com
Daniel de Matos Gonçalves
http://danieldematosgoncalves.blogspot.com/
Fabiana Righi
http://fabianarighi.wordpress.com
Karine Lima Machado
http://kalimainteriores.wordpress.com/
Mariana Fedozzi
www.marifedozzi.blogspot.com
Marina Castglione
http://marinacastiglione.blogspot.com/
Rafaela Arruda Campo
http://rafaeladesignl.blogspot.com/
Tatiana de Melo Cohen
http://tatidesigncohen.blogspot.com/
Leandro Oliveira
http://www.design-deinteriores.blogspot.com/
Pamela Santiago
http://pameladesign.wordpress.com/
Andreza Barros Pereira
http://andrezadesign.blogspot.com
Bianca Capasciuti
http://bianca-interiordesign.blogspot.com/
Fernanda Ligia Santana Rodrigues
http://fernandaligia-designdeinteriores.blogspot.com
Flavio de Melo Monteiro
http://f-monteiro.blogspot.com/ e http://fmonteiro9.wordpress.com/ e http://twitter.com/F_Monteir0
Alessandra Gallo
http://galloale.blogspot.com/
Andreza Gallo
http://dezigallo.blogspot.com/
Carolina Baptista
http://baptistacarolina.blogspot.com/
Cleber Pereira dos Santos
http://projetosdesignercleber.blogspot.com

Amanda  Gomes (apresentação em ppp)